Preocupado com o aumento do consumo de crack no país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou dos ministros da Justiça, Luiz Paulo Barreto, da Educação, Fernando Haddad, e da Saúde, José Gomes Temporão, além do secretário nacional de Política Sobre Drogas, Paulo Roberto Uchôa, que apresentem, em 15 dias, um plano integrado de combate ao consumo e o tráfico da droga.
De acordo com o ministro da Justiça, a apreensão da pasta base de cocaína – usada para produzir as pedras de crack - cresceu de 500 quilos, em 2008, para 4,5 mil quilos em 2009. Barreto informou que o presidente pediu que as ações realizadas separadamente pelos ministérios sejam sistematizadas.
Segundo o ministro, proporcionalmente, a apreensão de crack foi maior do que outros tipos de droga, como a maconha e cocaína. “Quantitativamente, as apreensões de maconha e de cocaína ainda são maiores. Agora, houve esse aumento mais significativo [de crack], entre 2008 e 2009”, disse o Barreto acrescentando que, em 2010, até o mês de março, os números permanecem semelhantes aos registrados no ano passado.
De acordo com o ministro, a integração das políticas antidrogas deverá trazer um resultado mais eficaz no combate ao crack. “Vamos poder usar médico do Programa Saúde da Família, identificar o uso do crack no primeiro momento e dar aos usuários um atendimento na rede de saúde. Poderemos também fazer a prevenção nas escolas.”
VEJA TAMBÉM - A LUTA CONTRA AS DROGAS CHEGA À PRESIDÊNCIA.
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Paranhos propõe à Lula e a Dilma Roussef projeto Nacional Anti-drogas
Proposta será apresentada a todos os candidatos ao governo do Estado do Paraná
Cascavel - Leonaldo Paranhos, presidente do Partido Social Cristão (PSC) de Cascavel manteve audiência com o presidente Luís Inácio Lula da Silva e com a ministra Dilma Roussef, virtual candidata do Partido dos Trabalhadores à presidência da República. Foi no último sábado em Londrina, onde o Presidente República cumpriu agenda de visita ao complexo da central de atendimento da Dedic GPTI- empresa do grupo Portugal Telecom focada em serviços de call Center.
Durante o encontro, Paranhos, que é ativista na luta contra as drogas e mantém um conhecido blog específico sobre o tema, pediu ao presidente apoio ao seu projeto, em elaboração para elaboração de uma Política Nacional de Combate às drogas.
Ao presidente Lula e a ministra Dilma,Paranhos explicou que as vertentes do programa idealizado por ele são três,a Orientação; ( palestras, cursos, informação direcionada ao público jovem, em escolas, cursinhos e faculdades), Recuperação;com a implantação de clínicas em pólos regionais cujo direcionamento seriam a formação espiritual e terapias ocupacionais e profissionalizantes e a Repressão ou Denúncia; através da formação de tropas de elite direcionadas específicamente ao combate aos traficantes.
FUNDO
Para dotar de estrutura o Programa Nacional de Combate às Drogas, Paranhos expôs ao presidente Lula a necessidade da criação do Fundo Nacional de Combate as drogas, canalizando parte dos impostos recolhidos de produtos como cigarros, bebidas e do setor de entretenimento como boates e danceterias.
“Estudos indicam que 85 a 88% dos usuários de crack e cocaína entraram no vício pelo álcool e pelo cigarro”- explica Paranhos, “ portanto as indústrias deste setores em que cumprir também sua responsabilidade social”.
O Projeto em elaboração por Leonaldo Paranhos, que é empresário do ramo da comunicação e já foi vereador e vice-prefeito de Cascavel, está sob o comando do coronel aposentado, Antonio Amauri Ferreira de Lima.
Após longa conversa, Paranhos ouviu de Lula e Dilma a promessa de que seu projeto será incorporado ao Plano de Governo a ser apresentado à população já durante a campanha eleitoral de 2010.
Satisfeito com a recepção do presidente Lula e da ministra Dilma ao seu projeto, Paranhos diz que pretende obter a adesão ao seu projeto anti-drogas de cada candidato ao governo do Paraná.
“O vício da juventude, principalmente do craque, tornou-se uma epidemia, portanto , um drama que está destruindo famílias e que deve ser tratado como um problema de saúde pública”- defende Paranhos.
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