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sábado, 27 de março de 2010

Crack: a Mais Devastadora das Drogas

O crack leva 15 segundos para chegar ao cérebro e já começa a produzir seus efeitos: forte aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremor muscular e excitação acentuada, sensações de aparente bem-estar, aumento da capacidade física e mental, indiferença à dor e ao cansaço. Mas, se os prazeres físicos e psíquicos chegam rápido com uma pedra de crack, os sintomas da síndrome de abstinência também não demoram a chegar.  Em 15 minutos, surge de novo a necessidade de inalar a fumaça de outra pedra, caso contrário chegarão inevitavelmente o desgaste físico, a prostração e a depressão profunda. 

O crack é uma droga mais forte que as outras.
As pessoas que o experimentam sentem uma compulsão ( desejo incontrolável) de usá-lo de novo, estabelecendo rapidamente uma dependência física, pois querem manter o organismo em ritmo acelerado. As estatísticas do Denarc ( Departamento Estadual de Investigação sobre Narcóticos) indicam que, em Janeiro de 1992, dos 41 usuários que procuraram ajuda no Denarc, 10% usavam crack e, em Fevereiro desse mesmo ano, dos 147 usuários, já eram 20%. Esses usuários, em sua maioria, têm entre 15 e 25 anos de idade e vêm tanto de bairros pobres da periferia como de ricas mansões de bairros nobres.
Como o crack é uma das drogas de mais altos poderes viciantes, a pessoa, só de experimentar, pode tornar-se um viciado. Ele não é, porém, das primeiras drogas que alguém experimenta. De um modo geral, o seu usuário já usa outras, principalmente cocaína, e passa a utilizar o crack por curiosidade, para sentir efeitos mais fortes, ou ainda por falta de dinheiro, já que ele é bem mais barato por grama do que a cocaína. Todavia, como o efeito do crack passa muito depressa, e o sofrimento por sua ausência no corpo vem em 15 minutos, o usuário   usa-o em maior quantidade, fazendo gastos ainda maiores do que já vinha fazendo. Para conseguir, então, sustentar esse vício, as pessoas começam a usar qualquer método para comprá-lo. Submetidas às pressões do traficante e do próprio vício, já não dispõem de tempo para ganhar dinheiro honestamente; partem, portanto, para a ilegalidade: tráfico de drogas, aliciamento de novas pessoas para a droga, roubos, assaltos, etc.

Essa droga devasta não apenas o corpo e saúde mental do usuário. Destróe qualquer tipo de sentimento, e destróe também os princípios morais, que são construídos durante uma vida inteira, é trocado pelo uso da droga. Enquanto os usuários e as famílias sofrem, os traficantes e os grandes "empresários" das drogas só vão ficando cada vez mais ricos, ajudando além do próprio tráfico de drogas, o tráfico de armas e vários outros crimes diretamente ligados.  É preciso acabar com isso. Ligue , denuncie! Ao ver movimentação estranha em seu bairro, ou até mesmo se tiver informações, ligue para a PF de Cascavel - (45) 3224-5152 , ou para no disque denúncia - 181 . Sua identidade será mantida em absoluto sigilo. O poder de dar um CARTÃO VERMELHO PARA AS DROGAS pode estar em suas mãos.

sexta-feira, 19 de março de 2010

A Cada 5,84 Segundos, Uma Pessoa Morre no Mundo Pelo Tabagismo



   RELÓGIO REGISTRA VÍTIMAS DO TABAGISMO

A Organização Mundial da Saúde (OMS) junto com várias ONGs inauguraram no Centro Internacional de Conferências de Genebra o "relógio da morte", que registra o número de pessoas que morrem pelo consumo de tabaco. Se estima que a cada 5,84 segundos, uma pessoa morra no mundo por causa do tabagismo.

Durante esta semana, um grupo de ONGs vai discutir em Genebra um Protocolo Final Contra o Tráfico de Produtos de Tabaco, que deve complementar a Convenção Internacional Contra o Tabaco que entrou em vigor há cinco anos.
Fonte:De Agencia EFE/UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas

quarta-feira, 3 de março de 2010

Silencioso, o Arguile Pode Matar

Assim é o narguile, que aos poucos e, passando despercebido por muitos olhos e visto como inofensível para outros, traz muitos malefícios aos fumantes. O que antes era restrito a apenas a poucas pessoas, se tornou moda entre os jovens no Brasil.
Em virtude da mistura de inúmeras essências, o narguile tem aromas variados. É feito com um fumo especial (um melaço, subproduto do açúcar). Os sabores mais conhecidos, são: pêssego, maçã-verde, canela, flores e mel. o narguile pode causar diversas doenças, sendo as respiratórias as mais observadas. Especialistas em doenças respiratórias advertem que 50 tragadas são suficientes para viciar. Isso ocorre devido à nicotina, que causa a chamada sensação de bem-estar. Significa que além de viciar rápido, o usuário ainda tende a criar doenças respiratórias e agravar as que já existem no organismo. Mas o real perigo mesmo está na cabeça dos usuários, pois, por ser uma droga leve e sem efeitos alucinógenos, pode passar a impressão que não traz riscos graves à saúde. O perigo está onde menos se espera, fique atento, não caia nessa !


O usuário do narguilé não consome apenas nicotina. Outras substâncias tóxicas também são ingeridas, pois, devido à queima do carvão, elementos como hidrocarbonetos, nitrosaninas e metais pesados são elevadamente cancerígenos. Além do câncer, doenças cardíacas, tuberculose e hepatites podem ser agravadas com o uso constante do narguile. A VERDADE SOBRE O ARGUILE - GLOBO

Os males do narguilé são evidentes, mas a única forma de minimizar esses malefícios é evitando o seu uso e a aspiração da sua fumaça. E lembrando aos pais, que o uso do Narguilé é proibido para menores de 18 anos, assim como o cigarro. 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Mídia Pode Influenciar, ou Até Mesmo Fazer Apologia ao Uso de Drogas.

Às vezes, não se percebe a influência da mídia na sociedade contemporânea. Ela constitui um dos fatores fundametais na formação do que se denomina opinião pública, muitas vezes , mudando a opinião ou a concepção de alguém sobre algum fato ou assunto. Atualmente, a maior fonte de informação das pessoas são os meios de comunicação e a maioria delas acredita no que vê, lê ou ouve na televisão, nas revistas e nos jornais.

Os principais meios de comunicação nos dão a impressão de que, em relação ao uso de drogas, vive-se uma epidemia sem controle, caracterizada principalmente pelo consumo de crack, cocaína e maconha. Ao assumir esse tom pessimista e alarmista a respeito das drogas ilícitas, os meios de comunicação muitas vezes deixam de informar que os maiores problemas com drogas em nosso país, ainda são decorrentes do consumo de álcool e tabaco (drogas lícitas). Esta postura alarmista pode gerar uma sensação de descontrole e desespero por parte dos adultos, levando-os a um controle desmedido da vida dos jovens em detrimento de ações muito mais efetivas, como a aproximação e o diálogo.

Outra conseqüência desse tipo de abordagem em relação às drogas é que se pode promover uma maior atração pelo consumo de substâncias. Ao explorar em demasia os efeitos das drogas, a mídia pode estar despertando no jovem curiosidade em torno dos efeitos provocados por elas, especialmente entre aqueles que, ao tomar contato com as notícias, julgam que "todo mundo está usando" e que, portanto, "para ser aceito" também deve usar alguma droga.

No que concerne a publicidade das drogas lícitas (bebida e medicamento) a situação é ainda mais preocupante, pois a influência da mídia pode favorecer comportamentos de risco não apenas dos jovens, mas de adultos e até de crianças. Recentemente as propagandas de cigarro foram proibidas enquanto que as de álcool, apesar de uma restrição quanto , continuam influenciando maciçamente os jovens. ao horário de veiculação da propaganda

A publicidade desses produtos associa beber com diversão, charme, alegria, aventura, sucesso profissional e aceitação social. As tímidas referências aos efeitos negativos do consumo dessas substâncias acabam por perder-se no conjunto da peça publicitária, não constituindo uma verdadeira informação, nem possibilitando uma reflexão a respeito dos supostos efeitos positivos, que são tão alardeados e, óbvio, por uma questão de venda e lucro, o anunciante jamais anuncia os efeitos que estas substâncias provocam na vida e na família destas pessoas.

Se deixar levar por anúncios, ou por aparências levianas , só podem te levar a um caminho do qual você possa jamais voltar, fique atento !

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Fumo passivo mata sete pessoas por dia no Brasil, advertem especialistas


Especialistas advertem que, mesmo sem fumar, sete brasileiros morrem todos os dias por doenças relacionadas ao cigarro. São os fumantes passivos: pessoas que se tornam ameaçadas simplesmente por conviverem com fumantes ativos. “O risco de doenças cardiovasculares é 25% maior nos fumantes passivos”, afirma Gustavo Prado, pneumologista do Instituto do Câncer. Um fumante passivo tem 30% mais risco de desenvolver câncer de pulmões no decorrer da vida. Segundo os médicos, a única forma segura de prevenção contra o cigarro é não ter exposição nenhuma à fumaça do próprio cigarro.


Até mesmo em decorrer disso, já entrou em vigor a lei que proíbe o fumo dentro de ambientes fechados, já que é lá que a maior concentração de fumaça é nesses ambientes, onde é maior também a entrada da danosa fumaça do cigarro nos pulmões dos chamados "fumantes passivos" que, apesar de não fumarem , também sofrem muito com os efeitos do cigarro. O cigarro é prejudicial em todos os sentidos e para todos os que estão próximos do fumante. Mantenha distância de fumantes, que possam, ou influenciar você a começar a fumar, ou até mesmo pelos riscos que o cigarro traz até mesmo a você, que não fuma ! 


Fumantes Passivos na Família 



É salutar cuidar para com que as crianças não inalem desta fumaça também. Além de seus pulmões, ainda em formação primária, são mais frágeis e tem mais riscos de sofrerem alterações irreversíveis, além de causar doenças respiratórias no futuro, como asma, insuficiência respiratória, fraqueza, falta de ar constante. E todas estas doenças não podem ser curadas, então atente para que seus filhos não fiquem em lugares que tenha fumantes, porque o perigo está logo ao lado. Basta cuidar !




sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Diga-me Com Quem Tú Andas, e te Direi Quem Tú És!

Ter amigos, uma vida social agitada, sair com quem você gosta nas horas vagas e até mesmo em um pequeno espaço de tempo, é ótimo. Estar entre as pessoas mais populares e bem vistas pelo grupo, e por quem está de fora, é o que todos que estão neste meio desejam.



Mas a situação perde os limites e o sentido, quando a pessoa que almeja entrar ou até mesmo "crescer" neste grupo de pessoas e seguem a tendência : "se eles fazem , eu tenho que fazer também" . Isso é negativo em quase todos os aspectos, pois além de estar perdendo parte de sua personalidade, fazendo aquilo que outras pessoas, em sua essência fazem, ainda podem estar prejudicando a sí mesmo , se a prática daquele que faz e a pessoa segue, é danosa ao seu próprio corpo. Hábitos como fumar, beber em excesso e fazer aquilo que lhe convém na hora, está na lista daqueles que levam ao mau caminho, quem não costuma se desvirtuar.

À primeira vista, pode parecer tentador, ser aquela pessoa que muitos queriam ser, ser olhado, e muitos outros benefícios que esta vida pode trazer. Aí devemos lembrar daquilo que, alguém que não tem nada a ver com o uso de drogas por pressão de pessoas mais influentes, disse, Isaac Newton: "Toda ação tem uma reação". Aquilo que um dia você julga certo para você e sua vida, sem tardar muito, as consequências daquilo chegarão e te farão se arrepender de tudo aquilo que um dia você amou fazer.

O tempo não volta, não se deixe influenciar por nada nem ninguém, pois aquilo que foi dado à você , por Deus, seu corpo, deve ser cuidado e não jogar nas mãos de alguém que não se importa sequer com ele mesmo. Fique atento ! As pessoas com as quais você anda, não passam de um relexo de sua personalidade, e o quão forte seu caráter é, mostre-se forte , e lute conosco , dando o cartão vermelho contra as drogas!

Mídia Pode Influenciar, ou Até Mesmo Fazer Apologia ao Uso de Drogas.


Às vezes, não se percebe a influência da mídia na sociedade contemporânea. Ela constitui um dos fatores fundametais na formação do que se denomina opinião pública, muitas vezes , mudando a opinião ou a concepção de alguém sobre algum fato ou assunto. Atualmente, a maior fonte de informação das pessoas são os meios de comunicação e a maioria delas acredita no que vê, lê ou ouve na televisão, nas revistas e nos jornais.

Os principais meios de comunicação nos dão a impressão de que, em relação ao uso de drogas, vive-se uma epidemia sem controle, caracterizada principalmente pelo consumo de crack, cocaína e maconha. Ao assumir esse tom pessimista e alarmista a respeito das drogas ilícitas, os meios de comunicação muitas vezes deixam de informar que os maiores problemas com drogas em nosso país, ainda são decorrentes do consumo de álcool e tabaco (drogas lícitas). Esta postura alarmista pode gerar uma sensação de descontrole e desespero por parte dos adultos, levando-os a um controle desmedido da vida dos jovens em detrimento de ações muito mais efetivas, como a aproximação e o diálogo.

Outra conseqüência desse tipo de abordagem em relação às drogas é que se pode promover uma maior atração pelo consumo de substâncias. Ao explorar em demasia os efeitos das drogas, a mídia pode estar despertando no jovem curiosidade em torno dos efeitos provocados por elas, especialmente entre aqueles que, ao tomar contato com as notícias, julgam que "todo mundo está usando" e que, portanto, "para ser aceito" também deve usar alguma droga.

No que concerne a publicidade das drogas lícitas (bebida e medicamento) a situação é ainda mais preocupante, pois a influência da mídia pode favorecer comportamentos de risco não apenas dos jovens, mas de adultos e até de crianças. Recentemente as propagandas de cigarro foram proibidas enquanto que as de álcool, apesar de uma restrição quanto , continuam influenciando maciçamente os jovens. ao horário de veiculação da propaganda


A publicidade desses produtos associa beber com diversão, charme, alegria, aventura, sucesso profissional e aceitação social. As tímidas referências aos efeitos negativos do consumo dessas substâncias acabam por perder-se no conjunto da peça publicitária, não constituindo uma verdadeira informação, nem possibilitando uma reflexão a respeito dos supostos efeitos positivos, que são tão alardeados e, óbvio, por uma questão de venda e lucro, o anunciante jamais anuncia os efeitos que estas substâncias provocam na vida e na família destas pessoas.
 
Se deixar levar por anúncios, ou por aparências levianas , só podem te levar a um caminho do qual você possa jamais voltar, fique atento !