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sexta-feira, 26 de março de 2010

O Melhor Remédio Contra as Drogas

Os princípios de uma pessoa são formados em casa embasados nos conceitos da família. Se um jovem não tem apoio ou até mesmo não conversa com seus pais, fica difícil formar um caráter firme, o que facilitaria ao jovem dizer não à milhões de coisas que infelizmente são negativas , mas são vistas com bons olhos pelos desajuizados ou até mesmo desorientados , que fazem o que querem , na hora que querem. Uma dessas "tentações" que hoje é acessível à qualquer um que procure, são as drogas.
Para que um jovem não recorra a tantos desses meios de "distração destrutiva", é necessário evitar as más companhias ou evitar lugares onde faça uso de drogas. Mas não apenas isso, o mais importante está em fazer com que ele não queira esse tipo de amizade , ou querer frequentar esse tipo de lugar, e principalmente, nunca querer usar drogas. Não há armadura mais forte contra o uso de drogas que a própria consciência que aquilo só faz mal ao seu corpo, saúde , bem estar social.

Converse com seus filhos, tenha uma relação mais próxima. Não podemos controlar a personalidade de uma pessoa, afinal cada um nasce com uma peculiar, única, mas podemos moldelar o caráter e a conduta de nossos filhos. A melhor saída do mundo das drogas é não procurar a entrada.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Professor pode ajudar aluno, mas nunca sem apoio


Embora não seja responsabilidade do professor solucionar a questão das drogas, o docente pode desempenhar um papel importante no auxilio dos jo vens. Para as orientadoras pedagógicas Adriana Franco e Fran cisca Maria de Fawn, quando o adolescente procura ajuda quer um suporte para enfrentar a situação. Os desafios são muitos, principalmente porque o pedido de socorro pode não ser tão claro e se manifestar na indisciplina ou no desinteresse pelas atividades. A orientação é para que o professor sempre procure os pedagogos para que, junto com os estudantes, o melhor caminho seja encontrado.
Há casos de pais que não aceitam a notícia de que o filho possa estar usando drogas e isso pode gerar uma crise na família. A professora Cibele Cruz conta que uma aluna dizia não ser vista pelos pais. “Quando combinamos de chamar a mãe, a filha disse que tentava conversar com ela há uma semana e não conseguia. No dia, foi muito difícil. São processos dolorosos, que devem ser feitos a seis mãos, com a escola, família e alunos.”
Ratamento
Para solucionar bem esses problemas é preciso o trabalho de assistentes sociais e psicólogos. Quando o envolvimento com os entorpecentes é grande, pode ser indicado um afastamento para tratamento. E é nes te ponto que as escolas pú blicas ficam sem amparo, porque as famílias não podem pa gar uma clínica particular e muitas vezes têm dificuldade de conseguir vagas no Sistema Único de Saúde.
Para que o professor consiga apoiar os estudantes, precisa ter respaldo da equipe pedagógica. A diretora pedagógica do Colégio Acesso, Adriana Franco, diz que, quando os educadores percebem que o estudante pode ser um usuário, a família é acionada. “Tratamos a questão de forma individualizada. A dependência química é uma doença e o estudante não pode ser julgado e culpado como um criminoso.”
No Colégio Dom Bosco, entre a 1.ª e a 4.ª série os estudantes par ticipam das atividades do Programa Educacional de Re sistência às Drogas e à Vio lência (Proerd). No ensino fundamental e médio, o tema drogas é trabalhado com a valorização da vida. “O estudante tem de dizer não às drogas de uma forma consciente, sabendo que pode encontrar satisfação em atividades como a prática de esportes. Outro foco é a melhora da autoestima”, diz Francisca Maria de Fawn, diretora pedagógica.
APP
Apesar dos esforços dos professores em lidar com a questão, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato) diz que as drogas não são um problema que deve ser resolvido pelo docente. “São demandas que a escola não tem suporte e nem condições de solucionar. Tem de haver trabalho em rede, porque perpassa os muros da instituição, envolve questões familiares e problemas sociais”, afirma Giselle Corrêa, assessora educacional da APP. (PC)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Vício Não Escolhe Idade. Converse com Seus Filhos Sobre Drogas


Crianças e adolescentes apresentam mais comumente transtorno de abuso que dependência e menos provavelmente necessitarão iniciar e permanecer em tratamento. A avaliação e o tratamento devem levar em consideração os níveis de desenvolvimento cognitivo. social e psicológico do paciente e o possível papel do transtorno decorrente do uso de drogas em impedir os estágios adequados de desenvolvimento, incluindo autonomia, habilidade de estabelecer relações interpessoais e integração geral na sociedade. A avaliação deve enfatizar particularmente as áreas de funcionamento adaptativo do adolescente, como progresso acadêmico, comportamento e comparecimento escolar e funcionamento social com companheiros e familiares.
Alguns adolescentes com transtornos decorrentes do uso de drogas também apresentam condições psiquiátricas comórbidas, como distúrbios de conduta, transtorno da hiperatividade com déficit de atenção, transtornos ansiosos (incluindo fobia social e distúrbio de estresse pós-traumático), transtornos afetivos, dificuldades de aprendizado e distúrbios alimentares. Além disso, as crianças convivem em ambientes familiares nos quais outros membros da família abusam ou são dependentes de álcool e de outras substâncias, e também apresentam risco elevado de abuso sexual e físico e podem apresentar como conseqüências sequelas psicológicas e comportamentais (incluindo o abuso de drogas).

Em geral a faixa de modalidades terapêuticas usadas com adultos pode ser usada também em adolescentes. Essas modalidades incluem abordagens comportamentais cognitivas, psicodinâmicas/interpessoais (individuais, em grupo e familiares), grupos de auto-ajuda e medicamentos.

Como falar aos jovens sobre drogas  


O adolescente recebe um bombardeio de informações através dos meios de comunicação, que o deixam inteirado de tudo o que se passa ao seu redor. Ao se falar em droga, certamente vamos despertar sua curiosidade, que deve ser utilizada para a formação de conceitos sadios e exatos sobre as drogas e as desvantagens de seu uso. Pais e professores, devem, através de orientação segura e sem nenhum alarme, criar a condição necessária para que o adolescente se torne refratário aos assédios de maus amigos e traficantes.

É na adolescência, ou pré-adolescência, que se deve dar maior destaque a um programa de caráter educativo preventivo. Devemos observar que os traficantes, sabedores que nesta fase se consegue o viciado certo de amanhã, nos dias de hoje, estão levando para o mundo das drogas meninos e meninas de até 9 anos, portanto, o quanto antes iniciarmos nossa conscientização, não estaremos cometendo exagero algum.

A família é a estrutura do caráter da pessoa, se a família dá suporte ao caráter da criança, orientando, cuidando, acalmando e observando, com certeza, esta criança, no futuro não se desviará. É importante a presença dos pais, da família na orientação contra as coisas que podem lhe prejudicar. As drogas, É um inimigo terrível que, sem sombra de dúvida tem de ser combatido, o mais cedo possível.