quarta-feira, 23 de abril de 2014

Campanha de Combate as Drogas do Estado do Espírito Santo


Excelente campanha da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social do Governo do Estado do Espírito Santo.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

PM realiza operação no Paraná para combater tráfico de drogas e armas


Operação Miragem prendeu 23 pessoas, sendo quatro
em Curitiba (Foto: Cabo Daniel Meneghetti / Polícia Militar)


A megaoperação Miragem, da Polícia Militar (PM) do Paraná, cumpriu 26 mandados de busca e apreensão e 30 de prisão em Curitiba, Foz do Iguaçu, na região oeste do estado e em Paranaguá, Matinhos e Pontal do Paraná, que ficam no litoral. O objetivo da operação era prender foragidos da Justiça e combater ao tráfico de armas, de drogas e jogos de azar, de acordo com a polícia.

Também nesta sexta-feira outra operação, com o mesmo objetivo, foi realizada – em uma parceria da Polícia Militar com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – na capital paranaense, e 20 mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos.

Segundo a polícia, a Operação Miragem prendeu 23 pessoas, sendo quatro em Curitiba. Na capital, foram apreendidos 942 gramas de pasta base de cocaína em tablete, R$ 1.510,00, uma balança de precisão, três aparelhos celulares, uma bucha de cocaína e outra de maconha. O material estava escondido dentro de um exaustor na cozinha de uma casa no bairro Umbará e foi encaminhado para a 10ª Delegacia da Polícia Civil.

No litoral, 19 pessoas foram presas, e duas armas de fogo, 30 gramas de maconha, cinco gramas de cocaína e seis buchas de crack foram apreendidos. Em Foz, nos locais onde haveria o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, nada foi encontrado.

Já a Operação do Gaeco prendeu nove pessoas a apreendeu 29 máquinas caça-níqueis, outros materiais relacionados a jogos de azar e maconha, ainda conforme a Polícia Militar.

Fonte: GAZETA DO POVO
http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/04/pm-realiza-operacao-no-parana-para-combater-trafico-de-drogas-e-armas.html

segunda-feira, 24 de março de 2014

Gazeta apresenta série sobre contrabando de cigarros


Após três meses de investigação junto com jornalistas de mais três países, a Gazeta do Povo revela como o contrabando de cigarro está incomodando o narcotráfico e redesenhando a geopolítica do crime organizado na América Latina. Presidente do Paraguai é um dos mais beneficiados.


LEIA EM: 
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/especial-imperio-das-cinzas/

quinta-feira, 6 de março de 2014

Prefeitura de Curitiba muda estratégia contra as drogas

Apesar do corte de quase 50% na verba de 2013 para 2014, município diz que contará com recursos federais e força de vontade da sociedade civil para atingir os objetivos

Com menos dinheiro em 2014, a Prefeitura de Curitiba quer avançar no combate e tratamento do uso de drogas. A Secretaria Municipal da Defesa Social pretende lançar, a partir de março, um conjunto de ações para ampliar a rede de atendimento nas comunidades terapêuticas, executar o programa Mães contra o Crack e ofertar serviços básicos de saúde e cultura para as pessoas em condição mais vulnerável, em unidades móveis. Apesar de o orçamento previsto para a política antidrogas ter sofrido corte de quase 50%, a pasta pretende atingir os objetivos com a ajuda do governo federal e de uma rede formada pela sociedade civil organizada e líderes comunitários.

Os recursos previstos para a Secretaria Municipal Antidrogas em 2013 totalizavam R$ 7,3 milhões, mas nem foram executados integralmente. O orçamento havia sido feito pela gestão anterior, e, quando Gustavo Fruet assumiu, no ano passado, ele fundiu a Secretaria Antidrogas com a Defesa Social. Para 2014, o orçamento municipal prevê R$ 3,8 milhões para a política antidrogas.

Segundo o diretor do departamento de política sobre drogas da prefeitura, Diogo Busse, ele defendia a redução da estrutura desde 2012, quando presidiu a Comissão de Direito e Dependência Química da OAB-PR. “Dizia que era possível reduzir o quadro, mas qualificá-lo, e é o que estamos procurando fazer. Temos parceria com a sociedade civil, entidades religiosas e o governo federal. Isso nos permite fazer um trabalho com mais alcance do que antes”, afirma.

A concepção da política contra as drogas também sofreu modificações, explica Busse. Anteriormente, diz ele, a secretaria tinha um caráter mais repressivo, e agora o foco é humanitário. Isso ficará mais visível em março, quando está previsto o lançamento de dois ônibus adaptados que vão circular pela cidade. Serão módulos móveis direcionados à população mais vulnerável, com espaço para higienização, consulta com agentes de saúde, psicólogos e psiquiatras. “É o primeiro passo para a inclusão dessa população. Não haverá nenhuma precondição de abstinência. Mas a ideia é gerar um vínculo, sensibilizá-los para um tratamento em fase posterior.”

A professora de Farmacologia da UFPR Roseli Boerngen de Lacerda explica que esse tipo de ação é positiva, pois permite que o poder público conquiste a confiança dos drogados. “Isso tem evidência científica. É preciso ir até o viciado, não dá para ficar dentro de uma casinha esperando que ele vá se tratar.”

A professora alerta para o risco dos governantes deixarem de lado avanços conquistados por adversários políticos. “Por sorte, em Curitiba, temos evoluído constantemente nessa área, e há boas perspectivas.”

Outro projeto em vista é o Mães contra o Crack, para o qual a Prefeitura de Curitiba havia conquistado, ainda em 2012, R$ 1,5 milhão do Ministério da Justiça. Porém, o programa não chegou a ser executado na cidade.

Curitiba é 2.ª em consumo de drogas ilícitas entre alunos


Estudantes do 9.º ano do ensino fundamental de Curitiba estão entre os que mais consumiram drogas ilícitas alguma vez na vida. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), divulgada pelo IBGE no ano passado, 14,4% dos alunos da cidade já experimentaram drogas como maconha, cocaína, crack, cola, loló, lança perfume e ecstasy. O porcentual é o segundo maior do Brasil, atrás apenas de Florianópolis (17,5%). Na média das capitais, o valor é de 9,9%. A pesquisa foi amostral, com 2,1 mil estudantes em Curitiba e 109,1 mil em todo o Brasil.

Para reverter essa situação, a Prefeitura de Curitiba informa que investe em ações de prevenção nas escolas, especialmente na rede pública. “Embora a gente procure não trabalhar com estigmas, há uma prevalência de consumo no ensino público, em comunidades periféricas e no público jovem”, explica Diogo Busse, do Departamento de Política sobre Drogas. “O principal gargalo é a questão da linguagem, como disseminar conteúdo educativo e preventivo. A cultura do medo não atinge os jovens”, relata.
Famílias
A administração municipal também tem investido em palestras com líderes comunitários e agentes públicos, como guardas civis e servidores das administrações regionais. Entre julho e dezembro, foram capacitadas 600 pessoas, segundo Busse. Um convênio com o governo federal, que deve ser implantado a partir de março, pretende criar equipes multidisciplinares para orientação direta nas comunidades. A meta é atingir 8 mil famílias.


Tratamento
Atrasado, credenciamento de comunidades é polêmico
Aguardado desde 2012, o edital para credenciamento de comunidades terapêuticas em Curitiba deve ser lançado em março, segundo o planejamento da gestão atual. Está previsto o credenciamento de 120 leitos, a um valor total de R$ 1,2 milhão ao ano. O processo, porém, já suscita críticas antes mesmo de ser lançado. Uma das exigências previstas é que as comunidades não tenham nenhum vínculo com programas do governo federal ou estadual. Essa possibilidade é criticada pelas entidades, que dizem que o favorecimento ou restrição de concorrência são ilegais.
“Faremos isso para alcançar um número maior de entidades, que hoje não têm ajuda alguma de financiamento, mas que fazem um trabalho sério. Aquelas estabelecidas já têm boa fonte de recursos”, explica Diogo Busse, do Departamento de Política sobre Drogas. Segundo ele, as entidades terão de se enquadrar nas normas legais e sanitárias.
Para o coordenador técnico da Casa de Recuperação Água da Vida, Flavio Lemos, o credenciamento funciona como uma licitação pública. “Sendo assim, não pode haver favorecimento. Deve permitir a participação de todos os interessados”, diz ele, que também faz parte do Conselho Municipal sobre Drogas (Comped). “Essa discussão não passou pelo conselho, e acho que lá também seria questionada”, observa. Lemos diz que o poder público precisa ajudar as comunidades a se estruturarem, para que depois elas tenham condições de concorrer aos editais lançados.
João Honório Bueno, coordenador da Casa de Apoio Belém, também vê com preocupação a restrição. “Em um edital do governo federal de 2010 demorou um ano para a gente começar a receber. O convênio que temos atualmente vence em novembro”, conta. A casa pretendia se candidatar às vagas custeadas pelo município. “Os dependentes não podem ficar sem tratamento por causa da burocracia”, diz ele.
Eficácia
Elogiadas por internos, casas de apoio são desprezadas por ministro
“Antes eu não tinha horário para nada. Aqui tem horário para acordar, dormir, ver televisão, trabalhar, almoçar. Só assim estou conseguindo mudar meus hábitos e ficar livre das drogas”, conta Maurício Maio Rabiço, 34 anos, a respeito da internação na Casa de Apoio Belém. Para ele, as comunidades terapêuticas proporcionam um tratamento continuado que não existe nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). A casa tem capacidade para 15 pessoas, que se organizam e dividem as atividades diárias na cozinha e nas demais áreas comuns.
Apesar dos elogios, as comunidades terapêuticas já foram execradas pelo atual ministro da Saúde, Arthur Chioro, quando ele chefiava a pasta no município de São Bernardo do Campo (SP). “As comunidades terapêuticas representam atraso, segregação”.
Para a professora de Farmacologia Roseli Boerngen de Lacerda, as críticas às comunidades são defasadas. “Essas casas representam mais uma opção de tratamento e muitas pessoas se beneficiam delas. Aquela visão de que nas comunidades há apenas fundamentalismo religioso, sem embasamento em terapia, é defasada. Elas evoluíram.”

FONTE: GAZETA DO POVO - ROSANA FÉLIX
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1451987&tit=Prefeitura-de-Curitiba-muda-estrategia-contra-as-drogas

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

PF desarticula quadrilha de tráfico de drogas no Paraná

Operação Mymba Kuera cumpre 18 mandados de prisão no interior do estado; criminosos também são suspeitos de assaltos

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (21) a Operação Mymba Kuera, com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa de tráfico de drogas na região dos municípios de São Miguel do Iguaçu (PR), Santa Helena (PR), Itaipulândia (PR), Missal (PR) e Medianeira (PR).
Nesta manhã, foram cumpridos 18 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão nos municípios de Foz do Iguaçu (PR), Santa Terezinha de Itaipu (PR), Medianeira (PR), Matelândia (PR), Céu Azul (PR), Santa Helena (PR) e Lapa (PR), em cumprimento a decisão do Juízo da Vara Criminal da Comarca de Medianeira (PR).
Após seis meses de investigação foram identificados três grupos criminosos cujos integrantes articulavam-se entre si e se dedicavam a remessa de drogas para diversas regiões do País, sobretudo por meio da Rodovia BR-277. Alguns dos alvos também são suspeitos de terem participado de explosões de terminais de auto-atendimento de agências bancárias de Foz do Iguaçu.
No decorrer da investigação, 33 pessoas foram presas em flagrante e foram apreendidas mais de 21 toneladas de maconha, quase 500 kg de produto químico utilizado para a diluição de cocaína, mais de 10 mil comprimidos de ecstasy, 69 kg de crack, 2,5 Kg de haxixe e medicamentos e anabolizantes avaliados em mais de 300 mil reais.
A operação foi batizada de Mymba Kuera em razão de tal expressão significar “pega-bicho” em tupi-guarani.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

PRF apreende mais de 5 toneladas de maconha em caminhão na BR-163


A PRF apreendeu agora há tarde mais de cinco toneladas de maconha, na
BR-163, em Quatro Pontes, no oeste do Paraná. A droga estava sendo transportada
dentro de um tanque utilizado para armazenar esterco, que estava sendo transportado por um caminhão.
Os policiais realizavam uma fiscalização de rotina na rodovia, quando abordaram o
veículo, com placas de Toledo, também no oeste do estado. O motorista aparentou nervosismo e disse que estava transportando esterco para o interior do estado. Foi então que os policiais realizaram uma busca no tanque e localizaram milhares de tabletes com o entorpecente.
Após a descoberta, o condutor, de 33 anos, informou que havia carregado o tanque em
Mundo Novo-MT e entregaria a carga em Toledo. O detido foi encaminhado junto com o
veículo e o entorpecente para a Polícia Federal de Cascavel.

Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=udJvbQWkDMQ

Fonte: Blog Da Joice
Foto: Divulgação PRF

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

29 de Agosto - Dia Nacional de Combate ao Fumo


Nesta quinta-feira, 29 de agosto comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Fumo. De acordo com estudo do Inca – Instituto Nacional do Câncer e do Instituto de Estudos de Saúde Coletiva da UFRJ, sete brasileiros morrem diariamente por causa de doenças ocasionadas pela exposição à fumaça do cigarro. As mulheres são as mais atingidas, 60% delas morrem em decorrência do tabagismo, uma vez que sofrem mais para largar o cigarro, elas apresentam o dobro de ansiedade e depressão comparadas aos homens. Os dados divulgados pela OMS – Organização Mundial da Saúde são muito piores. Estima-se que 5,4 milhões de pessoas morrem a cada ano e até 2030 o tabaco será responsável pela morte de 8 milhões de pessoas. Considerada uma droga poderosa, a nicotina demora apenas 7 segundos para atuar no sistema nervoso central, causando a dependência.

Fonte: Blog Wilson Novaes


Campanha promete combater vício de fumar e beber em uma semana



Organizada com cunho altruístico, uma campanha promete combater o vício causado pelo cigarro e
pela bebida alcoólica em uma semana. A atividade começa no dia 1º de setembro, às 19h, no auditório do Colégio Adventista, em Cascavel.
O coordenador da campanha é Alécio Espínola. Ele promove os cursos de recuperação há mais de 20 anos. Durante a semana de palestras e discussões, médicos, psicólogos, nutricionistas e terapeutas colaboram para estimular a desistência do vício.
“Nossa estratégia também é baseada na conversa. Sempre temos a colaboração de ex-fumantes que se curaram em outros cursos realizados e contam suas histórias. Tudo é compartilhado e um ajuda o outro”, diz Alécio, enquanto divulgava o trabalho no calçadão da Avenida Brasil, ontem pela manhã, com um caixão simbolizando uma possível consequência do vício.
A novidade é a inclusão do combate ao álcool. Antes, a campanha era exclusivamente dedicada ao fumo. Ela é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo telefone (45) 3223-0915

Fonte: O Paraná
Foto: Divulgação Alecio Espindola

segunda-feira, 1 de julho de 2013

5ª Caminhada Contra às Drogas


A Caminhada foi o quinto ano consecutivo e a cada ano reúne mais pessoas. É mais uma ação do deputado Paranhos, em parceria com outras entidades e igrejas, para chamar a atenção da sociedade e despertar as pessoas para a necessidade de se mobilizar contra esse mal.

“A caminhada é uma demonstração de que não podemos ficar apenas no discurso, de que precisamos nos mobilizar, ir para a rua, chamar a atenção das pessoas para o perigo das drogas” (Paranhos).

Veja as fotos no site do Paranhos: http://deputadoparanhos.com.br/album.php?idalbum=333

terça-feira, 25 de junho de 2013

LEI ESTADUAL - DIA ESTADUAL DE COMBATE ÀS DROGAS

A Lei Estadual 16.825, sancionada pelo governador Beto Richa no dia 9 de junho de 2011, é uma ação do deputado Paranhos para fortalecer a luta contra as drogas

No dia 16 de maio, a Assembleia Legislativa aprovou  por 43 votos favoráveis, o projeto de lei 177/11, apresentado pelo deputado Paranhos, e que instituiu no Paraná o Dia Estadual de Combate às Drogas.

Pelo projeto, ficou instituído o dia 26 de junho como data oficial para realização de manifestações públicas e atividades organizadas pelo poder público ou entidades da sociedade civil organizada.

A Lei 16.825 foi sancionada pelo governador Beto Richa no dia 9 de junho de 2011.  


“A Lei Estadual é mais um passo para fortalecer a nossa luta. É uma forma de mostrar à sociedade que essa é uma luta de todos e não apenas do Estado” (Paranhos)

Para o deputado Paranhos, o combate às drogas é mais do que um compromisso, é uma MISSÃO.  Missão que começou ainda na adolescência, quando ao sair de casa, com 15 anos, prometeu de joelhos à sua mãe que jamais roubaria ou usaria drogas.

Em Cascavel, onde começou sua vida pública, Paranhos intensificou essa luta, criando o CARTÃO VERMELHO PARA AS DROGAS, com o objetivo de alertar as crianças e, fazendo analogia com o futebol, ensiná-las a dizer NÃO às drogas.

CARTÃO VERMELHO PARA AS DROGAS!
O futebol é uma paixão das crianças e desde cedo a brincadeira preferida dos garotos, seja na escola ou fora dela. E no futebol, o cartão vermelho representa um NÃO do juiz ao infrator. 
É expulsão do campo de jogo. “Essa é uma mensagem simples que as crianças entendem”, diz Paranhos.

A ideia do CARTÃO VERMELHO nasceu há mais de 15 anos e hoje se tornou uma bandeira de toda a sociedade. Mais do que nunca é preciso que as pessoas se unam em torno desse objetivo: de expulsar os traficantes e as drogas para longe das famílias.

Do Cartão Vermelho surgiram outras iniciativas, como a “Caminhada contra as Drogas” e o “Ser Feliz sem Drogas”, projetos que foram criados para continuar mobilizando a comunidade e agregando crianças, jovens e adolescentes nessa luta.


CAMINHADA CONTRA AS DROGAS

A Caminhada vai para o quinto ano consecutivo e a cada ano reúne mais pessoas. É mais uma ação do deputado Paranhos, em parceria com outras entidades e igrejas, para chamar a atenção da sociedade e despertar as pessoas para a necessidade de se mobilizar contra esse mal.

“A caminhada é uma demonstração de que não podemos ficar apenas no discurso, de que precisamos nos mobilizar, ir para a rua, chamar a atenção das pessoas para o perigo das drogas” (Paranhos)


SER FELIZ SEM DROGAS
O projeto “Ser Feliz sem Drogas” vai ao encontro das crianças nos bairros, levando diversão e a ideia de uma vida saudável.

O projeto leva aos bairros brincadeiras (cama elástica, piscina de bolinhas, palhaços) para as crianças e serviços para a comunidade, como orientação psicológica às famílias, aferição de pressão arterial, corte de cabelo, distribuição de material informativo e educativo sobre as drogas.  

Para cativar as crianças, o projeto distribui pipoca, algodão doce, refrigerante e sorvete ao longo de todo o dia. 


“Nesse projeto a ideia é ir aos bairros e reunir a família. Para as crianças mostramos que a vida é muito mais interessante e divertida com esporte, brincadeira e amigos. E aos adultos repassamos orientações importantes sobre como ajudar os filhos a evitarem as drogas” (Paranhos)

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Cresce o uso de drogas ilícitas por adolescentes, aponta IBGE

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), em 2012, chegou a 9,9% a proporção de adolescentes que vivem nas capitais que já experimentaram drogas ilícitas
Cresceu o uso de drogas ilícitas por adolescentes de 2009 para 2012, sobretudo entre as meninas. É o que mostra pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quarta-feira (19). Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), em 2012, chegou a 9,9% a proporção de adolescentes que vivem nas capitais que já experimentaram drogas ilícitas, o que equivale a pouco mais de 312 mil jovens. Em 2009 quando foi feita a primeira pesquisa desse tipo, o porcentual foi de 8,7%.
Para garantir que o levantamento refletisse ao máximo a realidade, a pesquisa foi feita com entrega de equipamentos eletrônicos aos próprios adolescentes, que responderam com privacidade sobre hábitos e comportamento. Nas capitais, em 2009 6,9% das meninas disseram ter usado alguma droga, índice que subiu para 9,2% em 2012. O consumo entre os meninos ficou praticamente estável, oscilando de 10,6% para 10,7%. Em 2012 a pesquisa foi feita no País inteiro e o resultado foi de 7,3% de adolescentes com alguma experiência de uso de drogas. O levantamento anterior havia sido feito apenas nas capitais.
Foram entrevistados 109.104 alunos do 9° ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas em todo País, a grande maioria (86%) com idades de 13 a 15 anos. Os resultados foram projetados para o universo de 3,1 milhões de adolescentes que estudam no 9º ano. Embora a proporção pareça pequena, os técnicos do IBGE se espantaram com a revelação de que 0,5% dos adolescentes usou crack no período de 30 dias que antecederam a pesquisa, pois, em números absolutos, são 15 mil estudantes no País inteiro que já experimentaram a droga, que tem o maior potencial de dependência.
No caso das drogas lícitas, nada menos que sete em cada dez adolescentes já experimentaram alguma bebida alcoólica, proporção que teve pequena redução em relação a 2009, passando de 71,4% para 70,5%. No entanto, 50,3% informaram já ter tomado pelo menos uma dose, o que equivale a, no mínimo, uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de cachaça ou uísque. Esta pergunta não foi feita em 2009.
Solidão e bullying - Embora a pesquisa não tenha investigado as razões que levaram os adolescentes ao uso de bebidas alcoólicas e drogas e os efeitos causados, 16,5% dos jovens entrevistados disseram terem se sentido sozinhos nos 12 meses que antecederam a pesquisa. O sentimento de solidão é muito maior entre as meninas (21,7%) que entre os meninos (10,7%). As meninas também são mais suscetíveis à insônia em decorrência de preocupações: 12,85% delas disseram já ter perdido o sono, enquanto entre os meninos são apenas 6,3%.
Um quinto (20,8%) dos adolescentes pratica bullying, também revela a pesquisa do IBGE. De outro lado, 35,4% disseram ter sofrido agressão, humilhação e hostilidade por parte dos colegas sendo que 7,2% disseram que a prática é frequente e 28,2% afirmaram que acontece raramente ou às vezes. Pela primeira vez os adolescentes foram questionados se participam de ataques aos colegas, por isso não há comparação com 2009.
Maior do que a proporção de adolescentes que sofrem bullying sempre ou quase sempre, no entanto, é a de jovens que são agredidos por adultos da própria família. Pouco mais de 10% dos entrevistados disseram terem sido agredidos nos 30 dias anteriores à pesquisa. As meninas são mais vulneráveis (11,5% delas sofreram agressões) que os meninos (9,6%).
Os dados também revelam que é crescente a proporção de adolescentes que se envolvem em brigas com armas brancas (passou de 6,1% para 7,3%) e com armas de fogo (de 4% em 2009 para 6 4%).
Trabalho
Embora o trabalho de crianças e adolescentes até 13 anos não seja permitido pela lei brasileira, 8,6% dos alunos do 9º ano no País trabalham, mostram os dados do IBGE. A região Sul tem a maior proporção, com 11,9% de estudantes trabalhadores. O menor índice está no Sudeste, com 7,5%. Além disso, os adolescentes brasileiros se alimentam mal, veem TV demais e se exercitam de menos, mostra a pesquisa do IBGE. Guloseimas como doces, balas e chocolates estão em terceiro lugar no consumo dos estudantes, atrás apenas do feijão e do leite e à frente de frutas e hortaliças.
Quatro em cada dez adolescentes comem guloseimas cinco dias ou mais por semana e apenas três em cada dez comem frutas com a mesma frequência. Os técnicos do IBGE se surpreenderam com a informação de que apenas 22,8% dos alunos das escolas públicas comem os alimentos oferecidos nas escolas, apesar de 98% terem acesso a refeições oferecidas pela rede de ensino.
Em relação aos exercícios físicos, apenas três em cada dez adolescentes são considerados ativos (fazem 300 minutos ou mais de exercício por semana, o que equivale a uma hora de atividade física, cinco dias por semana). Quase oito (78%) em cada dez adolescentes veem televisão durante pelo menos duas horas por dia, tempo considerado excessivo pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Sexo
A PeNSE mostra ainda uma ligeira queda entre os adolescentes que já tiveram relação sexual e um aumento do uso de preservativos. Em 2012, 28,7% dos adolescentes já tinham tido relação sexual, proporção um pouco inferior aos 30,5% de 2009. Dos que têm experiência sexual, 79,5% dos adolescentes usaram camisinha na última relação, índice maior que os 75,9% de 2008.

Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Polícia Federal apreende uma tonelada de maconha na BR 277

Um homem de 26 anos foi preso; Toda droga estava em um carro pequeno


A apreensão realizada pela Polícia Federal na madrugada desta quarta-feira (12) chama a atenção pela quantidade de drogas e também pelo meio de transporte utilizado pelos traficantes.

Uma tonelada de maconha que lotavam o automóvel Voyage de São José dos Pinhais. 

A ação ocorreu na madrugada de hoje na BR 277. Os agentes em patrulhamento tentaram abordagem do suspeito em Santa Tereza do Oeste, mas ele não obedeceu à ordem de parada e fugiu em alta velocidade. 

Já nas proximidades de Cascavel, jogou o veículo contra a equipe policial, perdeu o controle da direção batendo contra um barranco. O rapaz que transportava a droga tentou fugir correndo para um matagal, mas foi alcançado e preso. 

O detido de 26 anos disse à PF que toda a maconha seria entregue aqui em Cascavel e pelo transporte receberia R$ 1 mil. 

Fonte: CATVE )http://catve.tv/noticia/9/61606/policia-federal-apreende-uma-tonelada-de-maconha-na-br-277)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

"Traficantes não vão dormir", afirma sargento após apreensão de crack

A equipe da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) realizou a maior apreensão de crack da história do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária do Paraná na noite de segunda-feira (3). Ao falar sobre o caso, o sargento Fahur, da PM, não poupou palavras ao jornalista André Almenara, que o entrevistou.

"Jovens e crianças deixarão de usar esta porcaria e deixarão de praticar furtos para comprar esta porcaria. Traficantes não vão dormir e eu vou descansar feliz", enfatizou o sargento.

"Devia ter pena de morte para traficante. Eles são covardes e matam pessoas por causa de R$ 100 para dar exemplo. É um mercado covarde, porque eles não encaram a Polícia Militar? São covardes e vagabundos. Podem atirar em mim, porque serão mortos e presos depois. Não tenho medo, porque se tivesse não usava uma farda da PM", desafiou.

Fonte: http://catve.tv/noticia/9/61083/traficantes-nao-vao-dormir-afirma-sargento-apos-apreensao-de-crack

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Saiba o que é o Cartão Recomeço


Conheça o programa que o governo do estado de São Paulo lançou.


O que é?

É um benefício que será usado para a recuperação de dependentes químicos em entidades especializadas.
O benefício será para os dependentes que procurarem recuperação voluntariamente. O paciente receberá um cartão com os seus dados, o Cartão Recomeço. Este servirá para controlar a sua presença ao longo do tratamento.


O dependente ou sua família recebem algum valor em dinheiro?
Não. O pagamento será realizado diretamente às entidades de recuperação especializadas.


O dependente ou sua família recebem algum valor em dinheiro?
Não. O pagamento será realizado diretamente às entidades de recuperação especializadas.
O valor disponibilizado para a recuperação do usuário é o equivalente ao tempo necessário para sua recuperação. Serão R$ 1.350,00 por mês.
A duração do benefício é de até 180 dias (seis meses), considerado por especialistas o tempo adequado para a recuperação do dependente.


Quantas pessoas serão atendidas?
Nesta primeira fase do projeto, serão atendidos 3 mil dependentes químicos.

Em quais cidades?
São 11 cidades participantes desta primeira etapa. São elas: Diadema, Sorocaba, Campinas, Bauru, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José dos Campos, Osasco, Santos e Mogi das Cruzes.


E a capital?
Na capital o Programa Recomeço já atende os dependentes químicos por meio do Cratod e do convênio com a Missão Belém.

O que mais o Estado está fazendo para combater o crack?
Além do Programa Recomeço, com o Cratod e a Missão Belém, há o atendimento realizado pela Comunidade Terapêutica Bairral em Itapira. Ao todo, o Estado conta com 910 leitos para o tratamento de dependentes químicos.

Clínicas de recuperação devem ser fiscalizadas

Temos acompanhado matérias veiculadas por algumas emissoras de televisão e que vem abordando o tema da assombrosa evolução do consumo de drogas em nosso país e, paralelamente, a quase total ausência de políticas responsáveis e eficientes vigentes que visem combater ou remediar o grave problema. Relevante questão levantada foi também a da existência e atuação de clínicas de recuperação de adictos – alcoólicos e outros dependentes químicos - que, entendemos, deve começar a ter rigoroso acompanhamento do Ministério Público e da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil.

Não estamos aqui a falar das clínicas sérias, estruturadas e que prestam um significativo serviço para os dependentes e para as suas famílias, embora quase todas elas sejam particulares e cobrem, pelo tratamento, elevados e quase impagáveis valores. A fiscalização se faz necessária por vários motivos e não somente pela notícia de que uma clínica da região de Atibaia teria sido fechada pela prática de maus tratos aos seus pacientes.

A situação, juridicamente, é curiosa e, entendemos, precisa ser urgentemente ajustada. Isto porque o paciente que dá entrada numa destas clínicas de recuperação e que seja maior de idade e capaz, ainda não interditado pelo Poder Judiciário, o que ocorre em pouquíssimas vezes, é impedido de exercitar o constitucional direito de ir, vir, permanecer e ficar já que referidas clínicas impedem que o paciente, ainda que dentro de suas capacidades psicológicas, resolva se pretende continuar o tratamento ou não, não repassando, muitas vezes, informações relevantes para o interno como, por exemplo, o tempo de duração do tratamento e a forma como o mesmo se dará.

Muitas vezes as próprias famílias encontram extremas dificuldades em dialogar com seus filhos e maridos encontrando injustificáveis barreiras para interromper a internação, ainda que assim o desejem fazer. Esse fato, entendemos, precisa de maior atenção porque nossa legislação garante ao maior e capaz a liberdade de decidir, lembrando que o fato do paciente ser usuário de drogas e estar internado não lhe retira a capacidade civil, só perdida, repita-se, por meio de decisão judicial.

Outra situação que merece sublinhada atenção é a das chamadas “contenções”, verdadeiras celas nas quais os pacientes recém chegados, repreendidos ou advertidos pela clínica passam dias sem ver a luz do sol e sem direitos básicos, como o da privacidade. Tanto a situação é duvidosa, sob o ponto de vista da legalidade destes espaços, que referidos ambientes sequer são apresentados aos familiares quando da escolha da clínica e deveriam, também por isso, sofrer rigorosa fiscalização pelos órgãos competentes. Outra irregularidade que facilmente poderá ser verificada é o convívio de pessoas que são dependentes químicas com pessoas portadoras de deficiências mentais, o que, em tese, se mostra irregular. Em resumo, falta a transparência necessária para que se tenha como legítima a exploração comercial deste ramo.


Alexandre Arnaut de Araújo é advogado no escritório Araújo Advogados Associados e especialista em saúde suplementar em Campinas (SP) e no Rio de Janeiro.
Fonte:UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas

terça-feira, 7 de maio de 2013

Das drogas para as Paralimpíadas 2016

Michel Vidal, ex dependente químico, é promessa no remo paralímpico 2016


Sempre que se escuta a palavra “paralímpico”, a primeira referência a se fazer é à outra palavra: superação. Os significados do termo, tais como - passar por cima; passar ou ir além; ser ou ficar superior; sobrelevar-se: superar a expectativa.

Vencer, subjulgar, dominar, dobrar. Fazer desaparecer, remover, resolver: superar todas as dificuldades – apesar de muitas, não descrevem em sua totalidade a história de Michel Vidal, cabeleireiro, atleta, cozinheiro e, principalmente, vencedor.

Dentre todos esses significados, há mais um: “superar a resistência do adversário”. O que dizer quando o tal adversário é você mesmo?

“Estava passando por uma grande dificuldade, um dos meus maiores problemas era sentir dor física para trabalhar, o outro era a droga, seja lícita ou ilícita. Eram os adversários dentro de mim. Percebi que tinha que fazer algo que, além de me aliviar de tais dores, me motivasse, me trouxesse conquistas”, responde Michel.

Através dessa percepção, Vidal, que já se interessava como expectador por esportes aquáticos, procurou Cesar Augusto Moreira Silva, conceituado técnico de vencedores atletas paralímpicos.

Aos 22 anos, Michel sofreu um grave acidente de motocicleta que lhe afetou uma perna, causando um bloqueio no joelho, e um braço. A partir daí, foram mais de 20 cirurgias, um ano em cadeira de rodas e mais alguns às voltas com o gesso.

Devido ao tratamento e às imensas dores físicas, ficou dependente de morfina e outros analgésicos e, como normal a todo jovem que de uma hora para outra se vê “preso” a uma cadeira de rodas, entrou em depressão e procurou no álcool e nas drogas uma forma de se anestesiar da situação em que se encontrava.

“Foi uma época muito difícil, arrumava os mais variados motivos para me drogar, não encontrava felicidade em nada, vivia para usar e usava para viver”, conta. “Certo dia percebi o quanto estava me destruindo, o sonho da minha vida, que é o Studio Michel Vidal, construído com muito esforço, estava deixando em segundo plano, acordava tremendo, sem condições de trabalhar, brindei por quatro anos”.

Em pouco mais de três meses de treino no remo, Michel tornou-se campeão paulista e vice-campeão brasileiro na categoria. Uma história de superação que vale a pena ser conferida. 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Adultos usuários de drogas terão atendimento 24 horas em Curitiba


Os Centros de Atenção Psicossocial de Curitiba (Caps) Álcool e Drogas, localizados nos bairros Portão e Cajuru vão atender 24 horas por dia, todos os dias da semana. O novo horário de funcionamento entrou em vigor neste sábado (6) e amplia de forma significativa a atendimento prestado nas duas unidades.

Os dois CAPs são as primeiras unidades de atendimento a adultos usuários de álcool e drogas a funcionar em período integral. O Caps Centro Vida, no Portão, que já funcionava em tempo integral é voltado ao atendimento a crianças e adolescentes.

“Melhorar a estrutura para poder ampliar os horários de atendimento é permitir principalmente para a população mais vulnerável ter um ponto de referência, um ponto de apoio e atendimento a qualquer hora do dia e da noite”, afirma o prefeito Gustavo Fruet que visitou a unidade do Portão na manhã deste sábado, acompanhado pelo secretário municipal da Saúde, Adriano Massuda. O prefeito reafirmou como ação prioritária da atual gestão o aumento da capacidade e qualidade de atendimento em saúde, o que inclui o aumento no número de leitos e maior articulação com as entidades terapêuticas.

Ao todo, serão 21 vagas para acolhimento noturno no serviço de saúde mental, sendo 12 no Caps AD III Cajuru e nove no Caps AD III Portão. Cada um destes serviços registra uma média mensal de 200 atendimentos. Além da infraestrutura, a equipe de assistência à saúde também ganhará reforço, com a contratação de mais enfermeiros e auxiliares de enfermagem.

O secretário Adriano Massuda explicou que o horário integral representa o aumento de 36 leitos para este atendimento nos primeiros 100 dias da gestão atual. Esta ação, disse o secretário, enfrenta a limitação de leitos para saúde mental existente em Curitiba. Ele explicou que além do fortalecimento da Rede de Saúde Mental será ampliada a integração com a Rede de Urgência e Emergência. “Hoje, um paciente que chegar em crise a uma unidade de urgência e emergência, será atendido, estabilizado e encaminhado para o CAPS, a qualquer hora”. Os pacientes também podem procurar diretamente o Caps.

Outra boa notícia para a saúde em Curitiba é a previsão de ampliação em 50 novos leitos para psiquiatria em hospitais gerais, ainda neste ano, com apoio do Ministério da Saúde.
Ações
Uma das primeiras ações da atual gestão foi a avaliação da rede de saúde mental da cidade que se mostrou insuficiente para atender à demanda, o que resultou numa ação rápida para a abertura de vagas para acolhimento noturno nestes dois Caps juntamente com a ampliação do horário de atendimento.

O próximo passo, explica o secretário de Saúde, é chegar ao morador de rua, através dos Consultórios de Rua, que vão começar a funcionar em breve. “Grande parte dessa população é usuária de drogas e de álcool e dificilmente procura uma unidade de saúde para atendimento, seja por motivos decorrentes da dependência química ou por outros motivos de saúde. Com os consultórios móveis, os profissionais de saúde é que vão até essa população”, afirma.

Transtorno mental
Ainda neste semestre, será aberto um novo serviço que funcionará 24 horas, sete dias por semana, no bairro Boqueirão, destinado ao atendimento de pacientes com transtorno mental. O Caps contará com 11 vagas para acolhimento noturno e capacidade para atender até 420 usuários por mês.

Os Caps Bigorrilho e Boa Vista também passarão a funcionar em período integral para atender usuários de transtorno mental, cada um com dez vagas para acolhimento noturno. “Essa mudança permite que usuários em crise sejam atendidos, durante a noite ou nos finais de semana, pela mesma equipe de referência que os atende diariamente”, explica o diretor do Centro de Assistência à Saúde da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba, Marcelo Kimati.

O objetivo é que nos próximos quatro anos, cada uma das nove regiões da cidade conte com pelo menos um Caps para atendimento a usuários de álcool e drogas e um Caps para atendimento aos portadores de transtornos mentais, com uma média de 45 vagas de acolhimento noturno para os dois serviços.

A partir desta segunda-feira (8), os Centros Municipais de Urgências Médicas (Cmums) contarão com uma interconsulta psiquiátrica aos pacientes da saúde mental, sejam eles portadores de transtornos ou usuários de álcool e drogas. “Essa ação pretende qualificar o atendimento nas unidades de urgência e emergência e aumentar o fluxo dos pacientes entre essas unidades e os Caps”, informa Kimati.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

segunda-feira, 11 de março de 2013

Falsa grávida é presa com drogas na barriga em Guaíra, no Paraná




Mulher amarrou a droga na barriga e disse à polícia que estava grávida. 
Apreensão foi realizada na manhã de quinta-feira (7), no oeste do PR.


Uma mulher de 32 anos foi presa pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) com 3,75 kg de haxixe e 91 g de maconha escondidos em uma barriga falsa, em Guaíra, no oeste do Paraná. Ela estava em um ônibus e foi presa durante uma fiscalização de rotina na BR-272.

Com várias passagens pela polícia pelo crime de tráfico de drogas e procurada pela Justiça, a passageira foi presa em flagrante na manhã de quinta-feira (7) e encaminhada para a Polícia Federal (PF), também em Guaíra.
Durante a vistoria no ônibus, que fazia a linha Guaíra/Palotina, os policiais desconfiaram do forte cheiro do que suspeitavam ser de algum tipo de droga. Chamou a atenção também o fato de a passageira estar vestida com um casaco de frio, já que a temperatura no momento era de 30°C.


Questionada pelos policiais, a suspeita confirmou a gestação mas disse não se lembrar com certeza de quanto tempo e que estaria usando uma cinta para disfarçar a barriga e que seus familiares não poderiam saber da condição. Quando os policiais pediram para que ela mostrasse a cinta, ela confessou e disse que estava transportando a droga junto ao corpo, simulando a gravidez.
Em depoimento, a mulher informou que recebeu o entorpecente em Guaíra, mas não revelou quanto receberia pelo serviço




Fonte: G1
Foto: Divulgação PRF

terça-feira, 5 de março de 2013

PRF apreende carreta com 882 kg de maconha que viria para Maringá


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 882 quilos de maconha na rodovia BR-369, em Campo Mourão (a 92km de Maringá), na noite de terça-feira (26). Os 947 tabletes da droga estavam camuflados em pranchas de madeira e móveis.
A carreta - com placas de Laguna (SC) - que transportava a carga foi abordada em frente ao posto da PRF por volta das 20h30. Os policiais estranharam o nervosismo do condutor Cícero José Alves e resolveram vistoriar a carga. No interior das pranchas os policiais encontraram a maconha.
Alves disse aos policiais que o caminhão havia sido carregado em Cascavel, no oeste do Paraná, e tinha como destino Maringá. Ele foi preso e encaminhado para a delegacia de Campo Mourão juntamente com o caminhão e a droga.

Fonte: O Diário
Foto: PRF

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Garota de 17 anos é apreendida com oito fuzis em Santa Terezinha de Itaipu


Moradora de São Miguel do Iguaçu (PR), a menor de idade foi encaminhada para a Delegacia Especial do Adolescente (DEA) em Foz do Iguaçu
Uma adolescente de 17 anos foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) com oito fuzis de vários modelos e calibres alem de 6,5 quilos de pasta base de cocaína na noite desta terça-feira (26) em Santa Terezinha de Itaipu.
A garota foi abordada durante fiscalização de rotina na BR-277, não obedeceu a ordem de parada, mas foi perseguida e apreendida pelos policiais. As armas e drogas estavam em compartimentos falsos do carro com placas de São Paulo. O veículo em que ela trafegava possui registro de furto.
Moradora de São Miguel do Iguaçu (PR), a menor de idade foi encaminhada para a Delegacia Especial do Adolescente (DEA) em Foz do Iguaçu. De acordo com o investigador Marcelo Rocha, ela contou que pegou o carro em Foz e levaria até Cascavel (PR), mas não deu detalhes sobre quem a contratou.
A polícia suspeita que as armas seriam levadas para grandes centros do Brasil. “Cascavel não tem mercado consumidor para oito fuzis”, comenta o policial.

Fonte: Gazeta do Povo
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/