sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Capacitação de Multiplicadores de Ações de Prevenção às Drogas.

Conheça mais sobre as ações da Coordenadoria Estadual Antidrogas


Vivemos hoje em um país formado pela multiplicidade cultural de cidadãos oriundos de etnias e crenças distintas, que fazem com que existam formas singulares de vivenciar o cotidiano. Constituímos uma sociedade que transmite valores de referência positivos às suas gerações, mas que estimula também o consumismo, o imediatismo, o individualismo e a competitividade, valores estes que têm subsidiado muitas vezes uma estrutura social disfuncional, onde a droga, lícita ou ilícita, se estabelece como meio para atingir o status quo exigido e esperado.

O uso de drogas é um fenômeno mundial e acompanha a humanidade desde primordios. Hoje, apesar de variar de região para região, afeta praticamente todos os países. Entretanto, nas últimas décadas, as tendências do uso de drogas, especialmente entre os jovens, começaram a convergir. No mundo todo, cerca de 200 milhões de pessoas – quase 5% da população entre 15 e 64 anos – usam drogas ilícitas pelo menos uma vez por ano. Cerca de metade dos usuários usa drogas regularmente, isto é, pelo menos uma vez por mês. A droga ilícita mais consumida no mundo é a cannabis (maconha e haxixe). Cerca de 4% da população mundial entre 15 e 64 anos usa cannabis enquanto 1% usa estimulantes do grupo anfetamínico, cocaína e opiáceos. O uso de heroína é um grave problema em grande parte do planeta – 75% dos países enfrentam problemas com o consumo da droga (UNODOC, 2008).
Muitas vezes gostaríamos que as drogas simplesmente não existissem, principalmente quando vemos pessoas a quem amamos sofrendo em consequência do envolvimento com elas. Porém, as drogas sempre fizeram parte da cultura e sempre estiveram presentes nas sociedades humanas.

Cabe-nos o seguinte questionamento: o que mudou? Mudou o comportamento das pessoas diante da droga. Do uso social ao problemático, o álcool é a droga lícita mais consumida no mundo. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 2 bilhões de pessoas consomem bebidas alcoólicas. Seu uso indevido é um dos principais fatores que contribuem para a diminuição da saúde mundial, sendo responsável na América Latina por cerca de 16% dos anos de vida útil perdidos, índice quatro vezes maior do que a média mundial. Segundo dados do I Levantamento Nacional sobre os Padrões de Consumo do Álcool na População Brasileira, de 2007, as bebidas alcoólicas são as substâncias psicotrópicas mais utilizadas por adolescentes entre 14 e 17 anos.

O que podemos fazer é tentar evitar que as pessoas se envolvam com drogas precocemente, especialmente com o álcool, desenvolvendo estratégias educativas e preventivas junto aos pais, cuidadores e educadores. Aos que já se envolveram, cabe-nos ajudá-los a evitar que se tornem dependentes; aos que já se tornaram dependentes, cabe-nos oferecer os melhores meios para que possam abandonar a dependência, auxiliando-os a se reinserirem na sociedade. Se, apesar de todos os nossos esforços, eles continuarem a consumir drogas, temos a obrigação de orientá-los para que o façam da maneira menos prejudicial possível.

Uma das melhores estratégias da prevenção é a informação. É preciso saber sobre as drogas, especialmente sobre seus riscos. Drogas podem causar danos à saúde, além de diminuir a percepção de perigos. Por alterar o nível de consciência, o uso de drogas pode levar a práticas arriscadas, como sexo sem preservativo ou compartilhamento de seringas e outros materiais que podem transmitir doenças, como o HIV/Aids e a hepatite.
Para auxiliar na compreensão, desenvolvimento de estratégias de enfrentamento ao uso indevido de drogas lícitas e ilícitas e influir no frágil equilíbrio entre demanda e oferta para se obter reduções no Estado do Paraná, o Conselho Estadual Antidrogas (CONEAD) e a COORDENADORIA ESTADUAL ANTI DROGAS (CEA) lançam este caderno, o qual objetiva divulgar informações para multiplicadores que estimulem a criação de novos Conselhos Municipais Antidrogas (COMADs), fornecendo o suporte técnico-teórico necessário para a elaboração de documentos, divulgando a estrutura das três esferas de governo e informações sobre a rede de serviços de atenção ao dependente químico.
 
Baixe a cartilha neste endereço: http://www.antidrogas.pr.gov.br/arquivos/File/Cartilha_Multiplicadores.pdf
 
Fonte: Sonia Alice Felde Maia CEAD/SEJU

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

PM apreende 300 kg de maconha após denúncia

Mais de 300 kg de maconha foram apreendidos na tarde deste sábado (17) pela Polícia Militar. Os policiais chegaram até a droga através de uma denúncia anônima.

“De posse das informações as equipes se deslocaram para a rua Júlio Szymanski, região do Lago em Cascavel., onde foi localizado sete fardos com aproximadamente 50kg cada. Vamos fazer uma contagem mais precisa, mas a apreensão resultou em cerca de 350kg do entorpecente”, explica o tenente da PM, Diego Astori, que ainda esclarece que a polícia continua a investigação para encontrar os donos da droga.

A moradora da casa foi encaminhada ao 6º Batalhão da Polícia Militar para prestar depoimento. Os policiais já identificaram o homem que estaria armazenando a droga no local e tentam localizá-lo.

Fonte: http://www.bemparana.com.br/
Foto: Ilustrativa de http://www.pmcascavel.com.br

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Prática de internação forçada de meninos de rua usuários de drogas pode ser adotada também em São Paulo

A internação forçada de meninos de rua usuários de drogas, recurso já utilizado no Rio de Janeiro, pode ser adotada também na cidade de São Paulo. Parecer da Procuradoria Geral do Município recomenda modelo semelhante ao adotado na capital fluminense – que, entre 3 de junho e 19 de julho, recolheu 51 crianças e adolescentes que estavam em cracolândias.

A medida é polêmica. O Jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem trazendo a opinião de especialistas sobre o assunto. Para o professor da Unifesp Dartiu Xavier da Silveira, a internação compulsória só é recomendável em casos graves. Segundo ele, nos outros casos o usuário de drogas tem que ter consciência do problema e aceitar o tratamento.

Coordenador do projeto Travessia, Clóvis Tadeu Dias defende que o tratamento compulsório por si só não funciona e que é preciso trabalhar também com a família e a comunidade. Por outro lado, para o presidente da Comissão de Direito Infantojuvenil da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP) Ricardo Cabezón, a internação forçada se justifica, uma vez que é dever do Estado zelar pelo bem-estar do cidadão. Mas ele ressalta que é necessário acompanhar o tratamento dado.

O professor da Unifesp Ronaldo Laranjeira acredita que a internação compulsória é “um ato de coerção com compaixão”. “Atendo em clínica particular e não tenho dúvida em pedir a internação quando é necessário e o paciente não quer. As famílias sempre me apoiam. Creio que o Estado deve fazer o mesmo. Não fazer é omissão”, afirmou para a reportagem do jornal.

De acordo com o Defensor público Flávio Frasseto, é ilegal a internação ser determinada pela Justiça sem avaliação clínica. “Mas se a Justiça definir que o jovem deve ser avaliado compulsoriamente pelo psiquiatra, isso é legal”, disse Frasseto.


Como funciona

O processo de internação compulsória da criança e do adolescente usuário de crack na cidade do Rio de Janeiro possui três fases: recolhimento, triagem e internação.

Num primeiro momento a criança/adolescente é retirado da rua por assistentes sociais. Na segunda etapa, são contatados os seus familiares e é verificado se eles têm condições de resgatar a criança/adolescente. Além disso, um médico avalia se o acolhido é ou não dependente químico.

Na terceira etapa, no caso de a família não ser encontrada ou não ter condições de cuidar da criança/adolescente, a situação é encaminhada para o Ministério Público, que pedirá a Justiça a internação compulsória.



Nota pública da Secretaria de Direitos Humanos

Em julho, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República divulgou nota pública ressaltando que esteve no Rio de Janeiro para conhecer o trabalho que está sendo realizado no acolhimento de crianças e adolescentes em situação de rua e uso de crack.

Na nota, a SDH “avalia que o procedimento adotado no Rio de Janeiro não contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente, uma vez que a medida protetiva de acolhimento está prevista no art. 98 e tem sido respaldada, no caso, por autorização judicial, conforme prevê o art. 101, que estabelece que o acolhimento institucional seja uma medida provisória e excepcional, utilizada como forma de transição para a reintegração familiar e comunitária”.

Manifestação de repúdio

Também em julho, uma manifestação de repúdio à internação compulsória foi realizada no Rio de Janeiro. O ato, chamado de Recolher não é Acolher, contou com a participação da OAB/RJ, de representantes do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), dos conselhos profissionais regionais de Serviço Social, Enfermagem e Psicologia e de organizações de defesa dos direitos da infância, com o apoio das comissões de Direitos Humanos e de Política sobre Drogas da Seccional.

A mobilização resultou em um manifesto que defende que “a expansão do uso do crack e de outras drogas baratas disponibilizadas para as classes empobrecidas é um fato complexo, que requer ações diferentes do recolhimento compulsório de pessoas. Exige abordagem processual e o estabelecimento de relações de confiança e adesão que, como se sabe, não provocam efeito imediato e midiático. Requer ainda, uma ação multidisciplinar e intersetorial entre a saúde, a assistência social, a educação e a cultura, o esporte e o lazer, e demais políticas”.

Fonte:  Informações do jornal Folha de S. Paulo, da Secretaria de Direitos Humanos e da OAB do Rio de Janeiro

Nota pública da SDH sobre o acolhimento de crianças e adolescentes em situação de rua e uso de crack na cidade do Rio de Janeiro

Sobre o acolhimento de crianças e adolescentes em situação de rua e uso de crack na cidade do Rio de Janeiro, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) vem a público esclarecer:

- A SDH tem acompanhado a ação conduzida pela Prefeitura do Rio de Janeiro para o acolhimento a crianças e adolescentes em situação de rua e uso de crack, e esteve na capital na última semana para conhecer o trabalho que está sendo desenvolvido, com visita a um dos abrigos, reuniões com equipes municipais e duas audiências publicas;

- A SDH reconhece os esforços do governo municipal em enfrentar uma realidade de violação dos direitos de crianças e adolescentes em situação de rua e uso de crack, buscando assegurar o direito à vida e a um desenvolvimento saudável desses grupos;

- A SDH avalia que o procedimento adotado no Rio de Janeiro não contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente, uma vez que a medida protetiva de acolhimento está prevista no art. 98 e tem sido respaldada, no caso, por autorização judicial, conforme prevê o art. 101, que estabelece que o acolhimento institucional seja uma medida provisória e excepcional, utilizada como forma de transição para a reintegração familiar e comunitária;

- A SDH manifesta preocupação com o fato de que a abordagem às crianças e adolescentes é feita por educadores sociais acompanhados de policiais e que os adolescentes são imediatamente encaminhados para a delegacia, mesmo sem flagrante delito. Nesse sentido, a Secretaria de Direitos Humanos sugere a revisão do Protocolo do Serviço Especializado em Abordagem Social;

- A SDH recomenda que a equipe de saúde que atende a estes meninos e meninas encaminhados ao acolhimento institucional pertença ao Sistema Único de Saúde (SUS) do município, com retaguarda no próprio abrigo e também na rede municipal de serviços, tanto para atendimento clinico geral como atenção especializada em saúde mental;

- A SDH recomenda ainda que o acolhimento institucional siga as regras estabelecidas pela Lei 12.010/09, que determina a necessidade de um plano individual de atendimento, com ações de apoio familiar e de restituição de direitos (à escola, à saúde, alimentação, atividades culturais e de lazer, entre outros), bem como uma avaliação periódica do abrigado para analisar condições de reintegração familiar e comunitária;

- Responsável pela coordenação da política nacional de promoção dos direitos da criança e do adolescente, a SDH se colocou à disposição da Prefeitura para discutir os ajustes que forem necessários ao procedimento adotado;

- Por fim, cabe informar que o Governo Federal constituiu grupo de trabalho, coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos e pelo Ministério da Saúde, para propor serviços para atendimento de crianças e adolescentes com uso severo de crack.

Fonte: Secretaria de Direitos Humanos

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Paranhos apresenta projeto para ampliar restrições ao cigarro no PR

Projeto propõe proibir venda de cigarros e bebidas alcoólicas em locais de concessão pública, como rodoviárias, aeroportos, parques e calçadões.

Em pronunciamento ontem na tribuna da Assembleia, aproveitando a comemoração do Dia Mundial de Combate ao fumo, o deputado Leonaldo Paranhos (PSC) convocou os colegas deputados e o Governo do Estado para endurecer a luta contra o tabaco. “A data deve servir para reflexão, principalmente dos governos, pois me parece que há contradição enorme a ser corrigida: enquanto o tabaco provoca doenças e mortes e um custo de bilhões ao Sistema Único de Saúde, os governos se beneficiam dos impostos que arrecadam com a venda do cigarro”.
Segundo Paranhos, é preciso apertar o cerco contra o cigarro, a começar por limitar a produção, oferecendo alternativas aos produtores que ainda trabalham com a cultura. “Precisamos incentivar os produtores do nosso estado a substituir a cultura do fumo por outra. O governo deve, por uma questão de inteligência, incentivar essa substituição a curto, médio e longo prazo, através da Secretaria de Agricultura e Emater”.

NOVA LEI

O deputado Paranhos enfatizou a necessidade de se ampliar essa guerra “contra o cigarro e pela saúde”. “Estamos apresentando um projeto de lei, que determina a proibição da venda de cigarros e bebidas alcoólicas em locais de concessão pública, como lanchonetes, quiosques e restaurantes localizados em rodoviárias, aeroportos, parques, calçadões e logradouros públicos”. Para o parlamentar do PSC, é um enorme contra-senso o Estado permitir a venda de cigarros em concessões públicas, sabendo que o cigarro é a causa de diversas doenças, que vão gerar demandas no serviço de saúde”.

Caso aprovado e transformado em lei, o projeto prevê punições que vão desde uma advertência por escrito, multa de até R$ 10 mil reais por infração cometida e até o cancelamento da inscrição estadual que permite o funcionamento do estabelecimento comercial.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Momento PROERD uma ideia legal


O policial Luiz Carlos é policial aposentado(RR) e faz parte da 1ª turma de instrutores do Estado do Paraná que começou no ano de 2000.

Agora na aposentadoria Luiz Carlos tem um programa na Rádio Agape AM 1400 em Campo Largo Paraná site http://www.radioagapeam.com.br, chamado Momento PROERD onde fala sobre prevenção e muito mais, além de divulgar de montão nosso site, é um grande colaborador.

A boa idéia é que ele pegou a voz dos artista que aqui estão dando seu depoimento contra as drogas como, Raul Gil, Luan Santana, Bernardinho, Grupo Tradição e o nosso querido Willmutt e quem através da rádio descobrisse o nome do artista que estava fazendo o depoimento ganhava um premio, ou seja, uma maneira divertida e alegre e incentivar o caminho do bem.

O PROERD

O Programa Educacional de Resistência às Drogas - PROERD é a adaptação brasileira do programa norte-americano Drug Abuse Resistence Education - D.A.R.E., surgido em 1983. No Brasil, o programa foi implantado em 1992, pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, e hoje é adotado em todo o Brasil.

O Programa possui como material didático o Livro do Estudante, o Livro dos Pais e o Manual do Instrutor, auxiliando aos respectivos alunos e Policiais PROERD no desenvolvimento das lições.

O Programa consiste em uma ação conjunta entre as Policias Militares, Escolas e Famílias, no sentido de prevenir o abuso de drogas e a violência entre estudantes, bem como ajudá-los a reconhecer as pressões e as influências diárias que contribuem ao uso de drogas e à prática de violência, desenvolvendo habilidades para resisti-las.

O PROERD é mais um fator de proteção desenvolvido pela Polícia Militar para a valorização da vida, que imbuía de sua missão institucional, vem de uma sociedade mais saudável e feliz.

domingo, 7 de agosto de 2011

Drogas: escolas devem assumir seu papel na prevenção

Drogas na escola — um tema complexo, perverso e presente. Por isso, mereceu uma palestra dentro das atividades pedagógicas promovidas pela 16ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, proferida pelo psiquiatra Ronaldo Laranjeira, diretor da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad), da Escola Paulista de Medicina. "Esse não é só um assunto restrito ao universo escolar. É um problema social que se estende à escola", afirmou o médico.


Sendo assim, Laranjeira enumerou as razões pelas quais o mercado das drogas e do álcool se propaga de maneira voraz no Brasil. "Nossa leis são insuficientes e frouxas; não há restrição de propagandas e vendas; não há campanhas preventivas permanentes e, finalmente, não há uma organização efetiva dos serviços para tratamento de dependentes químicos." Para Laranjeira, o assunto deve ser tratado na escola com abordagem informativa e preventiva — mas professores não devem esperar que, com isso, seus alunos estejam livres do envolvimento com drogas.

Laranjeira cita fatos, alguns comprovados em pesquisas de campo realizadas pela Uniad. "Em outros países democráticos, são proibidas propagandas de cigarros e bebidas alcoólicas — geralmente, com apelos e mensagens subliminares de liberdade sedutoras aos adolescentes. No Brasil, são liberadas. Qualquer criança compra cigarros ou álcool com a maior facilidade no Brasil — saímos às ruas com meninos de 8 a 12 anos, em pesquisa da Escola Paulista de Medicina, e todos os estabelecimentos venderam esses produtos a eles. Em outra pesquisa, no bairro Jardim Ângela (local considerado, estatisticamente, o mais violento da periferia de São Paulo), constatamos que há um bar para cada 10 casas", relatou.

Núcleo de resistência

Mesmo que a escola sozinha não consiga refrear o uso de drogas entre seus alunos — algumas delas têm traficantes matriculados —, os professores podem combater essa tendência tratando insistentemente do tema em sala de aula. "Cada escola deve ser um núcleo de resistência, com base na cidadania. Envolver alunos e a comunidade é agir localmente pensando globalmente", avaliou Laranjeira. As dúvidas sobre abordagem do tema em sala eram inúmeras entre os professores, que, lecionando em escolas próximas a favelas e nas periferias das grandes cidades, sentem-se acuados pela violência.

Informação e prevenção

"O professor não deve ter medo de falar do assunto, de mostrar que está preocupado com seus alunos e que também pode oferecer ajuda e apoio", argumenta Laranjeira. "Ainda mais sendo o tema drogas incluído nos Parâmetros Curriculares Nacionais. O assunto tem de ser abordado quando os alunos estão entre os12 e 13 anos. Essa é a idade da virada, do despertar para a vida adulta. Se o tema for tratado depois que os adolescentes tiverem contato com as drogas, fica mais difícil de controlar", adverte o psiquiatra.

Laranjeira reconhece que a maioria dos professores está mal aparelhada para tratar do tema, dada sua complexidade social e os níveis de agressividade que muitos alunos dependentes químicos atingem. Segundo ele, é importante que o professor busque informações sobre as drogas e seus efeitos. Com a finalidade de prover educadores de tais informações, Ronaldo Laranjeira lançou o livro Mitos e verdades (Ediora Contexto), no qual aborda o alcoolismo e todos os tipos de drogas, além de classificar diferentes formas de contato com tais substâncias: uso, abuso e dependência. "É importante ter isso em mente, para saber como deve ser a abordagem. E, no caso da prevenção, é mais importante ainda frisar que ela só funciona se feita precocemente — senão, a batalha estará quase perdida."


Fonte: Brasil na escola

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Novo dispositivo detecta drogas através da impressão digital

Novo dispositivo criado no Reino Unido é capaz de identificar substâncias químicas no organismo de uma pessoa por meio da análise de sua impressão digital - cocaína, maconha e nicotina, por exemplo, podem ser detectadas em poucos minutos com a nova tecnologia.

A tecnologia desenvolvida pela Intelligent Fingerprinting, uma companhia ligada à Universidade do Leste de Anglia, em Norwich, na Inglaterra, consegue visualizar a identidade da pessoa e também detectar a presença de certo número de drogas.

O o reconhecimento das substâncias por meio das impressões digitais se dá com o uso de anticorpos mortos que são aplicados nas digitais juntamente com nanopartículas de ouro presentes no dispositivo, diz o site CNet.

Se as impressões digitais ficarem com uma cor forte e luminosa após o contato com os anticorpos, é sinal que indivíduo faz uso de substâncias químicas.

Segundo o site New Scientist, o dispositivo pode detectar em poucos minutos a presença de drogas no organismo de uma pessoa. A nova tecnologia também foi apresentada na Conferência Internacional de Ciências Criminais em Londres.

Fonte: Terra notícias

sábado, 23 de julho de 2011

Mais um talento vencido pelas drogas

A morte de Amy Winehouse aos 27 anos coloca ponto final em uma das mais inconstantes trajetórias da música contemporânea. Com talento vocal impressionante, a cantora britânica foi unanimidade em duas características opostas: talento e polêmicas. Com capacidade vocal inquestionável, suas performances eram apenas atrapalhadas por seu principal problema: o abuso de álcool e drogas.

Enquanto sua carreira musical disparava, Amy enfrentava problemas na vida pessoal, especialmente com as drogas. Em diversas entrevistas, ela relatou ter problemas com depressão, alimentação e abuso de entorpecentes. A partir de 2005, começaram a vir à tona diversos as polêmicas com alcoolismo, perda de peso e frequente uso de drogas.

Os problemas pareceram piorar quando começou a se relacionar com o diretor de videoclipes Blake Fielder Civil, que, de acordo com pessoas próximas a ela, inclusive seu pai, foi o responsável por lhe apresentar a heroína e o crack. Os dois se casaram em 2007 e foi nesse ano que a cantora foi presa pela primeira vez, por posse de maconha, fato que viria a se repetir ainda algumas vezes em sua vida, por acusações como agressão e distúrbio de ordem pública.
Em agosto de 2007, Amy cancelou diversos shows na Europa alegando exaustão e saúde debilitada. Durante essa época, ela foi hospitalizada por, supostamente, overdoses de heroína, ecstasy, cocaína e álcool. No ano seguinte, a cantora chegou a ser novamente presa por posse de drogas, e foi internada em clínicas de reabilitação.
Amy fez uma carreira repleta de músicas pessoais e cativantes, escândalos por seu comportamento e envolvimento com drogas e álcool. Nos últimos tempos, ela fez poucos shows e foi criticada pela indústria musical: além de desapontar alguns fãs ao fazer apresentações muito curtas, muitos especialistas afirmaram que sua potência musical, característica marcante da cantora, estaria menor.

Nos meses mais recentes, no entanto, as coisas pareceram começar a se acertar. Amy, já divorciada de Blake Civil desde 2009, assumiu um relacionamento estável com o diretor de filmes Reg Traviss, que em março de 2011 confirmou que estava há um ano com a cantora, garantindo que ela se mostrava saudável e feliz - fato corroborado por muitas fotos divulgadas pela mídia ao final de sua vida. A aparente recuperação da estrela foi confirmada quando ela anunciou uma pequena turnê europeia.

Contudo, no dia 18 de junho deste ano, Amy iniciou o giro no continente com o que acabou se tornando o último show de sua carreira, em Belgrado, na Sérvia. A cantora mal conseguiu se apresentar porque estaria muito bêbada, chegou a derrubar o microfone no chão e teria sido vaiada pelo público. Após a malograda apresentação, ela cancelou duas apresentações na Turquia e na Grécia, e, posteriormente, todas as outras etapas do tour. Seus representantes alegaram "problemas de saúde".

Na tarde deste sábado, a cantora foi encontrada morta em sua casa em Londres. Ao que tudo indica, a droga pode ter sido causadora da morte da cantora.

Fonte: Terra Noticias

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Governador destaca projetos de Paranhos na Semana Estadual de Combate às Drogas

Durante evento de abertura da 16ª Semana Estadual de Prevenção e Combate às Drogas nesta segunda-feira (27), no Palácio das Araucárias, o governador Beto Richa referiu-se diversas vezes à contribuição do deputado Paranhos (PSC) nas ações governamentais nessa área. “Tive a oportunidade e o privilégio de sancionar o projeto de lei do deputado Paranhos, criando o Dia Estadual de Combate às Drogas no Paraná (26 de junho), que vai simbolizar o envolvimento da sociedade paranaense e a luta de todos nós contra esse mal”, enfatizou o governador em seu pronunciamento.


Convidado para falar como presidente da Frente Parlamentar de Combate às Drogas, o deputado Paranhos ressaltou estar vivendo um dos dias mais felizes de sua vida, por estar tendo a oportunidade de contribuir com a sociedade paranaense. Paranhos ressaltou que assumiu o mandato no momento certo, por encontrar no governador Beto Richa um governante sensível à gravidade do problema. “O governador já deu exemplo ao implantar, na prefeitura de Curitiba, a primeira secretaria municipal antidrogas do Brasil”, lembrou.

Ainda em seu pronunciamento, o deputado Paranhos destacou outras ações propostas na Assembleia e que já estão sendo estudadas pelo governo, como as redes CRER, ORAR e SER, criando redes de recuperação de dependentes químicos, de orientação e de envolvimento dos servidores públicos.

Para o governador, o trabalho do deputado cascavelense tem sido fundamental nas ações do governo. “Quero reconhecer a participação do Paranhos, que tem um trabalho intenso nessa área e que hoje dá uma significativa contribuição ao Paraná através do seu mandato na Assembleia, inclusive com outras propostas que estudamos implantação em todo o estado”.

Estiveram presentes ao evento os secretários da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar; da Saúde, Michele Caputo Neto; da Justiça e Cidadania, Maria Tereza Uile Gomes; da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa; o procurador geral do Ministério Público, Olympio de Sá Sotto Maior Neto; o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci e diversos deputados estaduais e federais.




Fonte: Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Agora é Lei - 26 de junho é Dia Estadual de Combate às Drogas

Por 43 votos favoráveis, a Assembleia Legislativa aprovou nessa segunda-feira, 16, em primeira votação, o projeto de lei 177/11, que institui no Paraná o Dia Estadual de Combate às Drogas, de autoria do deputado Paranhos (PSC).

Pelo projeto, fica instituído o dia 26 de junho como data oficial para realização de manifestações públicas e atividades organizadas pelo poder público ou entidades da sociedade civil organizada. “A ideia é criar uma grande mobilização social, envolvendo entidades de classe, escolas, igrejas e ações de governo”, explica Paranhos.

Segundo o autor do projeto, o projeto pode ser um marco no combate às drogas. “Teremos uma data para simbolizar essa luta que é de toda a sociedade e, ao mesmo tempo, provocar a conscientização de que o problema é de todos e não apenas do Estado”, afirma.

domingo, 12 de junho de 2011

PF conclui que oxi é uma variação da cocaína e uma estratégia dos traficantes

Após análise em laboratório, foi constatado que a suposta nova droga é a pasta-base de cocaína em seu estado mais puro, ou seja, a adição de substâncias serviu apenas como "marketing" do tráfico.



Você já ouviu falar em oxi? Depois de análises laboratoriais feitas em Brasília, a Polícia Federal concluiu que essa suposta nova droga não passa de uma variação da cocaína - uma estratégia dos traficantes para vender mais.

Além da cocaína, o oxi seria composto por querosene ou gasolina e cal virgem. Mas o perito criminal da PF, Ricardo Saldanha (foto 2), afirma que a gasolina seria adicionada à cocaína para produzir essa nova droga. “Nas análises não foi encontrada quantidade compatível com a adição nem de querosene, nem de gasolina. A gente chega à conclusão de que o oxi não é uma nova droga, foi apenas um novo termo que usaram, de forma indiscriminada, sem critério nenhum, para utilizar outras formas da cocaína”, afirma o perito.

De acordo com o assessor da PF, Giovani Santoro, o oxi é a pasta-base de cocaína em seu estado mais puro, por isso é uma droga tão perigosa: “Não havia adição de nenhum produto para estar enfraquecendo o poder entorpecendo da droga. E quem tivesse utilizando o oxi poderia ser acometido por uma overdose, devido ao alto grau de pureza dessa substância”.

Fonte: TV Globo / Pernambuco

quinta-feira, 9 de junho de 2011

PF realiza apreensão histórica de maconha


A Polícia Federal fez, no dia 03-06, uma das maiores apreensões de maconha da história no Estado. Foram recolhidas 6,05 toneladas da droga; 10.200 cartuchos de munição calibre 9 mm; 480, calibre 45; e 1.800 cartuchos para fuzil, calibre 7,62. As munições seriam levadas ao Rio de Janeiro.

A maconha estava escondida no mato na zona rural de Guarapuava e foi achada por equipes especiais de repressão ao tráfico de drogas, das delegacias de Foz do Iguaçu e Guarapuava.

Foram presos dois homens, de 42 e 26 anos, responsáveis pela guarda da droga e da munição. As investigações continuam, na tentativa de identificar os responsáveis pelo envio e recebimento da droga.

Fonte: Paraná-Online
Foto: Divulgação PF

terça-feira, 7 de junho de 2011

Com efeito devastador, metanfetamina circula em festas


A metanfetamina é parecida com o ecstasy, mas os efeitos são piores. Segundo a polícia, a apreensão de metanfetamina não configura tráfico.

Uma nova droga, com efeito parecido com o do ecstasy, está circulando pelas festas no Brasil: a metanfetamina. É um veneno em forma de comprimido. Um veneno dos mais devastadores. A metanfetamina é derivada da anfetamina, remédio que é usado no tratamento da obesidade e de distúrbios do sono e que é altamente viciante. A repórter Giuliana Girardi conversou com o delegado Clemente Castilhone Filho, do Departamento de Narcóticos de São Paulo. Ele explicou as dificuldades para combater essa droga, que tem efeitos impressionantes e devastadores.

O comprimido com menos de um centímetro já traz uma mensagem de perigo impressa. É uma bomba e o que acontece com quem é usa, é uma explosão. “Euforia extrema, agitação, movimento repetitivos. Parece uma pessoa que está afetada por paranóia. Ela chega a ficar até 30h acordada”, explica o delegado Clemente Castilhone Filho.

A droga conhecida como metanfetamina está seduzindo jovens brasileiros, que chegam a pagar R$ 80 por um comprimido usado geralmente em festas. A polícia de São Paulo já fez sete apreensões de metanfetamina desde março de 2011. Foram retirados de circulação quase dez mil comprimidos.

Em um primeiro momento, os policiais acreditaram que tinham apreendido ecstasy, mas depois das análises em laboratórios descobriram que tinham encontrado uma droga muito pior. A metanfetamina é parecida com o ecstasy, mas os efeitos são mais devastadores.

“Está correndo um grande risco, porque está querendo comprar um veneno e está comprando um veneno 10 vezes pior tanto na neurotoxicidade, tanto na quantidade dos efeitos, na duração dos efeitos, ela é muito pior”, afirma o delegado.

Os Estados Unidos fizeram uma campanha contra o uso da metanfetamina. Foram divulgadas fotos de homens e mulheres antes do consumo e meses depois do vício. “Inicialmente, a gente achou que era um efeito da droga, um efeito químico, fisiológico, mas na verdade é a pessoa que se autoflagela. A gente descobriu pesquisando a literatura de outros países que têm problemas mais antigos com a metanfetamina”, diz o delegado.

“O individuo vai virar um hipertenso, ele pode estar sujeito a acidentes vasculares cerebrais e orgânicos, como, por exemplo, enfarto agudo de miocárdio. Ele pode ter doença do cérebro tipo depressão, síndrome do pânico, a própria psicose, ela pode se tornar crônica em relação ao pulmão ela vai alterar a capacidade pulmonar. Ele pode desenvolver uma doença pulmonar crônica, e assim por diante. Então ela pode ter uma repercussão grave e muitas vezes, até fatal”, afirma a psiquiatra Ana Cecília Marques.

Segundo a polícia, no Brasil a apreensão de metanfetamina não configura tráfico.

“Existe uma portaria do Ministério da Saúde que regulamenta as drogas que são prescritas e as que são controladas. A metanfetamina está na listagem de sujeita à notificação de receita. Então, essa substância pode ser comercializada em determinada circunstância para uso médico. Mas o que tem acontecido é que essa droga é potencializada, modificada sinteticamente em laboratório e é feita essa anfetamina que é comercializada para uso ilegal”, conclui o delegado.

De acordo com as investigações, a droga apreendida no país é produzida em laboratório no exterior. Não está sendo fabricada no Brasil.

Segundo a polícia, a metanfetamina apreendida é produzida em laboratórios no exterior.

Fonte: ABEAD (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Argentina sai na frente. Proibição ao fumo agora é em toda a Argentina

O fumo não será permitido em lugares públicos de toda a Argentina, e não apenas em Buenos Aires e algumas províncias, como ocorre atualmente. A decisão foi tomada ontem pela Câmara dos Deputados, depois de já ter passado pelo Senado. A presidente Cristina Kirchner deverá sancioná-la nos próximos dias.

O projeto foi aprovado na noite de quarta-feira, por 181 votos a favor, um contra e uma abstenção. O avanço causará situações curiosas. Por exemplo: o cassino que funciona no Rio da Prata fica em Buenos Aires, mas sua área é de jurisdição nacional. Portanto, somente agora o fumo será proibido no local.

– O fato é que a decisão é importantíssima. Na Argentina, o tabaco causa 40 mil mortes anuais e 6 mil mortes por exposição passiva ao tabaco. A Argentina, agora, entra no grupo dos países mais avançados sobre o assunto – afirmou a deputada María Elena Chieno, uma das principais defensoras do projeto.

Pela lei, ficará proibido fumar em empresas ou em qualquer ambiente fechado destinado ao acesso do público. Também fica proibido o patrocínio de marcas de cigarros em todo tipo de atividade ou evento público. Além disso, fica proibida a venda de produtos feitos com tabaco para menores de 18 anos e em escolas, hospitais, escritórios, edifícios públicos, meios de transporte públicos, museus, clubes e salas de espetáculos públicos, como cinemas, teatros e ginásios.

Fonte: Jornal ZERO HORA-RS

terça-feira, 31 de maio de 2011

Hoje é Dia Mundial Anti-Tabagismo

No dia 31 de maio é comemorado o Dia Mundial Anti-Tabagismo. Apesar da conquista de reduzir o número de adultos que fumam, um outro problema preocupa. Os cigarros passaram a ter cores, cheiro e até sabores diferentes, o que acaba atraindo os jovens.


Quem fuma tem a pele opaca, mais flácida e com rugas mais profundas, principalmente ao redor dos olhos e dos lábios.

No Brasil, o número de fumantes chega a 24.6 milhões de pessoas. Os dados mais recentes são de 2008.

Sempre que a pessoa fuma, a nicotina vai diretamente para a corrente sanguínea. Em sete segundos já está no cérebro. O que dá uma sensação de bem estar, por causa do aumento da produção de dopamina, substância responsável pelo prazer.

Só que isso não passa de 40 minutos, mas os males do cigarro são bem mais duradouros. A nicotina reduz a circulação sanguínea. Porque deixa os vasos mais estreitos. Esse efeito dura por mais de uma hora, após cada cigarro fumado.

“A ação de câncer é muito maior, o envelhecimento é muito maior, o organismo inteiro fica prejudicado, não só a pele, mas o corpo todo, cérebro, coração”, garante Fátima Pires, dermatologista.

O que os médicos falam sobre a ação do cigarro no organismo é traduzido em números. Segundo a organização mundial de saúde, de cada dez adultos um morre por que fuma.

É a segunda maior causa de morte no mundo, perde apenas para as doenças do coração.

Carla fuma um maço de cigarro por dia. Um vício de cinco anos e que hoje, no Dia Mundial de Combate ao Fumo ela está determinada a abandonar. “Não vou mais fumar nenhum cigarro. Se deus quiser vai dar tudo certo daqui pra frente”, acredita.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mais de 600 kg de maconha são apreendidos em Cascavel

Droga estava em uma casa no bairro Brasmadeira; 2 pessoas foram presas. Além do entorpecente, munição e um carro foram apreendidos.

 
A Polícia Militar apreendeu 612 kg de maconha e 75 munição em uma casa no bairro Brasmadeira, em Cascavel, no Oeste do Paraná, por volta das 20h do sábado (21). A residência onde a droga foi encontrada fica em um terreno de três casas, duas delas ocupadas e a do meio, sem morador, era onde estava o entorpecente.


Dois homens, de 20 e 32 anos, foram presos no local. Um carro que era usado no transporte da droga também foi apreendido.


Fonte: http://www.g1.com.br/

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Escolha Viver Sem Drogas



Vídeo muito bem elaborado. Vale a pena conferir.

Descrição:
Animação que aborda as drogas e sua influência sobre a sociedade. Tem o objetivo de ser uma ferramenta de debate sobre o tema em colégios da rede pública de ensino.Desenvolvida através da técnica de rotoscópia e outras técnicas como animação tradicional, 3d e motion graphics.

Lei que obriga comércio a alertar sobre perigos do álcool está em vigor

A legislação que obriga a exposição de cartazes de advertência sobre o risco de acidentes provocados pelo álcool líquido em estabelecimentos comerciais está em vigor desde sábado.

Os estabelecimentos mineiros tiveram 120 dias para se adequar à Lei 19487/2011 desde a sanção da norma.

Segundo a legislação, os cartazes deverão apresentar imagens de acidentes provocados pelo uso do álcool e deverão ser afixados a até um metro de distância do local onde o produto estiver exposto nas gôndolas.

Caso não cumpram a lei, os supermercados e demais estabelecimentos varejistas que comercializam álcool líquido estão sujeitos às punições previstas no Código de Defesa do Consumidor, que vão de multa até a cassação da licença.

A reportagem do JORNAL DE UBERABA fez uma pesquisa em diversos estabelecimentos comerciais e em todos eles não havia a colocação dos cartazes. A informação, de modo geral, é que não sabiam da lei, que foi mal divulgado, e prometeram ficar a par do assunto.

Vale lembrar que estudos apontam que acidentes que envolvem a utilização do álcool são uma das principais causas de queimadura no Brasil. O estudo, realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, sugere medidas e oferece subsídios ao poder público para que combatam o problema e protejam principalmente os mais vulneráveis, como crianças de famílias de baixa renda, como a sobretaxação no preço do álcool mais perigoso, de concentração mais elevada. O estudo apontou, ainda, o reconhecimento da queimadura por álcool como um problema social e de saúde pública. Também foi detectado que colocar advertências mais visíveis nas embalagens do produto, que deixem claro os riscos de acidentes, é também uma medida que deve ser tomada. É o que pretende o governo de Minas.

Estatísticas do Hospital de Clínicas da UFTM apontam que no ano passado 43 pessoas foram atendidas no PS Adulto e 13 no PS Pediátrico por queimadura. De janeiro a março deste ano foram 7 atendimentos em cada um dos PS. (MGS)

Fonte: ABEAD (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Justiça impede ‘marcha da maconha’ em Curitiba

O juiz da Vara da Central de Inquéritos de Curitiba, Pedro Luis Sanson Corat, expediu liminar que proibiu a realização da ‘marcha da maconha’, programada para domingo passado (22) na praça Santos Andrade.

O pedido havia sido feito pelo deputado estadual Leonaldo Paranhos (PSC), através de medida cautelar protocolada na quarta-feira da semana passada (18).  
Paranhos já havia se manifestado contra a marcha em pronunciamento realizado no dia 17, na tribuna da Assembleia Legislativa. Na visão do parlamentar, a sociedade paranaense não tolera esse tipo de manifestação. “Buscamos o amparo da justiça entendendo que a marcha é ilegal por fazer apologia ao uso da droga”.

Ainda segundo Paranhos, não se pode ignorar que o consumo da maconha está ligado ao tráfico, responsável pela maioria dos homicídios cometidos em Curitiba e no Paraná.

Em seu pronunciamento na tribuna, Paranhos também mostrou um DVD pirata, comprado em camelôs, contendo um documentário sobre o cultivo e a utilização da maconha nos Estados Unidos. Afirmou que, mesmo sendo um documentário, o material deve ter a venda combatida, porque ao ser visto por jovens e adolescentes, ainda imaturos, funciona como um estímulo para o consumo. “Precisamos reagir a isso. Ainda bem que no sábado (21) aconteceu a Marcha para Jesus – evento programado pelas igrejas evangélicas. Jesus chegou antes do diabo”, ironizou. 


A região oeste do Paraná é responsável por 30% do total de maconha apreendida em todo o país, só neste ano. Nos primeiros cinco meses foram mais de sete toneladas da droga. O município de Guaíra lidera o numero de apreensões. A fronteira com a Argentina e o Paraguai é apontada pela polícia como motivo do grande volume de droga apreendida no estado.