Projeto propõe proibir venda de cigarros e bebidas alcoólicas em locais de concessão pública, como rodoviárias, aeroportos, parques e calçadões.
Em pronunciamento ontem na tribuna da Assembleia, aproveitando a comemoração do Dia Mundial de Combate ao fumo, o deputado Leonaldo Paranhos (PSC) convocou os colegas deputados e o Governo do Estado para endurecer a luta contra o tabaco. “A data deve servir para reflexão, principalmente dos governos, pois me parece que há contradição enorme a ser corrigida: enquanto o tabaco provoca doenças e mortes e um custo de bilhões ao Sistema Único de Saúde, os governos se beneficiam dos impostos que arrecadam com a venda do cigarro”.
Segundo Paranhos, é preciso apertar o cerco contra o cigarro, a começar por limitar a produção, oferecendo alternativas aos produtores que ainda trabalham com a cultura. “Precisamos incentivar os produtores do nosso estado a substituir a cultura do fumo por outra. O governo deve, por uma questão de inteligência, incentivar essa substituição a curto, médio e longo prazo, através da Secretaria de Agricultura e Emater”.
NOVA LEI
O deputado Paranhos enfatizou a necessidade de se ampliar essa guerra “contra o cigarro e pela saúde”. “Estamos apresentando um projeto de lei, que determina a proibição da venda de cigarros e bebidas alcoólicas em locais de concessão pública, como lanchonetes, quiosques e restaurantes localizados em rodoviárias, aeroportos, parques, calçadões e logradouros públicos”. Para o parlamentar do PSC, é um enorme contra-senso o Estado permitir a venda de cigarros em concessões públicas, sabendo que o cigarro é a causa de diversas doenças, que vão gerar demandas no serviço de saúde”.
Caso aprovado e transformado em lei, o projeto prevê punições que vão desde uma advertência por escrito, multa de até R$ 10 mil reais por infração cometida e até o cancelamento da inscrição estadual que permite o funcionamento do estabelecimento comercial.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Momento PROERD uma ideia legal
O policial Luiz Carlos é policial aposentado(RR) e faz parte da 1ª turma de instrutores do Estado do Paraná que começou no ano de 2000.
Agora na aposentadoria Luiz Carlos tem um programa na Rádio Agape AM 1400 em Campo Largo Paraná site http://www.radioagapeam.com.br, chamado Momento PROERD onde fala sobre prevenção e muito mais, além de divulgar de montão nosso site, é um grande colaborador.
A boa idéia é que ele pegou a voz dos artista que aqui estão dando seu depoimento contra as drogas como, Raul Gil, Luan Santana, Bernardinho, Grupo Tradição e o nosso querido Willmutt e quem através da rádio descobrisse o nome do artista que estava fazendo o depoimento ganhava um premio, ou seja, uma maneira divertida e alegre e incentivar o caminho do bem.
O PROERD
O Programa Educacional de Resistência às Drogas - PROERD é a adaptação brasileira do programa norte-americano Drug Abuse Resistence Education - D.A.R.E., surgido em 1983. No Brasil, o programa foi implantado em 1992, pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, e hoje é adotado em todo o Brasil.
O Programa possui como material didático o Livro do Estudante, o Livro dos Pais e o Manual do Instrutor, auxiliando aos respectivos alunos e Policiais PROERD no desenvolvimento das lições.
O Programa consiste em uma ação conjunta entre as Policias Militares, Escolas e Famílias, no sentido de prevenir o abuso de drogas e a violência entre estudantes, bem como ajudá-los a reconhecer as pressões e as influências diárias que contribuem ao uso de drogas e à prática de violência, desenvolvendo habilidades para resisti-las.
O PROERD é mais um fator de proteção desenvolvido pela Polícia Militar para a valorização da vida, que imbuía de sua missão institucional, vem de uma sociedade mais saudável e feliz.
O PROERD
O Programa Educacional de Resistência às Drogas - PROERD é a adaptação brasileira do programa norte-americano Drug Abuse Resistence Education - D.A.R.E., surgido em 1983. No Brasil, o programa foi implantado em 1992, pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, e hoje é adotado em todo o Brasil.
O Programa possui como material didático o Livro do Estudante, o Livro dos Pais e o Manual do Instrutor, auxiliando aos respectivos alunos e Policiais PROERD no desenvolvimento das lições.
O Programa consiste em uma ação conjunta entre as Policias Militares, Escolas e Famílias, no sentido de prevenir o abuso de drogas e a violência entre estudantes, bem como ajudá-los a reconhecer as pressões e as influências diárias que contribuem ao uso de drogas e à prática de violência, desenvolvendo habilidades para resisti-las.
O PROERD é mais um fator de proteção desenvolvido pela Polícia Militar para a valorização da vida, que imbuía de sua missão institucional, vem de uma sociedade mais saudável e feliz.
domingo, 7 de agosto de 2011
Drogas: escolas devem assumir seu papel na prevenção
Drogas na escola — um tema complexo, perverso e presente. Por isso, mereceu uma palestra dentro das atividades pedagógicas promovidas pela 16ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, proferida pelo psiquiatra Ronaldo Laranjeira, diretor da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad), da Escola Paulista de Medicina. "Esse não é só um assunto restrito ao universo escolar. É um problema social que se estende à escola", afirmou o médico.
Sendo assim, Laranjeira enumerou as razões pelas quais o mercado das drogas e do álcool se propaga de maneira voraz no Brasil. "Nossa leis são insuficientes e frouxas; não há restrição de propagandas e vendas; não há campanhas preventivas permanentes e, finalmente, não há uma organização efetiva dos serviços para tratamento de dependentes químicos." Para Laranjeira, o assunto deve ser tratado na escola com abordagem informativa e preventiva — mas professores não devem esperar que, com isso, seus alunos estejam livres do envolvimento com drogas.
Laranjeira cita fatos, alguns comprovados em pesquisas de campo realizadas pela Uniad. "Em outros países democráticos, são proibidas propagandas de cigarros e bebidas alcoólicas — geralmente, com apelos e mensagens subliminares de liberdade sedutoras aos adolescentes. No Brasil, são liberadas. Qualquer criança compra cigarros ou álcool com a maior facilidade no Brasil — saímos às ruas com meninos de 8 a 12 anos, em pesquisa da Escola Paulista de Medicina, e todos os estabelecimentos venderam esses produtos a eles. Em outra pesquisa, no bairro Jardim Ângela (local considerado, estatisticamente, o mais violento da periferia de São Paulo), constatamos que há um bar para cada 10 casas", relatou.
Núcleo de resistência
Mesmo que a escola sozinha não consiga refrear o uso de drogas entre seus alunos — algumas delas têm traficantes matriculados —, os professores podem combater essa tendência tratando insistentemente do tema em sala de aula. "Cada escola deve ser um núcleo de resistência, com base na cidadania. Envolver alunos e a comunidade é agir localmente pensando globalmente", avaliou Laranjeira. As dúvidas sobre abordagem do tema em sala eram inúmeras entre os professores, que, lecionando em escolas próximas a favelas e nas periferias das grandes cidades, sentem-se acuados pela violência.
Informação e prevenção
"O professor não deve ter medo de falar do assunto, de mostrar que está preocupado com seus alunos e que também pode oferecer ajuda e apoio", argumenta Laranjeira. "Ainda mais sendo o tema drogas incluído nos Parâmetros Curriculares Nacionais. O assunto tem de ser abordado quando os alunos estão entre os12 e 13 anos. Essa é a idade da virada, do despertar para a vida adulta. Se o tema for tratado depois que os adolescentes tiverem contato com as drogas, fica mais difícil de controlar", adverte o psiquiatra.
Laranjeira reconhece que a maioria dos professores está mal aparelhada para tratar do tema, dada sua complexidade social e os níveis de agressividade que muitos alunos dependentes químicos atingem. Segundo ele, é importante que o professor busque informações sobre as drogas e seus efeitos. Com a finalidade de prover educadores de tais informações, Ronaldo Laranjeira lançou o livro Mitos e verdades (Ediora Contexto), no qual aborda o alcoolismo e todos os tipos de drogas, além de classificar diferentes formas de contato com tais substâncias: uso, abuso e dependência. "É importante ter isso em mente, para saber como deve ser a abordagem. E, no caso da prevenção, é mais importante ainda frisar que ela só funciona se feita precocemente — senão, a batalha estará quase perdida."
Fonte: Brasil na escola
Sendo assim, Laranjeira enumerou as razões pelas quais o mercado das drogas e do álcool se propaga de maneira voraz no Brasil. "Nossa leis são insuficientes e frouxas; não há restrição de propagandas e vendas; não há campanhas preventivas permanentes e, finalmente, não há uma organização efetiva dos serviços para tratamento de dependentes químicos." Para Laranjeira, o assunto deve ser tratado na escola com abordagem informativa e preventiva — mas professores não devem esperar que, com isso, seus alunos estejam livres do envolvimento com drogas.
Laranjeira cita fatos, alguns comprovados em pesquisas de campo realizadas pela Uniad. "Em outros países democráticos, são proibidas propagandas de cigarros e bebidas alcoólicas — geralmente, com apelos e mensagens subliminares de liberdade sedutoras aos adolescentes. No Brasil, são liberadas. Qualquer criança compra cigarros ou álcool com a maior facilidade no Brasil — saímos às ruas com meninos de 8 a 12 anos, em pesquisa da Escola Paulista de Medicina, e todos os estabelecimentos venderam esses produtos a eles. Em outra pesquisa, no bairro Jardim Ângela (local considerado, estatisticamente, o mais violento da periferia de São Paulo), constatamos que há um bar para cada 10 casas", relatou.
Núcleo de resistência
Mesmo que a escola sozinha não consiga refrear o uso de drogas entre seus alunos — algumas delas têm traficantes matriculados —, os professores podem combater essa tendência tratando insistentemente do tema em sala de aula. "Cada escola deve ser um núcleo de resistência, com base na cidadania. Envolver alunos e a comunidade é agir localmente pensando globalmente", avaliou Laranjeira. As dúvidas sobre abordagem do tema em sala eram inúmeras entre os professores, que, lecionando em escolas próximas a favelas e nas periferias das grandes cidades, sentem-se acuados pela violência.
Informação e prevenção
"O professor não deve ter medo de falar do assunto, de mostrar que está preocupado com seus alunos e que também pode oferecer ajuda e apoio", argumenta Laranjeira. "Ainda mais sendo o tema drogas incluído nos Parâmetros Curriculares Nacionais. O assunto tem de ser abordado quando os alunos estão entre os12 e 13 anos. Essa é a idade da virada, do despertar para a vida adulta. Se o tema for tratado depois que os adolescentes tiverem contato com as drogas, fica mais difícil de controlar", adverte o psiquiatra.
Laranjeira reconhece que a maioria dos professores está mal aparelhada para tratar do tema, dada sua complexidade social e os níveis de agressividade que muitos alunos dependentes químicos atingem. Segundo ele, é importante que o professor busque informações sobre as drogas e seus efeitos. Com a finalidade de prover educadores de tais informações, Ronaldo Laranjeira lançou o livro Mitos e verdades (Ediora Contexto), no qual aborda o alcoolismo e todos os tipos de drogas, além de classificar diferentes formas de contato com tais substâncias: uso, abuso e dependência. "É importante ter isso em mente, para saber como deve ser a abordagem. E, no caso da prevenção, é mais importante ainda frisar que ela só funciona se feita precocemente — senão, a batalha estará quase perdida."Fonte: Brasil na escola
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Novo dispositivo detecta drogas através da impressão digital
Novo dispositivo criado no Reino Unido é capaz de identificar substâncias químicas no organismo de uma pessoa por meio da análise de sua impressão digital - cocaína, maconha e nicotina, por exemplo, podem ser detectadas em poucos minutos com a nova tecnologia.
A tecnologia desenvolvida pela Intelligent Fingerprinting, uma companhia ligada à Universidade do Leste de Anglia, em Norwich, na Inglaterra, consegue visualizar a identidade da pessoa e também detectar a presença de certo número de drogas.
O o reconhecimento das substâncias por meio das impressões digitais se dá com o uso de anticorpos mortos que são aplicados nas digitais juntamente com nanopartículas de ouro presentes no dispositivo, diz o site CNet.
Se as impressões digitais ficarem com uma cor forte e luminosa após o contato com os anticorpos, é sinal que indivíduo faz uso de substâncias químicas.
Segundo o site New Scientist, o dispositivo pode detectar em poucos minutos a presença de drogas no organismo de uma pessoa. A nova tecnologia também foi apresentada na Conferência Internacional de Ciências Criminais em Londres.
Fonte: Terra notícias
A tecnologia desenvolvida pela Intelligent Fingerprinting, uma companhia ligada à Universidade do Leste de Anglia, em Norwich, na Inglaterra, consegue visualizar a identidade da pessoa e também detectar a presença de certo número de drogas.
O o reconhecimento das substâncias por meio das impressões digitais se dá com o uso de anticorpos mortos que são aplicados nas digitais juntamente com nanopartículas de ouro presentes no dispositivo, diz o site CNet.
Se as impressões digitais ficarem com uma cor forte e luminosa após o contato com os anticorpos, é sinal que indivíduo faz uso de substâncias químicas.
Segundo o site New Scientist, o dispositivo pode detectar em poucos minutos a presença de drogas no organismo de uma pessoa. A nova tecnologia também foi apresentada na Conferência Internacional de Ciências Criminais em Londres.
Fonte: Terra notícias
sábado, 23 de julho de 2011
Mais um talento vencido pelas drogas
A morte de Amy Winehouse aos 27 anos coloca ponto final em uma das mais inconstantes trajetórias da música contemporânea. Com talento vocal impressionante, a cantora britânica foi unanimidade em duas características opostas: talento e polêmicas. Com capacidade vocal inquestionável, suas performances eram apenas atrapalhadas por seu principal problema: o abuso de álcool e drogas.
Enquanto sua carreira musical disparava, Amy enfrentava problemas na vida pessoal, especialmente com as drogas. Em diversas entrevistas, ela relatou ter problemas com depressão, alimentação e abuso de entorpecentes. A partir de 2005, começaram a vir à tona diversos as polêmicas com alcoolismo, perda de peso e frequente uso de drogas.
Os problemas pareceram piorar quando começou a se relacionar com o diretor de videoclipes Blake Fielder Civil, que, de acordo com pessoas próximas a ela, inclusive seu pai, foi o responsável por lhe apresentar a heroína e o crack. Os dois se casaram em 2007 e foi nesse ano que a cantora foi presa pela primeira vez, por posse de maconha, fato que viria a se repetir ainda algumas vezes em sua vida, por acusações como agressão e distúrbio de ordem pública.
Em agosto de 2007, Amy cancelou diversos shows na Europa alegando exaustão e saúde debilitada. Durante essa época, ela foi hospitalizada por, supostamente, overdoses de heroína, ecstasy, cocaína e álcool. No ano seguinte, a cantora chegou a ser novamente presa por posse de drogas, e foi internada em clínicas de reabilitação.
Amy fez uma carreira repleta de músicas pessoais e cativantes, escândalos por seu comportamento e envolvimento com drogas e álcool. Nos últimos tempos, ela fez poucos shows e foi criticada pela indústria musical: além de desapontar alguns fãs ao fazer apresentações muito curtas, muitos especialistas afirmaram que sua potência musical, característica marcante da cantora, estaria menor.
Nos meses mais recentes, no entanto, as coisas pareceram começar a se acertar. Amy, já divorciada de Blake Civil desde 2009, assumiu um relacionamento estável com o diretor de filmes Reg Traviss, que em março de 2011 confirmou que estava há um ano com a cantora, garantindo que ela se mostrava saudável e feliz - fato corroborado por muitas fotos divulgadas pela mídia ao final de sua vida. A aparente recuperação da estrela foi confirmada quando ela anunciou uma pequena turnê europeia.
Contudo, no dia 18 de junho deste ano, Amy iniciou o giro no continente com o que acabou se tornando o último show de sua carreira, em Belgrado, na Sérvia. A cantora mal conseguiu se apresentar porque estaria muito bêbada, chegou a derrubar o microfone no chão e teria sido vaiada pelo público. Após a malograda apresentação, ela cancelou duas apresentações na Turquia e na Grécia, e, posteriormente, todas as outras etapas do tour. Seus representantes alegaram "problemas de saúde".
Na tarde deste sábado, a cantora foi encontrada morta em sua casa em Londres. Ao que tudo indica, a droga pode ter sido causadora da morte da cantora.
Fonte: Terra Noticias
Enquanto sua carreira musical disparava, Amy enfrentava problemas na vida pessoal, especialmente com as drogas. Em diversas entrevistas, ela relatou ter problemas com depressão, alimentação e abuso de entorpecentes. A partir de 2005, começaram a vir à tona diversos as polêmicas com alcoolismo, perda de peso e frequente uso de drogas.
Os problemas pareceram piorar quando começou a se relacionar com o diretor de videoclipes Blake Fielder Civil, que, de acordo com pessoas próximas a ela, inclusive seu pai, foi o responsável por lhe apresentar a heroína e o crack. Os dois se casaram em 2007 e foi nesse ano que a cantora foi presa pela primeira vez, por posse de maconha, fato que viria a se repetir ainda algumas vezes em sua vida, por acusações como agressão e distúrbio de ordem pública.
Em agosto de 2007, Amy cancelou diversos shows na Europa alegando exaustão e saúde debilitada. Durante essa época, ela foi hospitalizada por, supostamente, overdoses de heroína, ecstasy, cocaína e álcool. No ano seguinte, a cantora chegou a ser novamente presa por posse de drogas, e foi internada em clínicas de reabilitação.
Amy fez uma carreira repleta de músicas pessoais e cativantes, escândalos por seu comportamento e envolvimento com drogas e álcool. Nos últimos tempos, ela fez poucos shows e foi criticada pela indústria musical: além de desapontar alguns fãs ao fazer apresentações muito curtas, muitos especialistas afirmaram que sua potência musical, característica marcante da cantora, estaria menor.
Nos meses mais recentes, no entanto, as coisas pareceram começar a se acertar. Amy, já divorciada de Blake Civil desde 2009, assumiu um relacionamento estável com o diretor de filmes Reg Traviss, que em março de 2011 confirmou que estava há um ano com a cantora, garantindo que ela se mostrava saudável e feliz - fato corroborado por muitas fotos divulgadas pela mídia ao final de sua vida. A aparente recuperação da estrela foi confirmada quando ela anunciou uma pequena turnê europeia.
Contudo, no dia 18 de junho deste ano, Amy iniciou o giro no continente com o que acabou se tornando o último show de sua carreira, em Belgrado, na Sérvia. A cantora mal conseguiu se apresentar porque estaria muito bêbada, chegou a derrubar o microfone no chão e teria sido vaiada pelo público. Após a malograda apresentação, ela cancelou duas apresentações na Turquia e na Grécia, e, posteriormente, todas as outras etapas do tour. Seus representantes alegaram "problemas de saúde".
Na tarde deste sábado, a cantora foi encontrada morta em sua casa em Londres. Ao que tudo indica, a droga pode ter sido causadora da morte da cantora.
Fonte: Terra Noticias
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Governador destaca projetos de Paranhos na Semana Estadual de Combate às Drogas
Durante evento de abertura da 16ª Semana Estadual de Prevenção e Combate às Drogas nesta segunda-feira (27), no Palácio das Araucárias, o governador Beto Richa referiu-se diversas vezes à contribuição do deputado Paranhos (PSC) nas ações governamentais nessa área. “Tive a oportunidade e o privilégio de sancionar o projeto de lei do deputado Paranhos, criando o Dia Estadual de Combate às Drogas no Paraná (26 de junho), que vai simbolizar o envolvimento da sociedade paranaense e a luta de todos nós contra esse mal”, enfatizou o governador em seu pronunciamento.
Convidado para falar como presidente da Frente Parlamentar de Combate às Drogas, o deputado Paranhos ressaltou estar vivendo um dos dias mais felizes de sua vida, por estar tendo a oportunidade de contribuir com a sociedade paranaense. Paranhos ressaltou que assumiu o mandato no momento certo, por encontrar no governador Beto Richa um governante sensível à gravidade do problema. “O governador já deu exemplo ao implantar, na prefeitura de Curitiba, a primeira secretaria municipal antidrogas do Brasil”, lembrou.
Ainda em seu pronunciamento, o deputado Paranhos destacou outras ações propostas na Assembleia e que já estão sendo estudadas pelo governo, como as redes CRER, ORAR e SER, criando redes de recuperação de dependentes químicos, de orientação e de envolvimento dos servidores públicos.
Para o governador, o trabalho do deputado cascavelense tem sido fundamental nas ações do governo. “Quero reconhecer a participação do Paranhos, que tem um trabalho intenso nessa área e que hoje dá uma significativa contribuição ao Paraná através do seu mandato na Assembleia, inclusive com outras propostas que estudamos implantação em todo o estado”.
Estiveram presentes ao evento os secretários da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar; da Saúde, Michele Caputo Neto; da Justiça e Cidadania, Maria Tereza Uile Gomes; da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa; o procurador geral do Ministério Público, Olympio de Sá Sotto Maior Neto; o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci e diversos deputados estaduais e federais.
Fonte: Assessoria de Imprensa
Convidado para falar como presidente da Frente Parlamentar de Combate às Drogas, o deputado Paranhos ressaltou estar vivendo um dos dias mais felizes de sua vida, por estar tendo a oportunidade de contribuir com a sociedade paranaense. Paranhos ressaltou que assumiu o mandato no momento certo, por encontrar no governador Beto Richa um governante sensível à gravidade do problema. “O governador já deu exemplo ao implantar, na prefeitura de Curitiba, a primeira secretaria municipal antidrogas do Brasil”, lembrou.
Ainda em seu pronunciamento, o deputado Paranhos destacou outras ações propostas na Assembleia e que já estão sendo estudadas pelo governo, como as redes CRER, ORAR e SER, criando redes de recuperação de dependentes químicos, de orientação e de envolvimento dos servidores públicos.
Para o governador, o trabalho do deputado cascavelense tem sido fundamental nas ações do governo. “Quero reconhecer a participação do Paranhos, que tem um trabalho intenso nessa área e que hoje dá uma significativa contribuição ao Paraná através do seu mandato na Assembleia, inclusive com outras propostas que estudamos implantação em todo o estado”.
Estiveram presentes ao evento os secretários da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar; da Saúde, Michele Caputo Neto; da Justiça e Cidadania, Maria Tereza Uile Gomes; da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa; o procurador geral do Ministério Público, Olympio de Sá Sotto Maior Neto; o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci e diversos deputados estaduais e federais.
Fonte: Assessoria de Imprensa
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Agora é Lei - 26 de junho é Dia Estadual de Combate às Drogas
Por 43 votos favoráveis, a Assembleia Legislativa aprovou nessa segunda-feira, 16, em primeira votação, o projeto de lei 177/11, que institui no Paraná o Dia Estadual de Combate às Drogas, de autoria do deputado Paranhos (PSC).
Pelo projeto, fica instituído o dia 26 de junho como data oficial para realização de manifestações públicas e atividades organizadas pelo poder público ou entidades da sociedade civil organizada. “A ideia é criar uma grande mobilização social, envolvendo entidades de classe, escolas, igrejas e ações de governo”, explica Paranhos.
Segundo o autor do projeto, o projeto pode ser um marco no combate às drogas. “Teremos uma data para simbolizar essa luta que é de toda a sociedade e, ao mesmo tempo, provocar a conscientização de que o problema é de todos e não apenas do Estado”, afirma.
Pelo projeto, fica instituído o dia 26 de junho como data oficial para realização de manifestações públicas e atividades organizadas pelo poder público ou entidades da sociedade civil organizada. “A ideia é criar uma grande mobilização social, envolvendo entidades de classe, escolas, igrejas e ações de governo”, explica Paranhos.
Segundo o autor do projeto, o projeto pode ser um marco no combate às drogas. “Teremos uma data para simbolizar essa luta que é de toda a sociedade e, ao mesmo tempo, provocar a conscientização de que o problema é de todos e não apenas do Estado”, afirma.
domingo, 12 de junho de 2011
PF conclui que oxi é uma variação da cocaína e uma estratégia dos traficantes
Após análise em laboratório, foi constatado que a suposta nova droga é a pasta-base de cocaína em seu estado mais puro, ou seja, a adição de substâncias serviu apenas como "marketing" do tráfico.
Você já ouviu falar em oxi? Depois de análises laboratoriais feitas em Brasília, a Polícia Federal concluiu que essa suposta nova droga não passa de uma variação da cocaína - uma estratégia dos traficantes para vender mais.
Além da cocaína, o oxi seria composto por querosene ou gasolina e cal virgem. Mas o perito criminal da PF, Ricardo Saldanha (foto 2), afirma que a gasolina seria adicionada à cocaína para produzir essa nova droga. “Nas análises não foi encontrada quantidade compatível com a adição nem de querosene, nem de gasolina. A gente chega à conclusão de que o oxi não é uma nova droga, foi apenas um novo termo que usaram, de forma indiscriminada, sem critério nenhum, para utilizar outras formas da cocaína”, afirma o perito.
De acordo com o assessor da PF, Giovani Santoro, o oxi é a pasta-base de cocaína em seu estado mais puro, por isso é uma droga tão perigosa: “Não havia adição de nenhum produto para estar enfraquecendo o poder entorpecendo da droga. E quem tivesse utilizando o oxi poderia ser acometido por uma overdose, devido ao alto grau de pureza dessa substância”.
Fonte: TV Globo / Pernambuco
Você já ouviu falar em oxi? Depois de análises laboratoriais feitas em Brasília, a Polícia Federal concluiu que essa suposta nova droga não passa de uma variação da cocaína - uma estratégia dos traficantes para vender mais.
Além da cocaína, o oxi seria composto por querosene ou gasolina e cal virgem. Mas o perito criminal da PF, Ricardo Saldanha (foto 2), afirma que a gasolina seria adicionada à cocaína para produzir essa nova droga. “Nas análises não foi encontrada quantidade compatível com a adição nem de querosene, nem de gasolina. A gente chega à conclusão de que o oxi não é uma nova droga, foi apenas um novo termo que usaram, de forma indiscriminada, sem critério nenhum, para utilizar outras formas da cocaína”, afirma o perito.
De acordo com o assessor da PF, Giovani Santoro, o oxi é a pasta-base de cocaína em seu estado mais puro, por isso é uma droga tão perigosa: “Não havia adição de nenhum produto para estar enfraquecendo o poder entorpecendo da droga. E quem tivesse utilizando o oxi poderia ser acometido por uma overdose, devido ao alto grau de pureza dessa substância”.
Fonte: TV Globo / Pernambuco
quinta-feira, 9 de junho de 2011
PF realiza apreensão histórica de maconha
A maconha estava escondida no mato na zona rural de Guarapuava e foi achada por equipes especiais de repressão ao tráfico de drogas, das delegacias de Foz do Iguaçu e Guarapuava.
Foram presos dois homens, de 42 e 26 anos, responsáveis pela guarda da droga e da munição. As investigações continuam, na tentativa de identificar os responsáveis pelo envio e recebimento da droga.
Fonte: Paraná-Online
Foto: Divulgação PF
terça-feira, 7 de junho de 2011
Com efeito devastador, metanfetamina circula em festas
Uma nova droga, com efeito parecido com o do ecstasy, está circulando pelas festas no Brasil: a metanfetamina. É um veneno em forma de comprimido. Um veneno dos mais devastadores. A metanfetamina é derivada da anfetamina, remédio que é usado no tratamento da obesidade e de distúrbios do sono e que é altamente viciante. A repórter Giuliana Girardi conversou com o delegado Clemente Castilhone Filho, do Departamento de Narcóticos de São Paulo. Ele explicou as dificuldades para combater essa droga, que tem efeitos impressionantes e devastadores.
O comprimido com menos de um centímetro já traz uma mensagem de perigo impressa. É uma bomba e o que acontece com quem é usa, é uma explosão. “Euforia extrema, agitação, movimento repetitivos. Parece uma pessoa que está afetada por paranóia. Ela chega a ficar até 30h acordada”, explica o delegado Clemente Castilhone Filho.
A droga conhecida como metanfetamina está seduzindo jovens brasileiros, que chegam a pagar R$ 80 por um comprimido usado geralmente em festas. A polícia de São Paulo já fez sete apreensões de metanfetamina desde março de 2011. Foram retirados de circulação quase dez mil comprimidos.
Em um primeiro momento, os policiais acreditaram que tinham apreendido ecstasy, mas depois das análises em laboratórios descobriram que tinham encontrado uma droga muito pior. A metanfetamina é parecida com o ecstasy, mas os efeitos são mais devastadores.
“Está correndo um grande risco, porque está querendo comprar um veneno e está comprando um veneno 10 vezes pior tanto na neurotoxicidade, tanto na quantidade dos efeitos, na duração dos efeitos, ela é muito pior”, afirma o delegado.
Os Estados Unidos fizeram uma campanha contra o uso da metanfetamina. Foram divulgadas fotos de homens e mulheres antes do consumo e meses depois do vício. “Inicialmente, a gente achou que era um efeito da droga, um efeito químico, fisiológico, mas na verdade é a pessoa que se autoflagela. A gente descobriu pesquisando a literatura de outros países que têm problemas mais antigos com a metanfetamina”, diz o delegado.
“O individuo vai virar um hipertenso, ele pode estar sujeito a acidentes vasculares cerebrais e orgânicos, como, por exemplo, enfarto agudo de miocárdio. Ele pode ter doença do cérebro tipo depressão, síndrome do pânico, a própria psicose, ela pode se tornar crônica em relação ao pulmão ela vai alterar a capacidade pulmonar. Ele pode desenvolver uma doença pulmonar crônica, e assim por diante. Então ela pode ter uma repercussão grave e muitas vezes, até fatal”, afirma a psiquiatra Ana Cecília Marques.
Segundo a polícia, no Brasil a apreensão de metanfetamina não configura tráfico.
“Existe uma portaria do Ministério da Saúde que regulamenta as drogas que são prescritas e as que são controladas. A metanfetamina está na listagem de sujeita à notificação de receita. Então, essa substância pode ser comercializada em determinada circunstância para uso médico. Mas o que tem acontecido é que essa droga é potencializada, modificada sinteticamente em laboratório e é feita essa anfetamina que é comercializada para uso ilegal”, conclui o delegado.
De acordo com as investigações, a droga apreendida no país é produzida em laboratório no exterior. Não está sendo fabricada no Brasil.
Segundo a polícia, a metanfetamina apreendida é produzida em laboratórios no exterior.
Fonte: ABEAD (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Argentina sai na frente. Proibição ao fumo agora é em toda a Argentina
O fumo não será permitido em lugares públicos de toda a Argentina, e não apenas em Buenos Aires e algumas províncias, como ocorre atualmente. A decisão foi tomada ontem pela Câmara dos Deputados, depois de já ter passado pelo Senado. A presidente Cristina Kirchner deverá sancioná-la nos próximos dias.
O projeto foi aprovado na noite de quarta-feira, por 181 votos a favor, um contra e uma abstenção. O avanço causará situações curiosas. Por exemplo: o cassino que funciona no Rio da Prata fica em Buenos Aires, mas sua área é de jurisdição nacional. Portanto, somente agora o fumo será proibido no local.
– O fato é que a decisão é importantíssima. Na Argentina, o tabaco causa 40 mil mortes anuais e 6 mil mortes por exposição passiva ao tabaco. A Argentina, agora, entra no grupo dos países mais avançados sobre o assunto – afirmou a deputada María Elena Chieno, uma das principais defensoras do projeto.
Pela lei, ficará proibido fumar em empresas ou em qualquer ambiente fechado destinado ao acesso do público. Também fica proibido o patrocínio de marcas de cigarros em todo tipo de atividade ou evento público. Além disso, fica proibida a venda de produtos feitos com tabaco para menores de 18 anos e em escolas, hospitais, escritórios, edifícios públicos, meios de transporte públicos, museus, clubes e salas de espetáculos públicos, como cinemas, teatros e ginásios.
Fonte: Jornal ZERO HORA-RS
O projeto foi aprovado na noite de quarta-feira, por 181 votos a favor, um contra e uma abstenção. O avanço causará situações curiosas. Por exemplo: o cassino que funciona no Rio da Prata fica em Buenos Aires, mas sua área é de jurisdição nacional. Portanto, somente agora o fumo será proibido no local.
– O fato é que a decisão é importantíssima. Na Argentina, o tabaco causa 40 mil mortes anuais e 6 mil mortes por exposição passiva ao tabaco. A Argentina, agora, entra no grupo dos países mais avançados sobre o assunto – afirmou a deputada María Elena Chieno, uma das principais defensoras do projeto.
Pela lei, ficará proibido fumar em empresas ou em qualquer ambiente fechado destinado ao acesso do público. Também fica proibido o patrocínio de marcas de cigarros em todo tipo de atividade ou evento público. Além disso, fica proibida a venda de produtos feitos com tabaco para menores de 18 anos e em escolas, hospitais, escritórios, edifícios públicos, meios de transporte públicos, museus, clubes e salas de espetáculos públicos, como cinemas, teatros e ginásios.
Fonte: Jornal ZERO HORA-RS
terça-feira, 31 de maio de 2011
Hoje é Dia Mundial Anti-Tabagismo
No dia 31 de maio é comemorado o Dia Mundial Anti-Tabagismo. Apesar da conquista de reduzir o número de adultos que fumam, um outro problema preocupa. Os cigarros passaram a ter cores, cheiro e até sabores diferentes, o que acaba atraindo os jovens.
Quem fuma tem a pele opaca, mais flácida e com rugas mais profundas, principalmente ao redor dos olhos e dos lábios.
No Brasil, o número de fumantes chega a 24.6 milhões de pessoas. Os dados mais recentes são de 2008.
Sempre que a pessoa fuma, a nicotina vai diretamente para a corrente sanguínea. Em sete segundos já está no cérebro. O que dá uma sensação de bem estar, por causa do aumento da produção de dopamina, substância responsável pelo prazer.
Só que isso não passa de 40 minutos, mas os males do cigarro são bem mais duradouros. A nicotina reduz a circulação sanguínea. Porque deixa os vasos mais estreitos. Esse efeito dura por mais de uma hora, após cada cigarro fumado.
“A ação de câncer é muito maior, o envelhecimento é muito maior, o organismo inteiro fica prejudicado, não só a pele, mas o corpo todo, cérebro, coração”, garante Fátima Pires, dermatologista.
O que os médicos falam sobre a ação do cigarro no organismo é traduzido em números. Segundo a organização mundial de saúde, de cada dez adultos um morre por que fuma.
É a segunda maior causa de morte no mundo, perde apenas para as doenças do coração.
Carla fuma um maço de cigarro por dia. Um vício de cinco anos e que hoje, no Dia Mundial de Combate ao Fumo ela está determinada a abandonar. “Não vou mais fumar nenhum cigarro. Se deus quiser vai dar tudo certo daqui pra frente”, acredita.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Mais de 600 kg de maconha são apreendidos em Cascavel
Droga estava em uma casa no bairro Brasmadeira; 2 pessoas foram presas. Além do entorpecente, munição e um carro foram apreendidos.
A Polícia Militar apreendeu 612 kg de maconha e 75 munição em uma casa no bairro Brasmadeira, em Cascavel, no Oeste do Paraná, por volta das 20h do sábado (21). A residência onde a droga foi encontrada fica em um terreno de três casas, duas delas ocupadas e a do meio, sem morador, era onde estava o entorpecente.
Dois homens, de 20 e 32 anos, foram presos no local. Um carro que era usado no transporte da droga também foi apreendido.
Fonte: http://www.g1.com.br/
A Polícia Militar apreendeu 612 kg de maconha e 75 munição em uma casa no bairro Brasmadeira, em Cascavel, no Oeste do Paraná, por volta das 20h do sábado (21). A residência onde a droga foi encontrada fica em um terreno de três casas, duas delas ocupadas e a do meio, sem morador, era onde estava o entorpecente.
Dois homens, de 20 e 32 anos, foram presos no local. Um carro que era usado no transporte da droga também foi apreendido.
Fonte: http://www.g1.com.br/
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Escolha Viver Sem Drogas
Vídeo muito bem elaborado. Vale a pena conferir.
Descrição:
Animação que aborda as drogas e sua influência sobre a sociedade. Tem o objetivo de ser uma ferramenta de debate sobre o tema em colégios da rede pública de ensino.Desenvolvida através da técnica de rotoscópia e outras técnicas como animação tradicional, 3d e motion graphics.
Lei que obriga comércio a alertar sobre perigos do álcool está em vigor
A legislação que obriga a exposição de cartazes de advertência sobre o risco de acidentes provocados pelo álcool líquido em estabelecimentos comerciais está em vigor desde sábado.
Os estabelecimentos mineiros tiveram 120 dias para se adequar à Lei 19487/2011 desde a sanção da norma.
Segundo a legislação, os cartazes deverão apresentar imagens de acidentes provocados pelo uso do álcool e deverão ser afixados a até um metro de distância do local onde o produto estiver exposto nas gôndolas.
Caso não cumpram a lei, os supermercados e demais estabelecimentos varejistas que comercializam álcool líquido estão sujeitos às punições previstas no Código de Defesa do Consumidor, que vão de multa até a cassação da licença.
A reportagem do JORNAL DE UBERABA fez uma pesquisa em diversos estabelecimentos comerciais e em todos eles não havia a colocação dos cartazes. A informação, de modo geral, é que não sabiam da lei, que foi mal divulgado, e prometeram ficar a par do assunto.
Vale lembrar que estudos apontam que acidentes que envolvem a utilização do álcool são uma das principais causas de queimadura no Brasil. O estudo, realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, sugere medidas e oferece subsídios ao poder público para que combatam o problema e protejam principalmente os mais vulneráveis, como crianças de famílias de baixa renda, como a sobretaxação no preço do álcool mais perigoso, de concentração mais elevada. O estudo apontou, ainda, o reconhecimento da queimadura por álcool como um problema social e de saúde pública. Também foi detectado que colocar advertências mais visíveis nas embalagens do produto, que deixem claro os riscos de acidentes, é também uma medida que deve ser tomada. É o que pretende o governo de Minas.
Estatísticas do Hospital de Clínicas da UFTM apontam que no ano passado 43 pessoas foram atendidas no PS Adulto e 13 no PS Pediátrico por queimadura. De janeiro a março deste ano foram 7 atendimentos em cada um dos PS. (MGS)
Fonte: ABEAD (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Os estabelecimentos mineiros tiveram 120 dias para se adequar à Lei 19487/2011 desde a sanção da norma.
Segundo a legislação, os cartazes deverão apresentar imagens de acidentes provocados pelo uso do álcool e deverão ser afixados a até um metro de distância do local onde o produto estiver exposto nas gôndolas.
Caso não cumpram a lei, os supermercados e demais estabelecimentos varejistas que comercializam álcool líquido estão sujeitos às punições previstas no Código de Defesa do Consumidor, que vão de multa até a cassação da licença.
A reportagem do JORNAL DE UBERABA fez uma pesquisa em diversos estabelecimentos comerciais e em todos eles não havia a colocação dos cartazes. A informação, de modo geral, é que não sabiam da lei, que foi mal divulgado, e prometeram ficar a par do assunto.
Vale lembrar que estudos apontam que acidentes que envolvem a utilização do álcool são uma das principais causas de queimadura no Brasil. O estudo, realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, sugere medidas e oferece subsídios ao poder público para que combatam o problema e protejam principalmente os mais vulneráveis, como crianças de famílias de baixa renda, como a sobretaxação no preço do álcool mais perigoso, de concentração mais elevada. O estudo apontou, ainda, o reconhecimento da queimadura por álcool como um problema social e de saúde pública. Também foi detectado que colocar advertências mais visíveis nas embalagens do produto, que deixem claro os riscos de acidentes, é também uma medida que deve ser tomada. É o que pretende o governo de Minas.
Estatísticas do Hospital de Clínicas da UFTM apontam que no ano passado 43 pessoas foram atendidas no PS Adulto e 13 no PS Pediátrico por queimadura. De janeiro a março deste ano foram 7 atendimentos em cada um dos PS. (MGS)
Fonte: ABEAD (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Justiça impede ‘marcha da maconha’ em Curitiba
O juiz da Vara da Central de Inquéritos de Curitiba, Pedro Luis Sanson Corat, expediu liminar que proibiu a realização da ‘marcha da maconha’, programada para domingo passado (22) na praça Santos Andrade.
O pedido havia sido feito pelo deputado estadual Leonaldo Paranhos (PSC), através de medida cautelar protocolada na quarta-feira da semana passada (18).
Paranhos já havia se manifestado contra a marcha em pronunciamento realizado no dia 17, na tribuna da Assembleia Legislativa. Na visão do parlamentar, a sociedade paranaense não tolera esse tipo de manifestação. “Buscamos o amparo da justiça entendendo que a marcha é ilegal por fazer apologia ao uso da droga”.
Ainda segundo Paranhos, não se pode ignorar que o consumo da maconha está ligado ao tráfico, responsável pela maioria dos homicídios cometidos em Curitiba e no Paraná.
Em seu pronunciamento na tribuna, Paranhos também mostrou um DVD pirata, comprado em camelôs, contendo um documentário sobre o cultivo e a utilização da maconha nos Estados Unidos. Afirmou que, mesmo sendo um documentário, o material deve ter a venda combatida, porque ao ser visto por jovens e adolescentes, ainda imaturos, funciona como um estímulo para o consumo. “Precisamos reagir a isso. Ainda bem que no sábado (21) aconteceu a Marcha para Jesus – evento programado pelas igrejas evangélicas. Jesus chegou antes do diabo”, ironizou.
A região oeste do Paraná é responsável por 30% do total de maconha apreendida em todo o país, só neste ano. Nos primeiros cinco meses foram mais de sete toneladas da droga. O município de Guaíra lidera o numero de apreensões. A fronteira com a Argentina e o Paraguai é apontada pela polícia como motivo do grande volume de droga apreendida no estado.
O pedido havia sido feito pelo deputado estadual Leonaldo Paranhos (PSC), através de medida cautelar protocolada na quarta-feira da semana passada (18).
Paranhos já havia se manifestado contra a marcha em pronunciamento realizado no dia 17, na tribuna da Assembleia Legislativa. Na visão do parlamentar, a sociedade paranaense não tolera esse tipo de manifestação. “Buscamos o amparo da justiça entendendo que a marcha é ilegal por fazer apologia ao uso da droga”.
Ainda segundo Paranhos, não se pode ignorar que o consumo da maconha está ligado ao tráfico, responsável pela maioria dos homicídios cometidos em Curitiba e no Paraná.
Em seu pronunciamento na tribuna, Paranhos também mostrou um DVD pirata, comprado em camelôs, contendo um documentário sobre o cultivo e a utilização da maconha nos Estados Unidos. Afirmou que, mesmo sendo um documentário, o material deve ter a venda combatida, porque ao ser visto por jovens e adolescentes, ainda imaturos, funciona como um estímulo para o consumo. “Precisamos reagir a isso. Ainda bem que no sábado (21) aconteceu a Marcha para Jesus – evento programado pelas igrejas evangélicas. Jesus chegou antes do diabo”, ironizou.
A região oeste do Paraná é responsável por 30% do total de maconha apreendida em todo o país, só neste ano. Nos primeiros cinco meses foram mais de sete toneladas da droga. O município de Guaíra lidera o numero de apreensões. A fronteira com a Argentina e o Paraguai é apontada pela polícia como motivo do grande volume de droga apreendida no estado.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Deputado Paranhos se posiciona contra "marcha da maconha"
Em pronunciamento feito na tribuna da Assembleia Legislativa nesta terça-feira (17), o deputado Leonaldo Paranhos (PSC) se posicionou contrário à marcha da maconha – uma manifestação marcada para domingo, dia 22 de maio. “Vamos tentar impedir que isso aconteça, nem que seja na Justiça, porque fazer apologia ao consumo de droga é crime”, afirmou o parlamentar.
Ainda segundo Paranhos, a sociedade não pode tolerar esse tipo de manifestação, principalmente quando se sabe que “a maconha é a porta de entrada para o consumo de drogas mais pesadas”. Ainda mais grave, de acordo com Paranhos é o fato de que a droga está diretamente vinculada ao tráfico, responsável pela maioria dos homicídios cometidos no Paraná.
Paranhos também mostrou um DVD pirata, comprado em camelôs, contendo um documentário sobre o cultivo e a utilização da maconha nos Estados Unidos. Afirmou que, mesmo sendo um documentário, o material deve ter a venda combatida, porque ao ser visto por jovens e adolescentes, ainda imaturos, funciona como um estímulo para o consumo. “Precisamos reagir a isso. Ainda bem que no sábado (21) acontece a Marcha para Jesus – evento programado pelas igrejas evangélicas. Jesus vai chegar antes do diabo”, ironizou.
Ainda segundo Paranhos, a sociedade não pode tolerar esse tipo de manifestação, principalmente quando se sabe que “a maconha é a porta de entrada para o consumo de drogas mais pesadas”. Ainda mais grave, de acordo com Paranhos é o fato de que a droga está diretamente vinculada ao tráfico, responsável pela maioria dos homicídios cometidos no Paraná.
Paranhos também mostrou um DVD pirata, comprado em camelôs, contendo um documentário sobre o cultivo e a utilização da maconha nos Estados Unidos. Afirmou que, mesmo sendo um documentário, o material deve ter a venda combatida, porque ao ser visto por jovens e adolescentes, ainda imaturos, funciona como um estímulo para o consumo. “Precisamos reagir a isso. Ainda bem que no sábado (21) acontece a Marcha para Jesus – evento programado pelas igrejas evangélicas. Jesus vai chegar antes do diabo”, ironizou.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
O ÁLCOOL TAMBÉM É UMA DROGA
É classificado como um depressivo, o que quer dizer que diminui as funções vitais – resultando em fala arrastada, instabilidade de movimentos, percepções alteradas e uma incapacidade para reagir rapidamente.
No que diz respeito à forma como chega a afectar a mente, o álcool é melhor compreendido como uma droga que reduz a capacidade da pessoa para pensar de forma racional e distorce a sua capacidade de discernimento.
Mesmo estando classificado como um depressivo, a quantidade de álcool consumido determina o tipo de efeito que é obtido. Muita gente bebe pelo efeito estimulante, como no caso de uma cerveja ou um copo de vinho que são bebidos “para soltar–se”. Mas se uma pessoa consome mais do que o corpo pode manejar, então experimentará o efeito depressivo do álcool. Começará a sentir–se “estúpida” ou perderá a coordenação e o controlo.
Uma overdose de álcool provoca efeitos depressivos muito mais severos (incapacidade para sentir dor, toxicidade tal que faz com que o organismo vomite o veneno, e finalmente inconsciência ou, ainda pior, coma ou a morte derivada de uma overdose tóxica severa). Estas reações dependem de quanto e quão rápido é consumido o álcool.
Existem diferentes tipos de álcool. O álcool etílico (etanol), que é o único utilizado em bebidas, é produzido pela fermentação de grãos e frutas. A fermentação é um processo químico mediante o qual a levedura atua sobre certos ingredientes que são encontrados na comida, gerando álcool.
O CONTEÚDO DAS BEBIDAS
As bebidas fermentadas, como a cerveja e o vinho, contêm de 2% a 20% de álcool. As bebidas destiladas, ou licores, contêm entre 40% a 50% ou mais de álcool. O conteúdo habitual de álcool das seguintes bebidas é:
Cerveja 2–6% de álcool
Cidra 4–8% de álcool
Vinho 8–20% de álcool
Tequila 40% de álcool
Rum 40% ou mais de álcool
Brandy 40% ou mais de álcool
Gin 40–47% de álcool
Uísque 40–50% de álcool
Vodka 40–50% de álcool
Licores 15–60% de álcool
BEBER E DIRIGIR
Nos Estados Unidos em 2007, o número de mortos devido a acidentes causados por adolescentes embriagados foi de 1393 – quase quatro mortos em cada dia do ano.
Os acidentes com veículos motorizados encabeçam a lista de causas de morte entre adolescentes nos Estados Unidos e são responsáveis por mais de uma em cada três mortes de jovens americanos. Dos condutores adolescentes que perderam a vida em 2006, 31% tinham bebido, isto de acordo com a National Highway Traffic Safety Administration (Agência Nacional para a Segurança do Tráfego nas Estradas).
O risco de um condutor que se encontra sob a influência do álcool morrer num acidente automobilístico é pelo menos onze vezes maior que o dos condutores que não têm álcool no seu sistema sanguíneo.
Para a maior parte das pessoas, isto são só estatísticas – chocantes talvez, mas apenas estatísticas. Mas para as famílias e amigos das pessoas que morreram como resultado de um adolescente a beber e conduzir, cada número representa uma perda trágica.
O álcool distorce as percepções e o bom discernimento das pessoas. As pessoas que se encontram sob a influência do álcool rapidamente admitem que o tempo de reação delas é menor do que quando não bebem e além disso, expõem–se a maiores riscos a que nunca se exporiam se estivessem sóbrios. Muito frequentemente, esses riscos são fatais.
O álcool é absorvido pela corrente sanguínea através de pequenos vasos sanguíneos que se encontram nas paredes do estômago e do intestino delgado. Minutos depois do álcool ter sido ingerido, viaja do estômago ao cérebro, onde rapidamente produz o seu efeito, retardando a ação das células nervosas.
Aproximadamente 20% do álcool é absorvido através do estômago. A maior parte dos restantes 80% é absorvido através do intestino delgado.
O álcool também é transportado pela corrente sanguínea para o fígado, o qual o elimina do sangue mediante um processo chamado de “metabolismo”, onde é convertido numa substância não tóxica. O fígado apenas pode metabolizar uma certa quantidade de álcool de cada vez, deixando o excesso em circulação no corpo. É por isto que a intensidade do efeito do álcool no corpo se encontra diretamente relacionada com a quantidade de álcool consumido.
Quando a quantidade de álcool no sangue excede um certo nível, o sistema respiratório torna–se muito lento (a respiração diminui), e pode causar coma ou morte, devido ao oxigénio já não chegar ao cérebro.
ALCOOLISMO
A dependência do álcool (alcoolismo) consta de quatro sintomas:
- Desejo forte: uma forte necessidade ou compulsão, à bebida.
- Perda de controlo: A incapacidade para limitar a própria forma de beber em qualquer ocasião.
- Dependência física: sintomas de abstinência tais como náusea, suores, tremores e ansiedade acontecem quando o consumo de álcool é interrompido depois de um período de excesso de bebida.
Uma dependência séria pode levar a pessoa a apresentar sintomas de abstinência que coloquem em perigo a sua vida entre os quais encontram–se as convulsões, estas começam de 8 a 12 horas depois da última bebida. O delirium tremens (D.T.s), que começa 3 a 4 dias depois da última bebida e durante o qual a pessoa apresenta uma agitação extrema, tremores, alucinando e desligando–se da realidade.
Um alcoólico, frequentemente dirá que pode deixar de beber a qualquer momento que decida – só que nunca “decide” fazê–lo. O alcoolismo não é um destino, mas sim uma progressão, um longo caminho de deterioração durante o qual a vida se vai tornando cada vez mais difícil.
Tolerância: a necessidade de beber grandes quantidades de álcool a fim de se sentir como se estivesse eufórico.
“Quando decidi parar de beber, percebi que o álcool tinha tomado conta do meu corpo de tal maneira que não podia parar. Costumava tremer como se eu fosse arrebentar, começava a suar e não podia pensar até que tomasse outro copo. Não podia funcionar sem ele.
“Passei os ultimos 8 anos a entrar e a sair dos hospitais e clínicas de desintoxicação, a tentar entender o que tinha acontecido comigo, como foi possível não poder deixar. Foi o pior e mais longo pesadelo que tive na minha vida.” – Jan
Fonte: http://br.drugfreeworld.org/drugfacts/alcohol/what-is-alcohol-dependence.html
No que diz respeito à forma como chega a afectar a mente, o álcool é melhor compreendido como uma droga que reduz a capacidade da pessoa para pensar de forma racional e distorce a sua capacidade de discernimento.
Mesmo estando classificado como um depressivo, a quantidade de álcool consumido determina o tipo de efeito que é obtido. Muita gente bebe pelo efeito estimulante, como no caso de uma cerveja ou um copo de vinho que são bebidos “para soltar–se”. Mas se uma pessoa consome mais do que o corpo pode manejar, então experimentará o efeito depressivo do álcool. Começará a sentir–se “estúpida” ou perderá a coordenação e o controlo.
Uma overdose de álcool provoca efeitos depressivos muito mais severos (incapacidade para sentir dor, toxicidade tal que faz com que o organismo vomite o veneno, e finalmente inconsciência ou, ainda pior, coma ou a morte derivada de uma overdose tóxica severa). Estas reações dependem de quanto e quão rápido é consumido o álcool.
Existem diferentes tipos de álcool. O álcool etílico (etanol), que é o único utilizado em bebidas, é produzido pela fermentação de grãos e frutas. A fermentação é um processo químico mediante o qual a levedura atua sobre certos ingredientes que são encontrados na comida, gerando álcool.
O CONTEÚDO DAS BEBIDAS
As bebidas fermentadas, como a cerveja e o vinho, contêm de 2% a 20% de álcool. As bebidas destiladas, ou licores, contêm entre 40% a 50% ou mais de álcool. O conteúdo habitual de álcool das seguintes bebidas é:
Cerveja 2–6% de álcool
Cidra 4–8% de álcool
Vinho 8–20% de álcool
Tequila 40% de álcool
Rum 40% ou mais de álcool
Brandy 40% ou mais de álcool
Gin 40–47% de álcool
Uísque 40–50% de álcool
Vodka 40–50% de álcool
Licores 15–60% de álcool
BEBER E DIRIGIR
Nos Estados Unidos em 2007, o número de mortos devido a acidentes causados por adolescentes embriagados foi de 1393 – quase quatro mortos em cada dia do ano.
Os acidentes com veículos motorizados encabeçam a lista de causas de morte entre adolescentes nos Estados Unidos e são responsáveis por mais de uma em cada três mortes de jovens americanos. Dos condutores adolescentes que perderam a vida em 2006, 31% tinham bebido, isto de acordo com a National Highway Traffic Safety Administration (Agência Nacional para a Segurança do Tráfego nas Estradas).
O risco de um condutor que se encontra sob a influência do álcool morrer num acidente automobilístico é pelo menos onze vezes maior que o dos condutores que não têm álcool no seu sistema sanguíneo.
Para a maior parte das pessoas, isto são só estatísticas – chocantes talvez, mas apenas estatísticas. Mas para as famílias e amigos das pessoas que morreram como resultado de um adolescente a beber e conduzir, cada número representa uma perda trágica.
O álcool distorce as percepções e o bom discernimento das pessoas. As pessoas que se encontram sob a influência do álcool rapidamente admitem que o tempo de reação delas é menor do que quando não bebem e além disso, expõem–se a maiores riscos a que nunca se exporiam se estivessem sóbrios. Muito frequentemente, esses riscos são fatais.
O álcool é absorvido pela corrente sanguínea através de pequenos vasos sanguíneos que se encontram nas paredes do estômago e do intestino delgado. Minutos depois do álcool ter sido ingerido, viaja do estômago ao cérebro, onde rapidamente produz o seu efeito, retardando a ação das células nervosas.
Aproximadamente 20% do álcool é absorvido através do estômago. A maior parte dos restantes 80% é absorvido através do intestino delgado.
O álcool também é transportado pela corrente sanguínea para o fígado, o qual o elimina do sangue mediante um processo chamado de “metabolismo”, onde é convertido numa substância não tóxica. O fígado apenas pode metabolizar uma certa quantidade de álcool de cada vez, deixando o excesso em circulação no corpo. É por isto que a intensidade do efeito do álcool no corpo se encontra diretamente relacionada com a quantidade de álcool consumido.
Quando a quantidade de álcool no sangue excede um certo nível, o sistema respiratório torna–se muito lento (a respiração diminui), e pode causar coma ou morte, devido ao oxigénio já não chegar ao cérebro.
ALCOOLISMO
A dependência do álcool (alcoolismo) consta de quatro sintomas:
- Desejo forte: uma forte necessidade ou compulsão, à bebida.
- Perda de controlo: A incapacidade para limitar a própria forma de beber em qualquer ocasião.
- Dependência física: sintomas de abstinência tais como náusea, suores, tremores e ansiedade acontecem quando o consumo de álcool é interrompido depois de um período de excesso de bebida.
Uma dependência séria pode levar a pessoa a apresentar sintomas de abstinência que coloquem em perigo a sua vida entre os quais encontram–se as convulsões, estas começam de 8 a 12 horas depois da última bebida. O delirium tremens (D.T.s), que começa 3 a 4 dias depois da última bebida e durante o qual a pessoa apresenta uma agitação extrema, tremores, alucinando e desligando–se da realidade.
Um alcoólico, frequentemente dirá que pode deixar de beber a qualquer momento que decida – só que nunca “decide” fazê–lo. O alcoolismo não é um destino, mas sim uma progressão, um longo caminho de deterioração durante o qual a vida se vai tornando cada vez mais difícil.
Tolerância: a necessidade de beber grandes quantidades de álcool a fim de se sentir como se estivesse eufórico.
“Quando decidi parar de beber, percebi que o álcool tinha tomado conta do meu corpo de tal maneira que não podia parar. Costumava tremer como se eu fosse arrebentar, começava a suar e não podia pensar até que tomasse outro copo. Não podia funcionar sem ele.
“Passei os ultimos 8 anos a entrar e a sair dos hospitais e clínicas de desintoxicação, a tentar entender o que tinha acontecido comigo, como foi possível não poder deixar. Foi o pior e mais longo pesadelo que tive na minha vida.” – Jan
Fonte: http://br.drugfreeworld.org/drugfacts/alcohol/what-is-alcohol-dependence.html
segunda-feira, 9 de maio de 2011
OXI - Nova droga veio para matar
Um novo tipo de entorpecente vem sendo apreendido em diversas regiões do Brasil, dado que mostra que a droga vem se espalhando pelo país.
Trata-se de uma derivação do Crack, chamado de OXI. Esta nova droga é uma mistura de base de cocaína, querosene (ou gasolina, diesel e solução de bateria), cal e permanganato de potássio. Antes, a droga era diluída na maconha, mas hoje, ela já é transformada em pedra e fumada em um cachimbo, assim como o crack. A oxi já é comum em outros estados como o Acre, que faz fronteira com Perú e Bolívia, mas chegou a São Paulo há algum tempo. Por não ser uma droga conhecida, o material apreendido acaba sendo confundido com o crack.
Já houve registro da droga no Mato Grosso do Sul, Goias, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná, onde na região de Santa Tereza do Oeste foi efetuada uma das maiores apreensões do país.
De acordo com Ana Cristina Fulini, coordenadora terapêutica da Clinica Maia Prime, essa droga tem um poder ainda mais devastador. “A oxi chega muito rápido ao cérebro, mas os efeitos duram pouco, fazendo com que o usuário use constantemente a droga a fim de ter as sensações que vão da euforia, depressão, medo e chegam a levar a paranóia”. Outro fator que pode desencadear o uso do oxi em relação ao crack é o preço. Enquanto que a pedra de crack é vendida entre R$ 7,00 e $ 10,00, a oxi varia de R$ 2,00 a R$ 5,00. Por ter muitos componentes, a toxidade é muito alta, podendo afe tar o sistema cardiorrespiratório e gerar perda da consciência e problemas hepáticos.
De acordo com especialistas do Denarc de São Paulo, em média, 30% dos usuários desse tipo de droga não sobrevivem após um ano de uso.Para Ana Cristina, muitos desses usuários podem ter migrado da cocaína, então é importante a família estar atenta para que uma equipe multidisciplinar acompanhe o quanto antes esse dependente. “Um bom tratamento depende muito da família e das informações passadas à equipe de atendimento. É fundamental sabermos que tipo de droga o usuário utiliza ou utilizou”.
Fonte: RedeNotícias
Uma droga pior que o crack
No começo deste mês, o Denarc (Departamento de Narcóticos) da Polícia Civil de São Paulo fez as duas primeiras apreensões — a última, na sexta-feira —, da droga conhecida como oxi, que tem colocado em alerta especialistas e autoridades da área de saúde por ser mais barata, viciante e danosa do que o crack.
O oxi mostra seus efeitos logo na primeira semana de consumo. Com vômito e diarreia frequentes, alguns viciados podem perder até 10 kg em menos de um mês. O usuário apresenta problemas no aparelho digestivo, complicações renais, além de dores na cabeça e náuseas, que se tornam constantes. As gengivas são perfuradas e os dentes danificados (ficam porosos e podem cair).
Tem mais: as substâncias do oxi atingem principalmente o fígado, a faringe e os pulmões. “Praticamente todas as via respiratórias sofrem um grande comprometimento, o que pode levar à morte rapidamente alguém que tenha asma ou algum problema cardíaco”, afirma Marta Jezierski, diretora do Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas), ligado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.
Assim como o crack, o oxi é feito a partir da pasta base da cocaína e passa por um processo no qual outros produtos são acrescentados para se obter a pedra. O crack vem da mistura com amoníaco e bicarbonato de sódio, enquanto o oxi é feito com cal virgem, combustíveis (querosene, gasolina ou diesel) e outros oxidantes (daí a origem do seu nome), como explica Ana Cristina Fulini, especialista em dependência química da Clínica Maia Prime, em São Paulo: “São produtos mais baratos, que reduzem bastante o preço da droga, tornando-a uma alternativa para o usuário de crack”.
Embora a droga só tenha sido apreendida pela polícia recentemente, relatos apontam que o oxi já é bastante popular no norte do país, principalmente no Acre e no Amazonas. Chegou à capital de São Paulo nos últimos sete meses e tem sido amplamente usada entre viciados em crack. “Os pacientes informam sobre um tipo de pedra de crack mais barata e com efeito mais forte desde o ano passado”, conta Ana.
Um fator que contribui para rápida adesão do usuário é a concentração de cocaína, mais alta no oxi, chegando a 80%, embora a pureza seja menor em consequência do excesso de ingredientes. O crack apresenta uma concentração de 40%. Essa diferença também torna o efeito do oxi mais rápido e potente, aumentando a sedução para o uso.
Segundo Marta Jezierski, os usuários de oxi em São Paulo consomem a droga pensando ser crack. “Na hora da fissura, dificilmente essas pessoas se perguntam o que é, alguns só sabem que é mais barato e forte”, diz ela, alertando para o fato de que o oxi, em comparação com o crack, aumenta a paranóia e os surtos psicóticos.
1,4 toneladas foram apreendidas no Acre desde 2009
Fronteiras
Em 2005, o Ministério da Saúde alertou para o aumento de usuários de oxi no estado do Acre. A droga chegou pelas fronteiras da Bolívia e do Peru, onde há relatos de seu uso desde a década de 1980.
Falta de mapeamento
Ainda não há qualquer tipo de mapeamento do uso do oxi nas principais capitais brasileiras, São Paulo e Rio de Janeiro. “O Cratod lançará um estudo específico na próxima semana”, afirma a coordenadora Marta Jezierski.
Mais barata
Enquanto o crack custa até R$ 10 por pedra, o oxi pode ser encontrado por R$ 2. A droga tem sido apelidada em São Paulo de “Hulk” e “Kryptonyta”, em referência à sua cor mais esverdeada.
Fonte: Rede Bom Dia
Trata-se de uma derivação do Crack, chamado de OXI. Esta nova droga é uma mistura de base de cocaína, querosene (ou gasolina, diesel e solução de bateria), cal e permanganato de potássio. Antes, a droga era diluída na maconha, mas hoje, ela já é transformada em pedra e fumada em um cachimbo, assim como o crack. A oxi já é comum em outros estados como o Acre, que faz fronteira com Perú e Bolívia, mas chegou a São Paulo há algum tempo. Por não ser uma droga conhecida, o material apreendido acaba sendo confundido com o crack.
Já houve registro da droga no Mato Grosso do Sul, Goias, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná, onde na região de Santa Tereza do Oeste foi efetuada uma das maiores apreensões do país.
De acordo com Ana Cristina Fulini, coordenadora terapêutica da Clinica Maia Prime, essa droga tem um poder ainda mais devastador. “A oxi chega muito rápido ao cérebro, mas os efeitos duram pouco, fazendo com que o usuário use constantemente a droga a fim de ter as sensações que vão da euforia, depressão, medo e chegam a levar a paranóia”. Outro fator que pode desencadear o uso do oxi em relação ao crack é o preço. Enquanto que a pedra de crack é vendida entre R$ 7,00 e $ 10,00, a oxi varia de R$ 2,00 a R$ 5,00. Por ter muitos componentes, a toxidade é muito alta, podendo afe tar o sistema cardiorrespiratório e gerar perda da consciência e problemas hepáticos.
De acordo com especialistas do Denarc de São Paulo, em média, 30% dos usuários desse tipo de droga não sobrevivem após um ano de uso.Para Ana Cristina, muitos desses usuários podem ter migrado da cocaína, então é importante a família estar atenta para que uma equipe multidisciplinar acompanhe o quanto antes esse dependente. “Um bom tratamento depende muito da família e das informações passadas à equipe de atendimento. É fundamental sabermos que tipo de droga o usuário utiliza ou utilizou”.
Fonte: RedeNotícias
Uma droga pior que o crack
No começo deste mês, o Denarc (Departamento de Narcóticos) da Polícia Civil de São Paulo fez as duas primeiras apreensões — a última, na sexta-feira —, da droga conhecida como oxi, que tem colocado em alerta especialistas e autoridades da área de saúde por ser mais barata, viciante e danosa do que o crack.
O oxi mostra seus efeitos logo na primeira semana de consumo. Com vômito e diarreia frequentes, alguns viciados podem perder até 10 kg em menos de um mês. O usuário apresenta problemas no aparelho digestivo, complicações renais, além de dores na cabeça e náuseas, que se tornam constantes. As gengivas são perfuradas e os dentes danificados (ficam porosos e podem cair).
Tem mais: as substâncias do oxi atingem principalmente o fígado, a faringe e os pulmões. “Praticamente todas as via respiratórias sofrem um grande comprometimento, o que pode levar à morte rapidamente alguém que tenha asma ou algum problema cardíaco”, afirma Marta Jezierski, diretora do Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas), ligado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.
Assim como o crack, o oxi é feito a partir da pasta base da cocaína e passa por um processo no qual outros produtos são acrescentados para se obter a pedra. O crack vem da mistura com amoníaco e bicarbonato de sódio, enquanto o oxi é feito com cal virgem, combustíveis (querosene, gasolina ou diesel) e outros oxidantes (daí a origem do seu nome), como explica Ana Cristina Fulini, especialista em dependência química da Clínica Maia Prime, em São Paulo: “São produtos mais baratos, que reduzem bastante o preço da droga, tornando-a uma alternativa para o usuário de crack”.
Embora a droga só tenha sido apreendida pela polícia recentemente, relatos apontam que o oxi já é bastante popular no norte do país, principalmente no Acre e no Amazonas. Chegou à capital de São Paulo nos últimos sete meses e tem sido amplamente usada entre viciados em crack. “Os pacientes informam sobre um tipo de pedra de crack mais barata e com efeito mais forte desde o ano passado”, conta Ana.
Um fator que contribui para rápida adesão do usuário é a concentração de cocaína, mais alta no oxi, chegando a 80%, embora a pureza seja menor em consequência do excesso de ingredientes. O crack apresenta uma concentração de 40%. Essa diferença também torna o efeito do oxi mais rápido e potente, aumentando a sedução para o uso.
Segundo Marta Jezierski, os usuários de oxi em São Paulo consomem a droga pensando ser crack. “Na hora da fissura, dificilmente essas pessoas se perguntam o que é, alguns só sabem que é mais barato e forte”, diz ela, alertando para o fato de que o oxi, em comparação com o crack, aumenta a paranóia e os surtos psicóticos.
1,4 toneladas foram apreendidas no Acre desde 2009
Fronteiras
Em 2005, o Ministério da Saúde alertou para o aumento de usuários de oxi no estado do Acre. A droga chegou pelas fronteiras da Bolívia e do Peru, onde há relatos de seu uso desde a década de 1980.
Falta de mapeamento
Ainda não há qualquer tipo de mapeamento do uso do oxi nas principais capitais brasileiras, São Paulo e Rio de Janeiro. “O Cratod lançará um estudo específico na próxima semana”, afirma a coordenadora Marta Jezierski.
Mais barata
Enquanto o crack custa até R$ 10 por pedra, o oxi pode ser encontrado por R$ 2. A droga tem sido apelidada em São Paulo de “Hulk” e “Kryptonyta”, em referência à sua cor mais esverdeada.
Fonte: Rede Bom Dia
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Crack é tema de debate na Câmara de Curitiba hoje
O crack é tema de debate na Câmara de Curitiba, na tarde de hoje, a partir das duas horas. A audiência pública vai discutir o impacto do uso de drogas nas comunidades, políticas públicas e a falta de estrutura das casas de recuperação da cidade. A iniciativa é dos vereadores Noemia Rocha (PMDB) e Pedro Paulo (PT). Vão participar da discussão o psiquiatra e especialista em dependência química Marcos Bessa, a professora Araci Asinelli da Luz, a psicóloga Maria Aparecida da Silva Reis Pereira e pastores que atuam na recuperação de dependentes químicos. Após a audiência, os vereadores pretendem encaminhar sugestões à prefeitura.
Fonte: http://blogdajoice.com/
Fonte: http://blogdajoice.com/
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