segunda-feira, 5 de março de 2012

Ex-traficante usa dificuldades pessoais para ajudar os outros no tratamento de vícios

O norte-americano Antonio Lambert, um ex-presidiário que venceu sua batalha contra o vício das drogas e da violência, e, agora, auxilia pessoas na mesma situação
O gosto da cocaína e a sensação de câmera lenta de burlar a lei eram bem familiares, mas a diversão tinha acabado fazia tempo. Antonio Lambert não era mais um jovem de gangue, mas um homem de família com uma carreira, e lá estava ele no último outono, alto como qualquer usuário das ruas, entrando no seu escritório escondido às nove da noite, procurando – o que, exatamente? Ele não sabia ao certo.
Ele saiu do prédio levando alguns celulares (que jogou fora) e uma sensação de que estava escorregando, caindo de novo dentro de um buraco. Ele andou na escuridão, andou sem destino, e então começou a fazer o que ensinou a outros em circunstâncias
emelhantes: parar, enfrentar o problema, e se reerguer.
"Eu comecei a falar comigo mesmo, em voz alta: esta é uma das minhas estratégias para lidar com isso, e um dos motivos pelos quais eu recaí foi que eu esqueci de usá-la", disse Lambert, 41, educador em saúde mental que tem um diagnóstico de distúrbio de humor e drogadicção, um dos mais assustadores da psiquiatria.

Ele mandou uma mensagem de texto para um amigo, alguém que conhecia sua história e poderia ajudá-lo a sair daquela situação. E deu entrada num hospital.
"Eu sei quando é hora de buscar ajuda."
O sistema de saúde mental há muito tempo usa pares (pessoas que passaram pela mesma situação) como conselheiros e esta prática tem sido controversa, em parte porque os médicos e assistentes sociais questionaram sua eficácia. Mas pesquisas recentes sugerem que o apoio de pessoas na mesma situação pode reduzir os custos, e em 2007, funcionários federais de saúde determinaram que os estados poderiam cobrar por esses serviços pelo Medicaid – se o estado tivesse um sistema para treinar e certificar pares.

Desde então, "o apoio de pares cresceu vertiginosamente; eu estou nesse campo há 25 anos, e nunca vi nada acontecer tão rápido", disse Larry Davidson, pesquisador de saúde mental em Yale. "Os pares são uma prova viva, respirando, de que a recuperação é possível, de que ela é real."
A prova A é Lambert, um ex-condenado autodidata que está se tornando um reconhecido treinador de pares, dando aulas em Delaware e por todo o país. Ele é um entre um pequeno grupo de pessoas que escolheu contar publicamente como é difícil administrar um diagnóstico duplo severo, incluindo as recaídas que costumam acontecer nesse caso.
"Ele é um exemplo extremo de quanta diferença a paixão e o compromisso podem fazer, levando em conta tudo o que passou", diz Steve Harrington, diretor-executivo da Associação Nacional de pares Especialistas, um grupo dedicado a promover o apoio entre pares na saúde mental.
Lambert, que saiu de um buraco profundo com a ajuda da fé religiosa, medicação e suas próprias formas de autoexpressão, descreve a situação assim: "há muitas pessoas lidando com doenças mentais, drogas, abandono, abuso, e elas não sabem que há uma saída. Eu não sabia. Eu não sabia."
Bean Bean na Cidade Aranha
Sua avó foi a primeira pessoa a chamá-lo de Bean Bean, e o menino era tão magro que não conseguiu se livrar do apelido.
Ele também não conseguia evitar os meninos mais velhos e fortes em Brighton, Portsmouth (Virgínia), e passou parte de sua vida escolar apanhando. Brighton era assim naquela época, e pelo menos essas brigas ensinaram-lhe habilidades de sobrevivência. Nem tudo foi aprendizado: ele foi abusado sexualmente aos 6 anos, por um menino mais velho do bairro – de forma brutal.
Ele não tinha para quem contar, mesmo que soubesse o que dizer. Sua mãe e pai estavam separados, vivendo a quarteirões de distância, ambos figuras constantes na vida social do bairro, nas festas nas casas, frequentadores de lojas de bebidas, jogos de cartas e outras atrações. Sua mãe, chamada Chucky, estava quase sempre fora, e às vezes deixava o menino na casa de uma amiga por "algumas horas" que se transformavam num final de semana inteiro. Durante a maior parte do tempo, ele esperava na porta.

Ele idolatrava o pai, um motorista de caminhão e funcionário de depósito que vivia perto, mas também passava seu tempo livre fora de casa, bebendo e jogando cartas.
"Naquela época eu era alcoólatra, mas eu saía e tentava encontrá-lo quando sabia que ele estava fora", disse o pai, Edward Lambert, numa entrevista recente em sua casa em Brighton. Ele largou a bebida há alguns anos por causa da Igreja, e pai e filho eventualmente se aproximaram.
Mas só depois que o filho começou a marcar território nas ruas, ficando conhecido como um bandido bem sucedido aos 12 anos, uma presença frequente no Palmer´s Corner, lar dos machos alfa pesos-pesados de Brighton – Cidade Aranha, como eles a chamavam. Ele logo entrou nas drogas, primeiro como entregador e depois como traficante local, armado e muito perigoso. Ele começou a usar cada vez mais cocaína, crack de vez em quando, e logo adquiriu outra característica.
"Nós víamos a loucura como uma qualidade estimada, algo a ser admirado, como os brancos admiram a coragem", escreveu Nathan McCall em "Makes Me Wanna Holler", seu livro de memórias de 1994 sobre sua juventude em Portsmouth. "Na verdade, no nosso jeito de pensar, a loucura e a coragem eram a mesma coisa."
O garoto magro cresceu, forte e louco o suficiente para circular com sua bicicleta com uma metralhadora serrada no guidão, parar em frente a um grupo de traficantes e jogar uma sacola vazia no chão na frente deles, com essas instruções: encham isso. Agora.

"Eu atirava com a arma para o ar para mostrar que eu estava falando sério, então pegava as drogas e ia até o próximo grupo de traficantes, e deixava tudo ali", dizia ele. Nessa época, ele era calouro do segundo grau.
Ninguém que estava lá esqueceu isso.
"Chegou ao ponto em que as pessoas, especialmente os traficantes, vigiavam a rua para ver se Bean Bean estava chegando, da mesma forma que vigiam a polícia", disse Henry Maurice Hunt, meio-irmão e colega de armas da época em que ainda vivia no bairro. "Se eles viam Bean chegando na rua, iam embora."
Aquilo não tinha como durar, e não durou. Ele sobreviveu a vários tiroteios, levou uma bala atrás da orelha uma vez (ela ainda está lá), e em outro sofreu uma emboscada por trás e foi atingido nas pernas, braços e na pélvis; essas balas foram todas removidas sem nenhum dano mais grave, exceto pelas cicatrizes proeminentes. Mas a polícia estava atrás dele, e em 1991, aos 21 anos, ele foi para a prisão, condenado a 22 anos por agressão com arma e outras acusações, de acordo com os registros do tribunal de Portsmouth.
Ele não foi um prisioneiro modelo no início. Incitou um protesto numa instituição, depois do qual os guardas o confinaram a uma cela de "segregação", longe dos outros prisioneiros, por quase dois anos. Ele começou a ler lá, a Enciclopédia Britânica, depois Robert Ludlum, James Clavell, Sun Tzu, qualquer coisa que encontrasse.
A curiosidade nutria uma ambição que foi crescendo até que um dia, em 2002, se transformou em convicção.
"Um jovem bandido que eu conhecia do bairro chegou, no primeiro dia de uma sentença de prisão perpétua, colocou as mãos para o alto e disse: ´Ei, cara, estou aqui` – como se estivesse chegando numa festa", disse Lambert. "Aquilo foi o bastante. Eu sabia que precisava sair de lá e ter uma vida, alguma coisa. Eu não sabia o quê, nem como."
Vivendo a sua história
Ele recebeu ajuda, e ela veio na hora certa e de uma fonte inesperada.
Era junho de 2003, e Lambert estava fora da prisão (por bom comportamento) e morando em Virginia Beach, perto de casa, mas não muito. Casado e com filhas, ele estava se tornando particularmente habilidoso na colocação de pisos. Sua vida parecia estar tomando forma, se não ainda uma direção.
Mas as horas de trabalho eram longas, o dinheiro era curto, e uma briga com sua mulher abriu um poço de ressentimento e desespero que parecia não ter fim. Na prisão, ele se lembra, um médico deu-lhe o diagnóstico de depressão e o medicou. Mas o remédio não tinha efeito para ele, e ele decidiu que aquilo era bobagem; que ele conseguia lidar bem consigo mesmo.
E foi então que ele caiu novamente nas ruas de Brighton, dormindo em apartamentos de amigos e se sentindo perdido, instável e desesperado por sua droga favorita. O gosto de metal da cocaína era irresistível, e pelo menos segurava a depressão. Mas seu humor voltava a ficar sombrio, e ele tinha que se drogar de novo.

É assim que quase sempre acontece com quem tem um diagnóstico duplo de adicção e distúrbio de humor, dizem os médicos: um problema inflama o outro, num ciclo que é extremamente difícil de quebrar.
Mas ele logo quebrou, deixando 55 gramas de cocaína e sua pistola na casa de seu meio-irmão numa manhã e indo embora. Por volta das seis da tarde, ele estava indo em direção à Rodovia George Washington, sentindo-se de certa forma com menos esperança do que atrás das grades – quando seu celular tocou. Era sua mãe que agora morava na Califórnia, e ela tinha acabado de ver algo na TV: uma propaganda para o Desafio Adolescente EUA, um programa de recuperação cristão.
Ela deu o número de telefone para ele. Ele anotou, sentou na frente de uma casa e pensou sobre aquilo por um bom tempo, e então telefonou. O homem do outro lado ouviu e ofereceu a isenção da taxa se o jovem se entregasse a Deus. Ele fez o compromisso naquela manhã e desde então costuma ir regularmente à igreja.
"Eu honestamente acredito que a prisão o tirou das ruas antes que ele morresse", disse seu pai, "e Deus fez o resto."
Ele concluiu o programa, em Greensboro, Carolina do Norte, e logo encontrou um emprego num depósito de lá, começando como trabalhador temporário e avançando até assistente de gerente de distribuição. Ele estava limpo, a família estava intacta e, de acordo com seus registros médicos, um terapeuta local prescreveu-lhe lítio, um tratamento padrão para distúrbios de humor severos.

Foi um amigo da igreja que falou para ele sobre o trabalho de apoio, mostrando-lhe um anúncio de pares especialistas numa clínica de saúde mental local, a Envisions of Life, e ele agarrou a chance, aceitando uma redução de salário em troca de alguns casos.
"Ele pegava os piores casos; tinha que ir para essas áreas cheias de gangues, lugares em que ninguém mais ia", disse Sue Bethune, sua chefe na época, que agora é consultora de saúde mental em Greensboro. "Ele de fato abriu as portas para o programa poder mandar pessoas para lá."
O trabalho era exaustivo, e o deixava perigosamente perto de traficantes de cocaína (por isso a recaída, que resultou em acusações por delitos), e as relações em casa ficaram mais uma vez muito desgastadas. Ele começou a pensar mais alto: em treinar pares. Em 2007, ele foi a uma palestra de treinamento de Harrington, o diretor-executivo e fundador da associação de pares.
"Ele fez muitas perguntas que faziam refletir bastante", disse Harrington, hoje estudante de pós-doutorado na Universidade de Boston, numa entrevista. "Quando eu ouvi mais sobre sua história, disse a ele: ´olhe, você pode fazer o que eu faço`."
Eles continuaram em contato, e logo Harrington telefonou para dizer que tinha agendado para Lambert fazer um discurso "de tom" num evento em Michigan. Ele embarcou num avião em Greensboro, sem saber no que estava entrando.
"Eu nem sabia o que ´de tom` significava", disse ele. "achei que eu teria que cantar."
A história tomou vida própria, e as pessoas no público que temiam por seus entes queridos com problemas semelhantes queriam ouvir mais. Pais de todas as classes sociais, médicos, clérigos e colegas de trabalho o puxaram de lado para ver se ele poderia falar com um filho problemático, ou uma filha viciada. Ele se juntou a Harrington para abrir uma empresa, a Recover Resources, que vende manuais para programas de apoio, DVDs e outros materiais educativos. Uma sessão de treinamento em junho, realizada no Centro Psiquiátrico Delaware e conduzida por Lambert, mudou a vida de pelo menos dois dos presentes.
Um era um veterano da marinha de Newark, Delaware, que também tinha problemas com abuso de substâncias e um diagnóstico psiquiátrico.
"Eu soube desde o início que era alguém importante para mim", disse o veterano, Justin Thompson, 28, que desde então concluiu sua certificação de conselheiro sob a supervisão de Lambert e agora trabalha como ex-paciente especialista. Os dois se tornaram amigos próximos. "Eu me identifiquei com ele de cara, com sua paixão, sua história, a energia positiva que ele traz – tudo isso."
Outra foi June Benson, uma mãe solteira de três filhos que teve seus problemas com a lei e uso de drogas. Os dois sentiram uma conexão instantânea e começaram a se falar regularmente por telefone (Lambert estava passando por uma separação na época e está em contato constante com seus próprios filhos.).

"Ele me contou tudo; eram telefonemas caros", disse Benson. "Mas para sair de tudo aqui e ser o homem que ele é hoje, é um milagre."
Ele logo foi contratado pela Clínica Psiquiátrica de Delaware para fornecer serviços de apoio de pares no hospital e começou a falar com a Horizon House/Delaware, uma clínica em Wilmington, para montar uma faculdade para treinar pares especialistas.
Lambert e Benson foram morar juntos em julho e estão noivos.
"Você precisa entender, para mim, agora, o que eu passei, às vezes é difícil acreditar que tudo isso é real", disse Lambert. "Mas eu sei que minha doença mental e meu vício são reais; sinto que eles estão aí nesse momento, exercitando-se, preparando-se para me pegar de novo. É por isso que eu tenho todo o meu sistema para permanecer forte."
O dia-a-dia
Esse sistema é baseado no monitoramento estrito de seus humores, que respondem apenas em parte à medicação. Ele inclui falar consigo mesmo, normalmente no carro ou entre consultas ("Se o carro for parar na parte errada da cidade, eu cairei de novo"); e mímica, que ele faz com um grupo e individualmente, normalmente nas igrejas, com maquiagem, longas túnicas e acompanhamento gospel.
Mas quando Lambert sente que sua mente está naufragando rápido, ele precisa de companhia, normalmente a de Benson ou Thompson.

Ele sente que ele mesmo precisa de um conselheiro, alguém com uma história e que sabe como é – de dentro – ter dificuldades mentais, estar com problemas sérios, e se sentir sem nenhuma opção. Alguém que possa ser um defensor, um companheiro, que possa compartilhar sua história: que possa simplesmente estar ali, é tudo o que é necessário.
Pesquisadores de saúde mental testaram o efeito dos pares numa variedade de contextos durante a última década. Quando eles são “especializados” - ou seja, sua história é semelhante à de seus clientes, da forma como Lambert e outros ensinam – os pares tendem a reduzir a taxa de hospitalizações psiquiátricas e, quando apropriado, aumentam o uso de programas como o Alcóolicos Anônimos.
No fim, não é pelo dinheiro. Em suas viagens como treinador e conselheiro, Lambert leu poemas dos clientes, acompanhou eles nas compras, e às vezes sentou e assistiu um episódio de sua novela favorita. E ele assumiu Thompson como um protegido, um treinador de conselheiros em treinamento.
Para ambos, significa estar a serviços, para seus alunos e um para o outro. Numa manhã de sábado recente, Lambert estava em casa sozinho, assistindo futebol, quando sentiu um pulsar daquela mesma escuridão e exaustão que o levou à última recaída.

"Eu chamo isso de monstro", diz ele. "Eu estava deitado no sofá e, depois de um tempo, o futebol é que estava me assistindo."
Ele telefonou para Thompson, que correu para lá com um par de varas de pescar. Os dois pescaram naquela tarde. Pescaram e fumara e não falaram sobre muita coisa, e nenhum deles pode dizer exatamente quando foi que aconteceu. O monstro tinha ido embora.


Tradução: Eloise De Vylder
Fontes:
UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas

quinta-feira, 1 de março de 2012

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Campanha incentiva cultura da paz

Novas peças da campanha Paz Tem Voz mostram que a atitude contra a violência está nos pequenos gestos.


O novo material publicitário da campanha Paz Tem Voz, promovida pela Gazeta do Povo, RPC TV e Rádio 98FM, empresas do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM), foi lançado no último domingo (26). Os anúncios, filmes e spots terão cinco diferentes abordagens de violência.

As primeiras peças que estão sendo veiculadas tratam da violência no trânsito e na escola, e levam o slogan “A paz no trânsito está na educação. Seja consciente.” e “A paz está no diálogo. Converse com seu filho.”, respectivamente.
A campanha, criada pela agência The Getz, reflete a proposta desta nova etapa que prossegue até meados deste ano. Com foco mais forte na cultura da paz, o objetivo é sensibilizar a sociedade para o problema da violência e mostrar à população que a mudança do cenário depende das atitudes de cada um.

Os filmes trazem um contador de história que relaciona algum fato da infância de um familiar que poderia ter um desfecho violento e trágico. Mas, o personagem entra em cena para mostrar que sua atitude fez a diferença. “A ideia é transmitir que as pessoas são responsáveis pelos seus atos e que sempre existem caminhos. Basta fazer a escolha mais sensata. Por isso, ações de incentivo à convivência, à gentileza e ao relacionamento em comunidade serão valorizadas nesta etapa”, destaca Milena Seabra, diretora de Marketing Corporativo do GRPCOM.
Dar voz à população 

A campanha contra a violência, chamada inicialmente de Paz Sem Voz é Medo, começou em julho do ano passado, com o foco foi na conscientização da sociedade a respeito do quadro negativo de violência que se estabeleceu no Paraná. Em janeiro deste ano a campanha evolui para Paz Tem Voz, com foco mais forte na cultura da paz.

Com apoio de campanha publicitária e de matérias jornalísticas exibidas nos veículos do GRPCOM, a campanha mostrou que o esforço para reverter o cenário de violência não poderia ser apenas responsabilidade do poder público. Toda sociedade deveria estar envolvida e que, dentro das possibilidades, cada um poderia fazer algo para melhorar a segurança de sua comunidade.

Nesse período, foram incentivadas a criação de Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), a adoção de ações comunitárias e as denúncias de crimes, por meio de boletins eletrônicos. Além disso, o GRPCOM lançou o Mapa do Crime, uma ferramenta para aumentar a transparência sobre os números dos crimes no Paraná, inspirada nas plataformas como “Wikicrimes”, “New York City Homicides Map” e “Spotcrime”.

É um espaço para o cadastramento de casos de homicídio, agressão, furto, roubo e tráfico de drogas. O instrumento possibilita que o cidadão registre delitos de que é vítima ou testemunha. O Mapa do Crime ainda coloca à disposição dos paranaenses estatísticas oficiais e canal para denúncias.
Mobilização

O Fórum Unidos pela Paz, realizado em setembro, reuniu cerca de 100 pessoas, entre representantes de entidades públicas, privadas e da sociedade civil, para a discussão de propostas de melhoria da segurança no estado. Outra ação foi o Papo Universitário, evento promovido pela Gazeta do Povo, que contou com a presença de especialistas que falaram do direito ir e vir; de como retomar a vida depois de sofrer uma agressão; dos perigos que vão do mundo real ao virtual; e da violência quase invisível do bullying.

No final do ano passado, foi iniciado um trabalho mais focado na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), bairro de Curitiba que concentra maior número de homicídios. Dentro do projeto, um grupo de jornalistas da Gazeta do Povo e da RPC TV realiza uma série de reportagens nas vilas Verde e Sabará, com o propósito de mostrar o efeito da violência na CIC e as dificuldades enfrentadas pelos moradores nas mais diversas áreas. A ideia é também divulgar e apoiar boas iniciativas já desenvolvidas na região.
Outra iniciativa são os cafés com a comunidade, onde os jornalistas reúnem-se com lideranças das vilas e com representantes de órgãos públicos para discutir problemas das vilas e buscar soluções.  A partir dessas ações, a Gazeta do Povo lançou o Blog das Vilas, que atende o Bolsão Sabará e a Vila Verde, trazendo assuntos como segurança, educação, saúde, eventos, dicas de cursos e empregos. O trabalho nas vilas já apresentou resultados concretos, como a redução no número de assaltos e a volta da Polícia Montada para a CIC.

Ações da campanha Paz Tem Voz têm ocorrido em diversas regiões do Paraná, como Londrina, Cascavel, Toledo, Cianorte, Irati e Paranavaí. São blitze nas ruas das cidades, em partidas de futebol e apoio a eventos e até carretas pela paz, como a realizada em Irati, no último dia 15.

Todas as iniciativas visam à conscientização e mudança de atitude pela paz. Como reconhecimento, a campanha Paz Tem Voz já recebeu o Prêmio Chico Mendes de Responsabilidade Sociombiental, que tem o objetivo de promover a cultura das boas ações e intenções, melhorando a qualidade de vida de todos.

Fonte: Portal da Propaganda

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Justiça do Paraná condena homens que vendiam drogas perto de escolas

Os dois devem cumprir seis anos e 27 dias de reclusão, além de pagar multa.
Eles vendiam crack perto de pelo menos três instituições no centro de Curitiba.


A Justiça do Paraná condenou dois homens pela prática de tráfico de drogas próximo a escolas da região central de Curitiba. Além do pagamento de multa, eles devem cumprir seis anos e 27 dias de reclusão, inicialmente em regime aberto.
Os condenados foram flagrados praticando o crime, com mais de 2 kg de crack, próximo ao terminal e ônibus do Guadalupe. De acordo com o Tribunal de Justiça, há pelo menos três instituições de ensino nas proximidades. A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público (MP).
Antes do resultado final, os réus chegaram a apelar da sentença expedida pela 2ª Vara Criminal do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba, alegando que as provas levantadas estavam baseadas apenas em depoimento dos policiais, e que não eram suficientes para a condenação.
O recurso de apelação foi negado pelo desembargador Marques Cury, que considerou que o MP conseguiu apresentar as provas. “No caso em apreço, o Ministério Público demonstrou a materialidade do crime a partir dos documentos mencionados na referida sentença condenatória, bem como, a autoria...”, justificou.

Fonte: G1.com.br

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Operação conjunta tira 11 suspeitos de tráfico das ruas do Litoral do PR

Dez adultos presos e um adolescente apreendido durante a Operação


Uma operação contra o tráfi co de drogas no Litoral desencadeada na última quinta-feira (9) pela Divisão Policial do Interior da Polícia Civil resultou na prisão de 10 adultos suspeitos, sete homens e três mulheres, e na apreensão de um adolescente, de 16 anos. Foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão em Mati nhos, Paranaguá e Pontal do Paraná. 



A ação foi liderada pelo delegado Miguel Stadler, da 1ª Subdivisão Policial, de Paranaguá, e envolveu 150 policiais, entre militares e civis, incluindo a Divisão Estadual Foto - Orlando Kissner/AEN de Narcóti cos (Denarc), o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e o Táti co Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre). Denúncias Foram apreendidas R$ 3.574 em notas pequenas e moedas; um automóvel Chevrolet Meriva, com placas de São Paulo; uma motocicleta; maconha, cocaína e crack; além de munições para armas de calibre 38 e aparelhos de telefone celular. 

Os presos foram autuados em flagrante por tráfi co de drogas e estão à disposição da Justi ça. “Apesar de termos en- contrado pequenas quanti dades de drogas, em todos os casos a situação está bem caracterizada como tráfi co, devido à existência de papelotes de droga, dinheiro em notas pequenas e moedas. Todas as buscas foram feitas com base em investi gações e denúncias que chegam à polícia pelo telefone 181”, explicou o delegado Stadler. 

Em Paranaguá, por exemplo, após investi gações de denúncias, ficou constatado que o proprietário de um bar vendia drogas, que eram consumidas pelos clientes no banheiro do estabelecimento. No local foram encontradas embalagens de buchas de cocaína ou de pedras de crack e droga não consumida. Esta é a segunda operação conjunta promovida pela polícia na região desde dezembro. 

A primeira ocorreu pouco antes do Natal. De acordo com o delegado Miguel Stadler, graças a um conjunto de ações adotadas desde o ano passado, a região da 1.ª Subdivisão Policial, que reúne 15 municípios, incluindo Paranaguá, apresentou a maior queda no número de homicídios em todo o Paraná. 

Foram 102 crimes registrados na região em 2010, contra apenas 37 no ano passado — 63,7% a menos. “O combate ao tráfi co de drogas, especialmente, reduz boa parte dos crimes contra o patrimônio e os homicídios na região”, afirmou Stadler. “Para ati ngir esse objeti vo, recebemos melhorias na estrutura e mais policiais. 

Em parceria com a Secretaria da Segurança Pública, a Secretaria da Justi ça reti rou todos os presos das cadeias e delegacias do litoral. Com isso, aumentou o tempo disponível dos policiais para fazer investi gações, exercendo sua real função.”


Fonte: Jornal de Colombo

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Clínicas de Tratamento

Dependência química: tratamento profissional ou terreno para charlatães?


Violência, marginalidade, vício, tráfico. Estes são estereótipos comumente associados ao usuário de substâncias psicoativas. Esta visão distorcida se agrava quando reportagens sobre entidades que “tratam” aqueles a quem os jornais se referem como “viciados” são veiculadas. Agressões, choque elétrico, trabalho forçado são manchetes convidativas para TV e companhia. O problema é que esta situação, verdadeira em certos casos, não reflete a realidade do segmento como um todo.

Em primeiro lugar, é preciso ressaltar que as drogas já deixaram de ser marginais há muito tempo. Apesar de se insistir, por meio de reportagens sensacionalistas, em associar drogas apenas com Cracolandia, hoje elas também estão presentes nos lares do cidadão comum, do trabalhador honesto, do homem ou mulher de bem.

E a hipótese de que as drogas entram na vida das pessoas por meio de marginais, estranhos, traficantes, é puro mito, segundo especialistas. “Geralmente quem oferece é quem está mais próximo, um colega de escola ou trabalho, companheiro de ‘balada’ e, talvez, o melhor amigo”, diz a psicóloga especialista em Dependência Química Cláudia de Oliveira Soares, diretora terapêutica da Clínica Médica Especializada Viva. Ela também faz um alerta: “O pai que bebe na frente dos filhos pode, sem saber, ser o introdutor da droga na vida dessas crianças e jovens”, complementa. 

Por outro lado, há mais drogas lícitas (cigarro e álcool), prescritas sob orientação médica (antidepressivos, controladores de ansiedade e inibidores do apetite) sendo consumidas e que causam dependência, que propriamente as drogas ilícitas, como maconha, cocaína e crack.

A dependência química é uma doença, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde em sua Classificação Internacional de Doenças (CID – 10). Está descrita entre os capítulos F-10 e F-19, que tratam de Transtornos Mentais e Comportamentais devidos ao uso de substância psicoativa.

“Por se tratar de assunto de saúde pública, a dependência química necessita de profissionais qualificados, entre médicos, psiquiatras, psicólogos; com programas terapêuticos definidos, para que sejam obtidos resultados efetivos no tratamento da doença”, comenta Cláudia Soares.

A questão é que, por falta de fiscalização de órgãos públicos competentes, o segmento de tratamento para dependentes químicos virou terreno fértil para pessoas que, por falta de informação - às vezes até com boas intenções -, ou simplesmente por oportunismo, enxergam uma oportunidade de negócio facilmente rentável. E as famílias, no auge da questão “internar ou não um parente” e sensíveis pela necessidade da decisão com urgência, acabam caindo em verdadeiras ciladas.

Na contramão do oportunismo, há clínicas sérias, que entendem a complexidade da doença, capacitadas e gabaritadas para o tratamento, e que investem em pesquisa e conhecimento para compreender cada vez mais o que é a dependência química. Tais instituições baseiam seu trabalho em estudos aprofundados a cada dia, para se obterem resultados cada vez mais efetivos, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).

Estas clínicas atuam dentro da lei, respeitando normas referentes ao tratamento, à questão sanitária, à segurança, e atendendo a outras exigências legais. “Por isso aconselhamos as pessoas para que, antes de internarem seus familiares em uma entidade que diz tratar a dependência química, que verifiquem seus registros, conheçam o método de tratamento, comprovem a idoneidade da equipe profissional e busquem informações sobre a eficácia do tratamento”, finaliza Cláudia Soares.


Fonte: Assessoria de Imprensa Grupo Viva (www.ctviva.com.br)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Governo implanta o primeiro Centro de Tratamento de Álcool e Drogas

A Secretaria de Estado da Saúde e o município de Cascavel assinaram nesta quarta-feira (25) o protocolo de intenções para a instalação do primeiro Centro de Tratamento de Álcool e Drogas do Paraná (Cetrad). Até 2014, serão instaladas no Estado mais três unidades do gênero, em cumprimento ao compromisso do governador Beto Richa de assegurar assistência na área. De acordo com o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, este ano entrarão em funcionamento os centros de Cascavel e da Região Metropolitana de Curitiba.

O Cetrad de Cascavel vai funcionar em um antigo seminário adquirido pela prefeitura, que possui área de 30 mil metros quadrados, no bairro Interlagos, em Cascavel. 

O protocolo define as regras para o funcionamento do Cetrad, as funções do Estado e do município na sua administração e as contrapartidas financeiras. As adequações na estrutura existente serão realizadas pela prefeitura. Ao Estado caberá a contrapartida de reformar as unidades básicas de saúde do município. Após as reformas, que devem durar 120 dias, o município fará a cessão do imóvel ao Estado, que assume o custeio mensal. A gerência do Cetrad será do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste do Paraná (Cisop).

Inicialmente, o Cetrad Cascavel terá 40 leitos, sendo que 20 deles estarão disponíveis para o município em razão da densidade populacional. A partir do início das atividades, a Secretaria de Estado da Saúde fará a ampliação da estrutura para oferecer 120 leitos de internação. O Cetrad Cascavel vai atender 43 municípios da 10ª Regional de Saúde (Cascavel) e da 20ª (Toledo).

Participaram da reunião o diretor da 10ª Regional de Saúde, Miroslau Bailak, o assessor jurídico, Carlos Lorga, o diretor do Departamento de Apoio à Descentralização, Isaías Cantoia Luiz, a chefe do Departamento de Atenção ao Risco, Isa Hermmann e a coordenadora do Comitê Gestor Intersecretarial de Saúde Mental, Larissa Yamaguchi, representando a Secretaria da Saúde.



segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Traficante morre na mão de usuário de drogas

Após alguns minutos de discussão, o autor disparou quatro tiros na vítima.

Um crime de homicídio foi registrado na esquina das ruas Vinícius de Morais com José de Alencar, no município de Pinhais.
O traficante de drogas Danilo da Rocha Gomes Antunes dirigia um veículo Uno quando encontrou um rapaz que seria usuário de drogas e comprava o entorpecente com Danilo.
Após alguns minutos de discussão, o autor disparou quatro tiros na vítima.
O traficante morreu antes da chegada do socorro.
Danilo vendida drogas há bastante tempo na região, segundo informações de moradores à polícia.
O crime passa a ser investigado pela delegacia da cidade.
Fonte: Portal CGN (http://cgn.uol.com.br/)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Drogas são pivô de 61,7% dos assassinatos em Curitiba

Maioria das vítimas era homem com idade entre 18 e 29 anos, segundo dados da Sesp

Em 2011, homens jovens, com idade entre 18 e 29 anos, e usuários de drogas foram as principais vítimas de homicídios da capital paranaense. Os dados foram levantados pela Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), que ainda demonstrou uma queda de 8,8% nos homicídios dolosos em Curitiba, no ano passado, em comparação com 2010. Foram 685 assassinatos em 2011, contra 750 no ano anterior. A taxa de homicídios para 100 mil habitantes ficou em 36,2 para Curitiba, bem acima do considerado aceitável pela Organização Mundial de Saúde, de 10 assassinatos para cada 100 mil habitantes. Dos 685 homicídios na capital em 2011, 326 (47,5%) aconteceram com pessoas entre 18 e 29 anos, e 167 (24,3%) na faixa etária dos 30 aos 39 anos. Unindo as duas faixas etárias, se tem quase 72% das vítimas de crimes contra a vida no intervalo dos 18 aos 39 anos.

Uma predominância maior ainda é verificada quando é analisado o sexo das pessoas assassinadas: 91,8% foram homens. Outra grande maioria é a relação com as drogas. Ela predomina em 61,7% das vítimas, sendo que em 42,7% trata-se de usuários e em 18,9% o envolvimento é com o tráfico de drogas.

Segundo o delegado-chefe da Delegacia de Homicídios (DH) de Curitiba, Rubens Recalcatti, o perfil das vítimas vem se mantendo ao longo dos anos e operações constantes têm sido feitas na DH para tentar diminuir esse perfil.

Para o coordenador do Centro de Estudos da Segurança Pública e Direitos Humanos da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Pedro Bodê, é necessário que haja um cuidado maior ao se relacionar o tráfico de drogas com os homicídios. Segundo ele, cidades em que o consumo de drogas é alto, como Londres e Nova York, por exemplo, o índice de homicídios é muito baixo, o que leva a questionar a forma como essa relação é construída.

“Essa relação de droga e homicídio não pode ser uma justificativa. A sociedade como um todo tem lidado com essa questão como uma maneira de justificar essas mortes, o que não pode acontecer. A vítima de homicídio é uma vítima, independente do que esteja fazendo”, explica ele.

Segundo Bodê, o estado tem que usar várias frentes, como educação e saúde pública para combater o problema das drogas e não apenas usá-lo como justificativa para as mortes. “Além disso, precisamos de maior qualidade na maneira como esses dados são coletados nas delegacias, melhores investigações e punições mais severas. Não existem políticas efetivas que desestimulem e transformem o homicídio em algo ‘caro’ para o autor”, critica.

Fonte: Bem Paraná

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Van da prefeitura de Cascavel, no PR, é apreendida com 280 kg de maconha

Motorista furou bloqueio e abandonou carro em um posto de combustível.
Segundo a prefeitura, veículo deveria ter ido para manutenção.



Uma van que pertence à Secretaria de Assistência Social de Cascavel, no oeste do Paraná, foi apreendida, na manhã desta quarta-feira (21), pela Polícia Rodoviária Federal, no município de Balsa Nova, na Região Metropolitana de Curitiba. Dentro do veículo, havia cerca de 280 kg de maconha.
Segundo a PRF, o veículo foi abordado em um bloqueio, na BR-277. O motorista não obedeceu a ordem de parada e tentou fugir. Cerca de cinco quilômetros após o bloqueio, o carro foi abandonado em um posto de combustíveis.
Testemunhas disseram aos policiais que viram o motorista da van entrando em outro carro, que mais tarde foi encontrado pela PRF. A polícia o encontrou deitado no banco de trás. Nesse outro veículo havia mais dois homens. Todos foram presos, suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas.
Em nota, a prefeitura de Cascavel informou que um funcionário da prefeitura retirou a van por volta das 9h15 de terça-feira (20). O carro deveria ter ido para a manutenção. À tarde, ninguém deu conta da falta do veículo pois a chave original estava no setor de controle da secretaria. A chave reserva encontra-se na Divisão de Gerenciamento de Frota.
Segundo a prefeitura, será aberta uma sindicância administrativa para apurar as circunstâncias da saída do veículo e aplicar as penalidades cabíveis aos responsáveis.

Fonte: G1

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

PF apreende mais de uma tonelada de maconha no PR

A Polícia Federal (PF) apreendeu cerca de 1.300 kg de maconha em Cascavel, oeste do Paraná, na tarde de quinta-feira (1º). Segundo a PF, quatro pessoas foram presas.

A droga foi encontrada submersa em uma carga de areia de um caminhão. O veículo foi encontrado estacionado dentro de uma residência. Após a abordagem da PF, o motorista do caminhão tentou fugir, mas foi detido. As outras três pessoas detidas foram encontradas dentro da casa.

Outros quatro veículos foram apreendidos durante a ação.

Fonte: http://www.bonde.com.br/

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

AÇÃO DO DEPUTADO PARANHOS GARANTE CENTRO DE TRATAMENTO PARA DEPENDENTES DE DROGAS E ÁLCOOL EM CASCAVEL

Em recente passagem por Cascavel, o governador Beto Richa anunciou a instalação na cidade do primeiro Centro de Tratamento de Dependentes de Álcool e Drogas (CETRAD). A estrutura vai atender a mais de 40 municípios que compõem as regionais de saúde de Cascavel e Toledo, mas principalmente os jovens e adolescentes de Cascavel.

Beto Richa lembrou que o Centro foi um pedido feito do deputado Paranhos ainda no início de 2011 e já está garantido no Orçamento do Estado para o ano que vem. “Foi um compromisso que assumimos na eleição e é mais uma vitória alcançada, contando com a sensibilidade e com a determinação do governador Beto Richa”, afirmou Paranhos.

Desde o início do seu mandato na Assembleia Legislativa, o deputado Paranhos tem-se empenhado em viabilizar instrumentos para que o Paraná possa avançar no combate às drogas e na estrutura para tratamento e recuperação dos dependentes químicos. Com esse objetivo, Paranhos apresentou diversos projetos, entre os quais o que permite a reativação do Fundo Estadual de Combate às Drogas e a criação da Rede de Clínicas de Recuperação de dependentes – Rede CRER.


Fonte: Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Nova arma contra o tráfico, o VANT, faz voo de apresentação em Foz do Iguaçu

Na tarde do dia 10 (quinta-feira), foi feita em Foz do Iguaçu (PR) a apresentação pública do veículo aéreo não tripulado (VANT). Em funcionamento desde setembro, a aeronave de observação é uma ferramenta de inteligência utilizada no combate ao crime organizado e ao tráfico de armas e drogas. A Polícia Federal é a primeira força policial do mundo a adotar o equipamento, antes restrito a forças militares.

O VANT já está em atuação na Tríplice Fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina). Com capacidade de voo de 37 horas ininterruptas, o veículo equipado com câmera diurna e noturna capta imagens a uma altitude de 30 mil pés (cerca de 10km).

O Brasil tem 16 mil Km de fronteiras terrestres entrecortadas por florestas, terras indígenas, pequenos aglomerados urbanos.

Além de atuar como ferramenta na estratégia de segurança pública do governo federal, o VANT também será utilizado nos grandes eventos que o país sediará, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Fonte: http://www.blogdoromulomartins.com.br/

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Movimento Nacional Contra a Liberação da Maconha... Pela Vida!

No dia 17 de dezembro de 2011 acontecerá a segunda etapa da caminhada nacional contra a liberação da maconha, em São Paulo, saindo do MASP. Será a continuidade do encontro realizado no dia 30 de julho, quando nos unimos para dizer NÃO à inconsequente possibilidade de legalização da Maconha.
A segunda caminhada Contra a Liberação da Maconha... Pela vida, contará novamente com os mais variados seguimentos da sociedade, entre Igrejas, Instituições e Organizações da Sociedade Civil, sem distinção política, religiosa ou racial.



Fonte: antidrogas.com.br